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sábado, 9 de novembro de 2019

CASF: Alerta inconveniente

Por Rodolfo Cerveira, funcionário aposentado do BASA.
"O comunicado da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco da Amazônia, nosso conhecido Plano de Saúde, transmitido via Email em 30.10.19, alerta aos seus associados da necessidade de racionalizar o uso dos serviços oferecidos mediante apurada conveniência de suas precisões. Salvo se o alerta foi motivado por alguma extravagância, cometida por determinado inadvertido assumido, não encontro respaldo administrativo, ou mesmo lógico, na iniciativa. Considero todos os integrantes da instituição como pessoas de formação, no mínimo, razoáveis, incapazes de cometerem algumas das ações listadas no aviso, somente por impulso de consumismo. Julgo que a direção da Entidade deve possuir (se não possui é importante instalar), mecanismos administrativos que permitam detectar, previamente, se uma pretensão assistencial tem respaldo estatutário e nas normas internas transitórias. Acredito que todos os participantes estão “antenados” com os alucinantes aumentos das despesas hospitalares e serviços médicos, de modo que, se repetem autorizações para serviços ambulatoriais ou diversos é porque estão sendo orientados por profissionais encarregados de refrear a inconveniências de suas assíduas mazelas e não por mero prazer de gastar ou desgastar a sua propriedade. Não teria sentido essa atitude."

5 comentários:

  1. Prezado Rodolfo,
    Acredito que essa comunicação (que não recebi) tenha a ver com o que podemos ler na página da Casf na internet, num comunicado sob o título “Você é o dono da Casf !” (CASF ! Que tal Zelar pela Saúde Financeira da sua Entidade).
    Ali está dito que uma das formas mais prejudiciais de comprometer a saúde da CASF é a utilização indiscriminada e sem planejamento do Plano por parte do usuário, sendo esse comportamento mais comum do que se imagina, porque há beneficiários que solicitam a realização de um mesmo procedimento ambulatorial várias vezes no mês.

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  2. Acontece que não é o paciente que prescreve os exames e sim o seu médico. O paciente, sempre o lado mais fraco em relação ao médico e apavorado com as pegadinhas de muitas doenças, como o câncer, acaba se sujeitando ao que o médico indica; há até os que ficam emotivamente gratos pelo tamanho do zelo que o doutor demonstra para consigo. Acho que o aviso da diretoria da Casf tem endereço errado. Ela deveria atuar e fiscalizar os profissionais e hospitais com que contratou para atender os seus beneficiários. O paciente é hipossuficiente para suprir o que é obrigação da Casf. É pra isso que existe a Auditoria Médico, que no caso era exercida com competência e zelo pelo Dr. Manoel Soares, dispensado há poucos meses da Casf, por motivos pouco claros. Não é de bom tom que a Diretoria da Casf queira suprir o extermínio da Auditoria Médica própria que a diretoria passada deixou instalada, transferindo suas funções para os coitados e leigos dos seus beneficiários.

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  3. O JORNAL ELETRÔNICO “OPINIÃO” DA AEBA, PUBLICOU AS DUAS MATERIAS ABAIXO, QUE DEVEM SER DE INTERESSE DA CLASSE BANCREVEANA. PUBLIQUE POR FAVOR.
    Cândido Messias escrito em 20/01/2020 as 15:05:
    TIRO NO PÉ

    Tudo indica que na medida em que o tempo avança, mais e mais a diretoria da CASF vai perdendo o rumo.
    Na semana passada, o Repórter 70 de O Liberal noticiou que pretendem reabrir o Ambulatório, já que as contas demonstraram que, na rede credenciada, os serviços que eram prestados no ambulatório custaram três vezes mais. Dias depois, no mesmo espaço de O LIBERAL, a direção Da CASF confirmou que pretende reabrir o ambulatório, justificando como causas para o fechamento da unidade, a baixa demanda dos serviços e os riscos do seu funcionamento para os beneficiários, já que havia falta dos equipamentos necessários para atendê-los com segurança. Alegaram, ainda, que o fechamento decorreu porque a Casf atuava no vermelho e como agora já voltou a crescer, planejam reabrir o ambulatório. Na contramão dos astutos argumentos:
    1º. Sabe-se que a média anual dos atendimentos no ambulatório girava em torno de mais de 13 mil eventos;
    2º. Sabe-se que, anualmente, a Anvisa revalida a licença de funcionamento de toda e qualquer unidade prestadora de serviços de saúde, exigindo, de todas, as condicionantes ambientais e os equipamentos necessários ao seguro funcionamento das mesmas. São fatos que, por si só, desmontam a alegação apresentada. Sabe-se, ainda, que, com o fechamento do ambulatório, todos os equipamentos que o guarneciam foram alienados;
    3º. Em recente comunicado interno aos seus colaboradores, a diretoria demonstra excelentes resultados contábeis obtidos entre outubro/18 e outubro/19, mas, contraditoriamente, confessa que não está conseguindo cumprir o programa de recuperação apresentado e aprovado pela ANS. Uma, incoerência, pois os motivos que levaram ao Regime Fiscal implantado em 2018 pela ANS decorriam unicamente da crise econômico-financeira que se abateu sobre a Operadora a partir de setembro/2017. A incongruência é patente entre os resultados contábeis e a incapacidade de cumprir o citado plano de ajuste. Quanto a isso, sabe a diretoria que o não cumprimento desse plano resultará na alienação da carteira de beneficiários ou a liquidação extrajudicial da Operadora. Qualquer dos casos implicará no fim da CASF, algo extremamente inesperado, diante do que prometeu a atual diretoria no decorrer da campanha eleitoral que empreendeu até vencer as eleições de 2018.

    Cândido Messias escrito em 14/01/2020 as 14:19:
    Ao assumir, a nova diretoria da Casf anunciou várias medidas de contenção de custos, entre as quais - a mais vistosa - o desmonte do Ambulatório Central de Belém, com a demissão sumária de todos os seus profissionais. Os associados - notadamente os mais idosos, que eram atendidos ali para procedimentos ambulatoriais tipo aferição de Pressão Arterial e Glicemia, além de medicação para viroses e aplicação de aerossol e injetáveis - migraram para as emergências dos Hospitais credenciados, como era de se esperar caso houvesse planejamento em certas decisões apressadas. Os preços cobrados pelos prestadores desses serviços na rede credenciada foram apresentados em sucessivas faturas bastante salgadas. Segundo uma fonte , tais preços representam o triplo dos custos mensais do antigo ambulatório... E então, a atual Diretoria da Casf já teria encomendado um "estudo" para a reimplantação do Ambulatório, ironicamente também como medida necessária para redução de custos... .

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  4. O JORNAL ELETRÔNICO “OPINIÃO” DA AEBA, PUBLICOU AS DUAS MATERIAS ABAIXO, QUE DEVEM SER DE INTERESSE DA CLASSE BANCREVEANA. PUBLIQUE POR FAVOR.
    Cândido Messias escrito em 20/01/2020 as 15:05:
    TIRO NO PÉ

    Tudo indica que na medida em que o tempo avança, mais e mais a diretoria da CASF vai perdendo o rumo.
    Na semana passada, o Repórter 70 de O Liberal noticiou que pretendem reabrir o Ambulatório, já que as contas demonstraram que, na rede credenciada, os serviços que eram prestados no ambulatório custaram três vezes mais. Dias depois, no mesmo espaço de O LIBERAL, a direção Da CASF confirmou que pretende reabrir o ambulatório, justificando como causas para o fechamento da unidade, a baixa demanda dos serviços e os riscos do seu funcionamento para os beneficiários, já que havia falta dos equipamentos necessários para atendê-los com segurança. Alegaram, ainda, que o fechamento decorreu porque a Casf atuava no vermelho e como agora já voltou a crescer, planejam reabrir o ambulatório. Na contramão dos astutos argumentos:
    1º. Sabe-se que a média anual dos atendimentos no ambulatório girava em torno de mais de 13 mil eventos;
    2º. Sabe-se que, anualmente, a Anvisa revalida a licença de funcionamento de toda e qualquer unidade prestadora de serviços de saúde, exigindo, de todas, as condicionantes ambientais e os equipamentos necessários ao seguro funcionamento das mesmas. São fatos que, por si só, desmontam a alegação apresentada. Sabe-se, ainda, que, com o fechamento do ambulatório, todos os equipamentos que o guarneciam foram alienados;
    3º. Em recente comunicado interno aos seus colaboradores, a diretoria demonstra excelentes resultados contábeis obtidos entre outubro/18 e outubro/19, mas, contraditoriamente, confessa que não está conseguindo cumprir o programa de recuperação apresentado e aprovado pela ANS. Uma, incoerência, pois os motivos que levaram ao Regime Fiscal implantado em 2018 pela ANS decorriam unicamente da crise econômico-financeira que se abateu sobre a Operadora a partir de setembro/2017. A incongruência é patente entre os resultados contábeis e a incapacidade de cumprir o citado plano de ajuste. Quanto a isso, sabe a diretoria que o não cumprimento desse plano resultará na alienação da carteira de beneficiários ou a liquidação extrajudicial da Operadora. Qualquer dos casos implicará no fim da CASF, algo extremamente inesperado, diante do que prometeu a atual diretoria no decorrer da campanha eleitoral que empreendeu até vencer as eleições de 2018.

    Cândido Messias escrito em 14/01/2020 as 14:19:
    Ao assumir, a nova diretoria da Casf anunciou várias medidas de contenção de custos, entre as quais - a mais vistosa - o desmonte do Ambulatório Central de Belém, com a demissão sumária de todos os seus profissionais. Os associados - notadamente os mais idosos, que eram atendidos ali para procedimentos ambulatoriais tipo aferição de Pressão Arterial e Glicemia, além de medicação para viroses e aplicação de aerossol e injetáveis - migraram para as emergências dos Hospitais credenciados, como era de se esperar caso houvesse planejamento em certas decisões apressadas. Os preços cobrados pelos prestadores desses serviços na rede credenciada foram apresentados em sucessivas faturas bastante salgadas. Segundo uma fonte , tais preços representam o triplo dos custos mensais do antigo ambulatório... E então, a atual Diretoria da Casf já teria encomendado um "estudo" para a reimplantação do Ambulatório, ironicamente também como medida necessária para redução de custos... .

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  5. Essa matéria é deveras interessante. Sugiro meu caro Ercio que a desloque para um melhor local do blog, para ser mais visto e opinado.

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