PARA VIVER MELHOR
É preciso, de vez em quando, fazermos como os bancos: avaliar e recadastrar as nossas amizades para, se for o caso, expurgarmos do nosso convívio aquelas que não merecerem mais crédito em termos de lealdade e de confiança. Aquelas que são movidas apenas pelo interesse, que só querem ser ajudadas e que esquecem os favores recebidos, que não são solidárias nos momentos difíceis, que são ingratas, enfim, que desmerecem o nosso benquerer. Por outro lado, devemos continuar valorizando as amizades sinceras, leais, solidárias na alegria ou na tristeza, na abastança ou na miséria. Não devemos esquecer de fazer também uma faxina, separar o joio do trigo, esquecer os maus parentes. Eles e elas pra lá e nós pra cá.
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