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sexta-feira, 11 de setembro de 2020

LEITORADO

De Silvério Silva, bairro Canudos/Belém:

"Transcrevo abaixo o que acabei de ler no site do Ministério Público do Pará. Aguardo que o citado órgão nos diga quando os pilantras envolvidos neste caso serão presos e se irão devolver o dinheiro roubado.

"O Ministério Público do Estado do Pará, através do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), Grupo de Atuação Especial de Inteligência e Segurança Institucional (GSI) e o Núcleo de Combate à Improbidade e à Corrupção, em conjunção de esforços institucionais com as Promotorias de Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Belém, deflagrou nesta quinta-feira (10) a operação “Transparência –Fase Descartáveis” que investiga a atuação de uma organização criminosa que estaria atuando dento da Secretaria de Estado de Saúde (Sespa).

Entenda o caso:

Em 24 de março de 2020, a Secretaria de Estado de Saúde contratou, com dispensa de licitação, a empresa Marcoplas Comércio de Móveis LTDA para fornecer 1.140.000 garrafas pet de polietileno, cujo valor total foi de R$ 1.710.000,00, sendo que cada unidade custou ao Estado R$ 1,50.

A justificativa da contratação seria a necessidade de envazar álcool etílico 70%, utilizado na profilaxia da doença Covid-19.

A contratação causou polêmica na imprensa nacional pela grande quantidade de frascos e pelo valor unitário, já que o preço seria muito superior ao de mercado, podendo alcançar um sobrepreço de 300%.

As investigações indicam que a empresa contratada não produz e não estava habilitada para produzir as garrafas, tendo terceirizado o contrato para outras empresas, por valores muito inferiores".

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