Investigadores não veem “bala de prata” em depoimento de Moro
Investigadores envolvidos no inquérito que apura as acusações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro ao presidente Jair Bolsonaro avaliaram que não foi apresentada nenhuma “bala de prata” contra ele nas mais de oito horas de seu depoimento no último sábado, na sede da Superintendência da Polícia Federal do Paraná, em Curitiba.
A análise é a de que, a despeito da duração do depoimento, não houve avanço significativo em relação à fala do ex-ministro durante seu ato demissional na manhã do dia 24 de abril. Apontam, nesse sentido, dois indicativos disso. O primeiro é o tamanho em si do depoimento em sua versão final —- as oito horas viraram dez páginas, que devem se tornar públicas a qualquer momento pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O segundo indicativo foram os próprios pedidos de diligências feitos pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, na tarde de ontem (4).
Investigadores envolvidos no inquérito que apura as acusações do ex-ministro da Justiça Sergio Moro ao presidente Jair Bolsonaro avaliaram que não foi apresentada nenhuma “bala de prata” contra ele nas mais de oito horas de seu depoimento no último sábado, na sede da Superintendência da Polícia Federal do Paraná, em Curitiba.
A análise é a de que, a despeito da duração do depoimento, não houve avanço significativo em relação à fala do ex-ministro durante seu ato demissional na manhã do dia 24 de abril. Apontam, nesse sentido, dois indicativos disso. O primeiro é o tamanho em si do depoimento em sua versão final —- as oito horas viraram dez páginas, que devem se tornar públicas a qualquer momento pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O segundo indicativo foram os próprios pedidos de diligências feitos pelo procurador-geral da República, Augusto Aras, na tarde de ontem (4).
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