Leitorado
De J.Almeida/Belém-Pa:
"Tomei conhecimento que o Valdecir Tose (foto), presidente do Banco da Amazônia, por causa da pandemia do coronavírus, decidiu suspender por 180 dias o pagamento das parcelas de empréstimos de clientes do banco, exceto os que são devedores os funcionários (da ativa, aposentados e pensionistas) da instituição.
E, pelo que se sabe, a Associação dos Empregados da Ativa (AEBA) e a AABA (Associação dos Aposentados e Pensionistas) não emitiram nenhuma nota de repúdio, de protesto, de indignação contra esta atitude do Tose. Mas, ainda há tempo para adotarem esta medida sugerida por um grupo de aposentados: declarar o Valdecir Tose como PERSONA NON GRATA, ou seja, pessoa não agradável, não querida às referidas entidades e aos seus associados".
De J.Almeida/Belém-Pa:
"Tomei conhecimento que o Valdecir Tose (foto), presidente do Banco da Amazônia, por causa da pandemia do coronavírus, decidiu suspender por 180 dias o pagamento das parcelas de empréstimos de clientes do banco, exceto os que são devedores os funcionários (da ativa, aposentados e pensionistas) da instituição.
E, pelo que se sabe, a Associação dos Empregados da Ativa (AEBA) e a AABA (Associação dos Aposentados e Pensionistas) não emitiram nenhuma nota de repúdio, de protesto, de indignação contra esta atitude do Tose. Mas, ainda há tempo para adotarem esta medida sugerida por um grupo de aposentados: declarar o Valdecir Tose como PERSONA NON GRATA, ou seja, pessoa não agradável, não querida às referidas entidades e aos seus associados".

Caro Ércio, a propósito da postagem do "fantasma" J. Almeida , a bem da verdade, devo informar que o presidente da AEBA ( Gilson) enviou ofício ao presidente Tosse, solicitando a inclusão dos servidores do Banco, da ativa e aposentados,por não caber essa discriminação. De minha parte, em nome dos aposentados, diante do recesso da AABA, também protestei com a seguinte nota, veiculada no site de "Opinião" da AEBA :
ResponderExcluirFrancisco Sidou , no site Opinião da Aeba:
Chesal sem sal
Não precisa nem ser iniciado em interpretação de texto para deduzir de uma norma circular que determina a "suspensão, por 180 dias, das parcelas de empréstimos a cientes do Banco" , que não citou nenhuma categoria de cliente excludente, que ela contempla, sem exceção, a todos os clientes. Infelizmente, soube-se depois que os servidores do Banco , da ativa e aposentados, não estavam sendo contemplados com esse "benefício". Por que tanta má vontade ? Por que tanto "ranço" justamente contra os colaboradores do Banco ? Como se eles não enfrentassem as mesmas dificuldades e vicissitudes por que estão passando todos os clientes ! Ademais, o presidente Tosse ainda alegou, em resposta a um pleito da Aeba, que essa concessão poderia implicar em "fragilização das operações de crédito" . Como assim ? Sabe-se que não existe crédito mais garantido que o Chesal, descontado pelo próprio Banco por ocasião do crédito dos salários. Essa crise mundial do Coronavírus, quando passar, vai provocar uma verdadeira revolução na mudança de paradigmas e de dogmas até então considerados "sólidos" e "imexíveis". Esperamos também que promova uma mudança cultural nas relações de trabalho e de pessoas que só aprenderam a mandar e achacar , mas não conseguem dialogar.
A propósito da postagem acima do "fantasma" J.Almeida :
ResponderExcluirNão precisa nem ser iniciado em interpretação de texto para deduzir de uma norma circular que determina a "suspensão, por 180 dias, das parcelas de empréstimos a cientes do Banco" , que não citou nenhuma categoria de cliente excludente. que ela contempla, sem exceção, a todos os clientes. Infelizmente, soube-se depois que os servidores do Banco , da ativa e aposentados, não estavam sendo contemplados com esse "benefício". Por que tanta má vontade ? Porque tanto "ranço" justamente contra os colaboradores do Banco ? Como se eles não enfrentassem as mesmas dificuldades e vicissitudes por que estão passando todos os clientes ! Ademais, o presidente Tosse ainda alegou, em resposta a um pleito da Aeba, que essa concessão poderia implicar em "fragilização das operações de crédito" . Como assim ? Sabe-se que não existe crédito mais garantido que o Chesal, descontado pelo próprio Banco por ocasião do crédito dos salários. Essa crise mundial do Coronavírus, quando passar, vai provocar uma verdadeira revolução na mudança de paradigmas e de dogmas até então considerados "sólidos" e "imexíveis". Esperamos também que promova uma mudança cultural nas relações de trabalho e de pessoas que só aprenderam a mandar e achacar e não conseguem dialogar.
A propósito da postagem acima do "fantasma" J.Almeida :
ResponderExcluirNão precisa nem ser iniciado em interpretação de texto para deduzir de uma norma circular que determina a "suspensão, por 180 dias, das parcelas de empréstimos a cientes do Banco" , que não citou nenhuma categoria de cliente excludente. que ela contempla, sem exceção, a todos os clientes. Infelizmente, soube-se depois que os servidores do Banco , da ativa e aposentados, não estavam sendo contemplados com esse "benefício". Por que tanta má vontade ? Porque tanto "ranço" justamente contra os colaboradores do Banco ? Como se eles não enfrentassem as mesmas dificuldades e vicissitudes por que estão passando todos os clientes ! Ademais, o presidente Tosse ainda alegou, em resposta a um pleito da Aeba, que essa concessão poderia implicar em "fragilização das operações de crédito" . Como assim ? Sabe-se que não existe crédito mais garantido que o Chesal, descontado pelo próprio Banco por ocasião do crédito dos salários. Essa crise mundial do Coronavírus, quando passar, vai provocar uma verdadeira revolução na mudança de paradigmas e de dogmas até então considerados "sólidos" e "imexíveis". Esperamos também que promova uma mudança cultural nas relações de trabalho e de pessoas que só aprenderam a mandar e achacar e não conseguem dialogar.
Como publiquei em grupo do WhatsApp da AEBA, impressiona o turbilhão de erros e atitudes cometidas na concessão da moratória de 6 mêses que o Banco disponibilizou aos clientes tomadores de operações de crédito, em face da pandemia do Covid-19, prerrogativa que resultou em sonoras polêmicas por não contemplar os tomadores de crédito do Chesal.
ResponderExcluirVejamos a lamentável sucessão de fatos:
1 - Tão logo publicada pelo Banco a consessão da moratória, o Presidente da AEBA oficiou ao Presidente do Banco (via mensagem eletrônica), solicitando "que sejam extendidas as mesmas facilidades para os créditos fornecidos aos empregados e ex-empregados, tanto no que se refere ao Chesal quanto a outras linhas de crédito".
2 - Incontinente, Tose, o Presidente do Banco, respondeu, prometendo estudar o assunto. Antecipou, porém, que, atender o pedido, resultaria em
"FRAGILIZAR AS POSIÇÕES DE RISCO DE CRÉDITO, considerando que para este público NÃO HAVERÁ REDUÇÃO DE RENDIMENTOS ATÉ ESTE MOMENTO NEM ELEVAÇÃO DE DESPESAS"(claro que em face da pandemia do Covid-19).
Uma resposta assaz estabanada e inconsequente, pois a alegação de RISCO à segurança do crédito (logicamente no que diz respeito ao retorno do crédito, incluindo custas e réditos das operações) não dispõe de qualquer embasamento técnico, ao tempo em que se denota como indisfarçável e torpe agressão à dignidades dos tomadores das citadas operações de crédito. Do mesmo modo, afirmar que o público atingido não estaria exposto aos ônus decorrentes da pandemia do Covid-19, chega a ser surreal, impróprio para quem, em função do cargo que ocupa, pressupõe-se detentor de requintado senso de discernimento capazes de lastrear suas decisões de ofício.
3 - Depois de sepulcral silêncio, tanto da AEBA quanto do Banco eis que Igor Caldas, um possívelvintetessado no assunto, postou, em 2/04, dizendo: "Até que enfim. FOMOS ATENDIDOS".
- Ledo engano que me induziu postar (em resposta), dizendo:
"Nenhum favor. Apenas ISONOMIA DE TRATAMENTO entre clientes. ESPERA-SE QUE COM A DECISÃO, EM BOA HORA E AO ALVITRE DE LARGA SENSATEZ, o Banco tenha inaugurado um pleno entendimento de que não se dava autoproclamar proprietário da Conta Corrente de seus empregados.
NESSE PARTICULAR, nota 10 para o Tosi e seus segundos."
4 - Checada a fonte na qual Igor ancorou o seu lamentável engano, constata-se o ponto nevrálgico de tanto desencontro. É que a decisão do Banco (talvez, desde a origem) restringe a moratória aos EMPREENDEDORES financiados pelo Banco, o que, lógico, não contempla os tomadores de crédito via Chesal e outros pactuadas com empregados e ex-empregados do Banco (todos ASSALARIADOS e não empreendedores).
Ocorre que, seja pela questão do RISCO, seja pela equivocada presunção de que os demais tomadores de crédito estejam imunes às consequências da pandemia provocada pelo Covid-19, a resposta preliminarmente emitida pelo Presidente do Banco ao Presidente da AEBA não dispõe de qualquer razoabilidade. É, portanto, esdrúxula e inaceitável.
E para que não prospere a desculpa de que a decisão foi taxativa quanto ao atendimento exclusivo a EMPREENDEDORES ( e não a ASSALARIADOS), parce absolutamente razoável que o Presidente da AABA retome o assunto, oficiando ao Banco, não mais o pedido de EXTENSAO da moratória concedida aos EMPREENDEDORES aos ASSALARIADOS, mas, por equidade e isonomia de tratamento aos seus clientes, que o Banco EDITE OUTRA DECISÃO, concedendo o mesmo benefício moratório aos ASSALARIADOS tomadores de crédito via Chesal e outras linhas concedidas a empregados e ex-empregados do Banco.
Dessa forma, para botar "sal no Chesal", isentemo-nos de MAIS ou NOVAS COMPLICAÇÕES. Basta apenas a CORREÇÃO DE FORMALIDADES.
OBS:. No texto (de minha autoria) onde se lê AABA, leia-se AEBA. Afinal não foi o Presidente da AABA, mas o da AEBA quem interagiu com o Presidente do Banco a respeita da matéria em foco.
ResponderExcluirNB - O autor das postagens, não é beneficiário do CHESAL junto ao Banco da Amazônia, nem pretende sê-lo.