Bolsonaro diz que Mandetta “extrapolou” e que falta humildade ao ministro
O presidente Jair Bolsonaro criticou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em entrevista concedida à Rádio Jovem Pan, na noite de ontem (2). Bolsonaro afirmou que está "se bicando" com o ministro há um tempo e que nenhum de seus ministros é indemissível.
"O Mandetta sabe que a gente tá se bicando há algum tempo. Eu não pretendo demiti-lo em meio à guerra. É uma pessoa que, em algum momento, extrapolou. Ele montou um ministério de acordo com a sua vontade. A gente espera que ele dê conta do recado agora. Nenhuma ameaça ao Mandetta, não. Se ele se sair bem, sem problema. Agora, nenhum ministro é indemissível, todo mundo pode ser demitido", afirmou o presidente.
"Em alguns momentos, ele teria que ouvir mais o presidente da República. Ele cuida da saúde, o Guedes cuida da economia, e eu entro no meio para que não haja atrito. As duas áreas são importantes", continuou.
O presidente chegou a afirmar que falta humildade ao ministro da Saúde. "O Mandetta quer fazer valer muito a vontade dele. Pode ser que ele esteja certo, mas tá faltando um pouco mais de humildade pra ele pra conduzir o Brasil nesse momento difícil".
Na entrevista, Bolsonaro voltou a defender o relaxamento do isolamento social e afirmou que se os governadores não revogarem as medidas restritivas ele, como presidente, agirá.
O presidente Jair Bolsonaro criticou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em entrevista concedida à Rádio Jovem Pan, na noite de ontem (2). Bolsonaro afirmou que está "se bicando" com o ministro há um tempo e que nenhum de seus ministros é indemissível.
"O Mandetta sabe que a gente tá se bicando há algum tempo. Eu não pretendo demiti-lo em meio à guerra. É uma pessoa que, em algum momento, extrapolou. Ele montou um ministério de acordo com a sua vontade. A gente espera que ele dê conta do recado agora. Nenhuma ameaça ao Mandetta, não. Se ele se sair bem, sem problema. Agora, nenhum ministro é indemissível, todo mundo pode ser demitido", afirmou o presidente.
"Em alguns momentos, ele teria que ouvir mais o presidente da República. Ele cuida da saúde, o Guedes cuida da economia, e eu entro no meio para que não haja atrito. As duas áreas são importantes", continuou.
O presidente chegou a afirmar que falta humildade ao ministro da Saúde. "O Mandetta quer fazer valer muito a vontade dele. Pode ser que ele esteja certo, mas tá faltando um pouco mais de humildade pra ele pra conduzir o Brasil nesse momento difícil".
Na entrevista, Bolsonaro voltou a defender o relaxamento do isolamento social e afirmou que se os governadores não revogarem as medidas restritivas ele, como presidente, agirá.
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