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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Tristeza



Descanse em paz meu amigo ENIO NOGUEIRA SIROTHEAU, falecido na última sexta-feira em Santarém. Estudamos juntos no Colégio Dom Amando.

Aos seus familiares, as minhas condolências.

Ex-fiel da Igreja Universal não consegue dinheiro de volta

Uma ex-fiel que queria a devolução do dinheiro ofertado à Igreja Universal do Reino de Deus teve o pedido negado na justiça. De acordo com o processo, a mulher acusou a igreja de coagi-la e disse que fez a doação movida por um “ato emocional” e “impulsão”.
Em 2007, durante o evento “Fogueira Santa”, a ex-fiel doou à igreja R$ 500, mais a aliança de casamento, feita em ouro. Ela alegou ter entregado os bens a pedido de um pastor. Segundo a mulher, o pregador teria lhe dito que, caso a doação não fosse feita, “ela estaria servindo ao diabo”.
Em primeira instância, o pedido de devolução foi aceito. No entanto, a Igreja Universal do Reino de Deus recorreu, argumentando que “a prática da oferta remonta a milênios, está prevista na Bíblia Sagrada e é adotada por várias igrejas”. A juíza Milani Perini, do Colégio recursal dos Juizados Especiais Cíveis Criminais de Guarulhos (SP), acolheu o argumento. Para ela, não cabe ao Estado julgar se a igreja explora ou não os seguidores, nem se a forma de pregar desta ou daquela autoridade religiosa conduz os fiéis a determinada conduta. “Ambas as partes estavam no exercício regular de direitos e garantias constitucionais — a recorrente, de realizar seus cultos religiosos, segundo seus dogmas; e a recorrida, de exercer sua liberdade de crença”, sentenciou a magistrada.
(Fonte: Correio Braziliense Online)

Leitorado

De Azulino Culhão Roxo - bairro Sacramenta - Belém:
"Os jornais de hoje, em Belém, anunciam que o Clube do Remo já está tentando contratar dois jogadores do São Raimundo - Michell e Rafael Oliveira. É coisa de pobre metido a besta, senão vejamos o que dizem também os jornais: ´O Remo teve bloqueado, pela Justiça do Trabalho, mais R$ 68 mil do patrocínio da Unimed. Aumenta, assim, a angústia financeira dos azulinos`. Aliás, para tirar o Leão da lama, não são necessários apenas o Rafael e o Michell. É preciso, também, contratar a diretoria e a comissão técnica do Pantera santareno e, principalmente, a vibrante torcida mocoronga. Sem isso, leãozinho, continuarás no fundo do poço com timinho formado assim no esquema 3-4-3: DÍVIDA; INCOMPETÊNCIA, VAIDADE e LEILÃO; AMARO, FELÍCIO, TONHÃO e SÉRGIO CABEÇA (aquele da Escola Técnica, lembram?) UBIRAJARA, JOÃO SANTOS e WILTON MOREIRA. Quer dizer, os mesmos... coveiros".

No claudiohumberto.com.br

Os gastos do governo federal com cartões corporativos já atingiram mais de R$ 46,7 milhões em 2009. Só a Presidência da República já torrou quase R$ 10 milhões, dos quais R$ 9,7 milhões são sigilosos, com a desculpa de “garantia de segurança”. O Ministério da Justiça também adora os cartões: sem explicações sobre o destino da grana, a Polícia Federal já gastou mais de R$ 10,2 milhões em operações. Desde abril, houve aumento de 330 % nos gastos do governo com cartões corporativos: passaram de R$ 14 milhões para R$ 46 milhões.


Marcha para Jesus: protesto contra discriminação

Foi realizada ontem na Zona Norte de São Paulo, a "Marcha para Jesus". Em entrevista coletiva concedida no início da tarde, o bispo Estevam Hernandes, da Igreja Renascer, afirmou que o tema do evento deste ano - "Lutando contra Gigantes" - refere-se à luta contra a discriminação e o preconceito de que os evangélicos são vítimas.Hernandes não quis estimar o público presente à Praça Campo de Bagatelle, mas afirmou que ouviu falar em até 6 milhões de pessoas.

Em Ananindeua a Marcha para Jesus, também realizada ontem, reuniu cerca de 4 mil pessoas.. Nem a forte chuva afastou os fiéis. O evento evangélico foi realizado pela primeira vez naquele município e contou com dois trios elétricos, que conduziram os seguidores de várias igrejas e ministérios pelas ruas do conjunto Cidade Nova. Louvores e orações foram feitos durante toda a caminhada, que saiu por volta das 16 horas, da praça da Bíblia e terminou na rua arterial 18, com um show de música gospel.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Leitorado: E viva o Pantera Negra!

De L.R.Cavalcante - bairro Jurunas - Belém/Pará:

"Sou santareno, residente em Belém. Acompanhei o jogo do São Raimundo e. quando o Macaé fez 1 x 0 não perdi a esperança, certo de que o valente Pantera Negra haveria de reverter o placar e ser campeão, como aconteceu. Vibrei muito! Soltei foguetes e bebemorei com a minha família e amigos até altas horas de domingo. Valeu, time macho, time heróico! Mostramos ao Pará e ao Brasil a pujança do futebol mocorongo. A minha alegria não foi completa porque vi no palanque da entrega das medalhas e da taça de campeão brasileiro, a presença sorridente, hipócrita, desavergonhada de um elemento que prejudicou bastante o São Raimundo no campeonato paraense. Trata-se do presidente da Federação Paraense de Futebol, Antonio Carlos Nunes de Lima. Seria a ocasião dos alvinegros darem o troco dizendo na cara dele e com veemência: ponha-se daqui, tu és pessoa não grata ao São Raimundo e a Santarém. Mas, não, deixaram que ele participasse da festa como se fosse um dos que contribuíram para a conquista desse título tão honroso. É por isso e por tantas outras louvações a quem não merece que Santarém e os santarenos continuam na pior, não só no esporte, mas na cultura, na segurança pública, na saúde, enfim, em tudo. Gente, vamos virar esse jogo como fez o São Raimundo. Coloquemos a nossa auto-estima pra valer, expurgando do nosso meio essa cambada de trairas. Façamos valer a nossa dignidade"


Clonando Pensamento

“Não há nada mais nojento do que o preconceito. Eu saí de casa e o meu filho de sete anos perguntou aonde eu ia. Disse que ia na parada gay e expliquei a ele. Qual é o problema de um homem gostar de outro homem e uma mulher de outra mulher? É a opção sexual de cada um. Isso é tão atrasado, tão medieval. Eu lamento que haja político atrasado”.
(Governador do Rio, Sérgio Cabral, após participar ontem da 14a Parada do Orgulho Gay na praia de Copacabana)
-Foto: O Globo

Marina admite que negocia apoio do PSOL

A senadora Marina Silva (PV-AC), pré-candidata à Presidência, disse ontem que tem mantido "conversas informais" com líderes do PSOL, entre os quais a ex-senadora Heloísa Helena (AL), em torno da política de alianças para a campanha de 2010.

Marina, que veio a São Paulo dar uma palestra para alunos de direito internacional de uma faculdade privada, disse que a definição das alianças está a cargo de uma comissão montada pela direção do PV. A senadora citou como seus interlocutores "pessoais", além de Heloísa, os deputados federais Ivan Valente (SP) e Chico Alencar (RJ) e o senador José Nery (PA). A senadora disse que apoiará Heloísa Helena, caso ela confirme a candidatura ao Senado por Alagoas. (Fonte: Folha de S.Paulo)

domingo, 1 de novembro de 2009

A taça é do Pantera Negra santareno - 2 x 1 no Macaé

SÃO RAIMUNDO É CAMPEÃO BRASILEIRO DA SÉRIE "D"
Parabéns Pantera! Parabéns Santarém! Parabéns Pará!

Caixa pagou parte de festa em homenagem a Toffoli

Parte da festa oferecida em homenagem ao ministro José Antonio Dias Toffoli após a sua posse, no Supremo Tribunal Federal no último dia 23, em Brasília, foi patrocinada pela Caixa Econômica Federal.

A Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), que organizou a homenagem em parceria com outras entidades da magistratura, pediu R$ 50 mil à Caixa Econômica, a título de patrocínio para a festa.

Questionado pela Folha, o banco confirma que, do valor pedido, repassou R$ 40 mil.

A comemoração, para 1.500 pessoas, aconteceu no Marina Hall, casa de eventos numa área de 5 mil metros quadrados às margens do lago Paranoá, ponto nobre da capital federal.

O juiz federal Luiz Cláudio Flores da Cunha, do 6º Juizado Especial Federal do Rio de Janeiro, pretende questionar no Tribunal de Contas da União e no Ministério Público Federal a legalidade do patrocínio da CEF à festa. Ele entende que a associação dos juízes federais foi usada para ocultar o repasse de um órgão público para cobrir gastos de uma festa. Quer saber se a despesa foi regular.

"Não posso concordar com a Ajufe transformada em laranja. Não veria problema se a Caixa Econômica desse dinheiro para um evento cultural da Ajufe. Não poderia haver patrocínio para esse tipo de encontro", diz Flores da Cunha.

O juiz afirma não ter intenção de fragilizar a entidade, mas tornar a Justiça mais respeitada e transparente.
Ele foi procurado pela Folha depois do vazamento de e-mails em rede interna na internet. Em mensagem, o juiz chamava os diretores da Ajufe de "meros tesoureiros de "vaquinhas" que, se lícitas fossem, não se dariam desta forma".

Cunha pediu informações sobre o montante gasto na festa e sobre se havia previsão estatutária após ler notícias de que a Ajufe contratara um buffet com pratos quentes, uísque, vinho e espumantes. (Fonte: O Estado de São Paulo)