
Descanse em paz meu amigo ENIO NOGUEIRA SIROTHEAU, falecido na última sexta-feira em Santarém. Estudamos juntos no Colégio Dom Amando.
Aos seus familiares, as minhas condolências.
Os gastos do governo federal com cartões corporativos já atingiram mais de R$ 46,7 milhões em 2009. Só a Presidência da República já torrou quase R$ 10 milhões, dos quais R$ 9,7 milhões são sigilosos, com a desculpa de “garantia de segurança”. O Ministério da Justiça também adora os cartões: sem explicações sobre o destino da grana, a Polícia Federal já gastou mais de R$ 10,2 milhões em operações. Desde abril, houve aumento de 330 % nos gastos do governo com cartões corporativos: passaram de R$ 14 milhões para R$ 46 milhões.
Foi realizada ontem na Zona Norte de São Paulo, a "Marcha para Jesus". Em entrevista coletiva concedida no início da tarde, o bispo Estevam Hernandes, da Igreja Renascer, afirmou que o tema do evento deste ano - "Lutando contra Gigantes" - refere-se à luta contra a discriminação e o preconceito de que os evangélicos são vítimas.Hernandes não quis estimar o público presente à Praça Campo de Bagatelle, mas afirmou que ouviu falar em até 6 milhões de pessoas. Em Ananindeua a Marcha para Jesus, também realizada ontem, reuniu cerca de 4 mil pessoas.. Nem a forte chuva afastou os fiéis. O evento evangélico foi realizado pela primeira vez naquele município e contou com dois trios elétricos, que conduziram os seguidores de várias igrejas e ministérios pelas ruas do conjunto Cidade Nova. Louvores e orações foram feitos durante toda a caminhada, que saiu por volta das 16 horas, da praça da Bíblia e terminou na rua arterial 18, com um show de música gospel.
"Sou santareno, residente
“Não há nada mais nojento do que o preconceito. Eu saí de casa e o meu filho de sete anos perguntou aonde eu ia. Disse que ia na parada gay e expliquei a ele. Qual é o problema de um homem gostar de outro homem e uma mulher de outra mulher? É a opção sexual de cada um. Isso é tão atrasado, tão medieval. Eu lamento que haja político atrasado”.A senadora Marina Silva (PV-AC), pré-candidata à Presidência, disse ontem que tem mantido "conversas informais" com líderes do PSOL, entre os quais a ex-senadora Heloísa Helena (AL), em torno da política de alianças para a campanha de 2010.
Marina, que veio a São Paulo dar uma palestra para alunos de direito internacional de uma faculdade privada, disse que a definição das alianças está a cargo de uma comissão montada pela direção do PV. A senadora citou como seus interlocutores "pessoais", além de Heloísa, os deputados federais Ivan Valente (SP) e Chico Alencar (RJ) e o senador José Nery (PA). A senadora disse que apoiará Heloísa Helena, caso ela confirme a candidatura ao Senado por Alagoas. (Fonte: Folha de S.Paulo)
Parte da festa oferecida em homenagem ao ministro José Antonio Dias Toffoli após a sua posse, no Supremo Tribunal Federal no último dia 23, em Brasília, foi patrocinada pela Caixa Econômica Federal.
A Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), que organizou a homenagem em parceria com outras entidades da magistratura, pediu R$ 50 mil à Caixa Econômica, a título de patrocínio para a festa.
Questionado pela Folha, o banco confirma que, do valor pedido, repassou R$ 40 mil.
A comemoração, para 1.500 pessoas, aconteceu no Marina Hall, casa de eventos numa área de 5 mil metros quadrados às margens do lago Paranoá, ponto nobre da capital federal.
O juiz federal Luiz Cláudio Flores da Cunha, do 6º Juizado Especial Federal do Rio de Janeiro, pretende questionar no Tribunal de Contas da União e no Ministério Público Federal a legalidade do patrocínio da CEF à festa. Ele entende que a associação dos juízes federais foi usada para ocultar o repasse de um órgão público para cobrir gastos de uma festa. Quer saber se a despesa foi regular.
"Não posso concordar com a Ajufe transformada em laranja. Não veria problema se a Caixa Econômica desse dinheiro para um evento cultural da Ajufe. Não poderia haver patrocínio para esse tipo de encontro", diz Flores da Cunha.
O juiz afirma não ter intenção de fragilizar a entidade, mas tornar a Justiça mais respeitada e transparente.
Ele foi procurado pela Folha depois do vazamento de e-mails em rede interna na internet. Em mensagem, o juiz chamava os diretores da Ajufe de "meros tesoureiros de "vaquinhas" que, se lícitas fossem, não se dariam desta forma".