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sexta-feira, 17 de abril de 2020

Leitorado
De Lucio Menezes, corretor de imóveis, bairro Batista Campos/Belém:
"Neste meu isolamento domiciliar tenho lido muito e arrumado meu baú onde encontrei recorte de uma notícia publicada em 24/11/2009 no jornal O Liberal e cuja manchete diz:
Assembléia Legislativa do Pará tinha 300 "fantasmas"

E prossegue:
Esta é a estimativa feita por Monica Pinto (foto), que abre o jogo sobre o escândalo em longa entrevista ao jornal O Liberal.

A Assembléia Legislativca do Pará (Alepa) tinha entre 200 a 300 assessores fantasmas na gestão do ex-presidente Domingos Juvenil (PMDB), sendo cerca de 70% lotados no Gabinete Civil da Presidência do Poder. Sem contar os 700 estagiários que comumente não eram estudantes e dentre os quais também haviam muitos fantasmas. E o que esclarece a ex-chefe da seção de folha de pagamento da Alepa, Mônica Pinto, que assumiu a direção do Departamento de Gestão de Pessoal a convite de Juvenil, em 2007, cargo em que ficou por dois anos. Ela evita falar do envolvimento de parlamentares, mas afirma que todos recebiam vale-alimentação ilegalmente e que o benefício era comprado em quantidade 10 vezes superior ao número de funcionários contemplados. Mônica também confirma que teve um caso amoroso com o ex-parlamentar Robgol, e que foi ela quem indicou a casa do ex-jogador ao Ministério Público do Estado (MPE), onde foram encontrados R$ 500 mil em dinhheiro de R$ 40 mil em vales-alimentação.

Mônica também disse, na entrevista, que os desvios na folha de pagamento somavam prejuízos mensais entre R$ 800 mil a R$ 1 milhão. Ela não nega que haviam irregularidades em gestões anteriores a de Domingos Juvenil, mas ressalta que a presidência do peemedebista na Alepa, de 2007 a 2010, foi marcada por um festival de fraude jamais visto.

Mônica Pinto admite ter cumprido ordens de Domingos Juvenil para incluir servidores fantasmas ou laranjas e gratificações ilegais na folha de pagamento, muitas sem publicação no Diário Oficial. Confidencia ter se beneficiado irregularmente do empréstimo consignado, mas nega que tenha contraído R$ 400 mil, mas, sim, apenas R$ 145. Também confirma que recebia uma gratificação aplicada ilegalmente, que majorava o seu vencimento. Além disso, ela passou quase todo o ano de 2010 sem ir trabalhar, tirou férias e licença prêmio e, a pedido de Juvenil, passou a ir na Alepa apenas assinar folha de frequência. Apesar disso ela pede justiça e se diz orgulhosa da ação realizada pelo MPE e pelas polícias".

A minha pergunta é: os autores dessas irregularidades foram punidos? Estão na cadeia? Devolveram o dinheiro que desviaram, que roubaram? Só sei que o comandante dessas patifarias foi eleito e continua prefeito de Altamira. E os outros corruptos, onde estão e o que fazem? Quem souber, informe, por favor.

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