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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Palocci concluirá o mosaico que desenha o rosto do chefão

Por Augusto Nunes - Veja
Os devotos da seita que tem em Lula seu único Deus festejaram a delação de Joesley Batista, e a consequente derrocada de Michel Temer, com a euforia insensata típica de portadores de cérebros danificados pelo fanatismo. Ainda não descobriram que a presença de Temer entre os alvos prioritários da Lava Jato dinamitou a conversa fiada repetida a cada discurseira do palanque ambulante: a ofensiva anticorrupção desencadeada pela Justiça Federal de Curitiba não passa de uma trama concebida exclusivamente para destroçar o patrimônio eleitoral de Lula e desmoralizar o PT.

Sem álibis e sem saída, afundado até o pescoço no pântano infestado de larápios, o ex-presidente acaba de saber que o cerco está prestes a fechar-se: a delação premiada de Antonio Palocci fornecerá as peças que completam o mosaico que desenha, com chocante nitidez, o rosto e a alma do chefão do bando criminoso. Se alegar num tribunal que também não conhece Palocci, Lula só reforçará a suspeita de que, para escapar da cadeia, resolveu percorrer a rota que leva a uma clínica especializada em senilidade precoce.

É tempo de testemunhar

Por Cardeal Orani João Tempesta - Jornal do Brasil
Estamos assistindo, estarrecidos, a cenas de violências, corrupção, intolerâncias, guerras e atitudes várias que demonstram que os valores cristãos da ética, da moralidade, do respeito ao bem comum, pelo outro e pela convicção religiosa do irmão e da irmã deflagram uma guerra “por partes” (como se refere o Papa Francisco) pelo mundo afora, e também em nosso país. Temos hoje uma campanha, em todos os meios, de tentativa de ridicularizarão daqueles que não professam a fé cristã ou que, de maneira até equivocada, querem “satanizar” tudo o que significa os valores cristãos em nossa sociedade.

Vivemos em uma sociedade em que 99 por cento tem uma religião e destes, mais de sessenta por cento da população professa a fé católica. Entretanto hoje, com a “ditadura do politicamente correto”, temos visto vilipêndio de imagens sagradas, assaltos e desrespeito à Eucaristia, e tantos outros atos que aparecem em tantos comentários desairosos com relação àqueles que só querem fazer o bem ao outro, trabalhar pela sociedade e professar com tranquilidade sua fé. Existe a chamada “sociedade líquida”, quando não se assume compromissos e quando o que se deseja é o “quanto pior, melhor”.

"Galeria de Amigos": ARLINDO GONÇALVES

Eu e Arlindo, na alegria ou na tristeza, somos remistas de amor e paixão. Leããããooo!
Arlindo Gonçalves é engenheiro, casado com Roselis, uma mocoronga da gema, filha da dona Marita Gentil. E este meu querido amigão hoje está aniversariando. Parabéns, gente boa!

Hoje é o Dia da Imprensa

A data celebra o direito de todos os profissionais da mídia de investigar e publicar informações de forma livre. Informação é poder, e por isso a tentativa de controlar os meios de comunicação sempre existiu e se chama censura. A Censura é o contrário da Liberdade de Imprensa, e é comum nos regimes ditatoriais não democráticos. Mas a luta pela liberdade de imprensa é constante, porque mesmo nos regimes democráticos a censura pode aparecer, de variadas maneiras. Historicamente foram cometidos muitos crimes contra a liberdade de imprensa, principalmente durante a Ditadura Militar no Brasil.
Origem do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa
O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa foi criado pela UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura - no ano de 1993, para alertar sobre as impunidades cometidas contra centenas de jornalistas que são torturados ou assassinados como consequência de perseguições por informações apuradas e publicadas por estes profissionais.
De Carmem Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal 
"A imprensa cumpre um dos papéis mais importantes que se tem no estado democrático: um papel de fiscalização e controle da sociedade para, informando a sociedade, ser por ela fiscalizado pelo que a gente faz. É a imprensa livre, legítima e formadora, porque ela não é só informadora, especialmente em um país como o Brasil, em que grande parte das pessoas não dispõe de dados, de educação cívica ao lado da educação formal para exercerem livremente os seus direitos, que nós vamos ter então uma sociedade na qual as tecnologias sirvam para novos modelos de convivência democrática. E eu acho que é este o papel da imprensa, que convivendo com as novas tecnologias seja capaz de apresentar as informações para os cidadãos formem seu convencimento de maneira muito mais aprofundado e com conhecimento. E só a imprensa cumpre este papel".

Para presidente, Silvio Santos lidera pesquisa

Levantamento do Paraná Pesquisas mediu o potencial de voto de celebridades para o Planalto. Silvio Santos aparece em primeiro lugar, com 32,9% das intenções de voto, seguido por Luciano Huck (18,1%) e José Luiz Datena (17,5%).

Em cenário com Lula, Bolsonaro, Marina Silva e Joaquim Barbosa, Huck fica com o quinto lugar (7,3%), numericamente à frente do governador Geraldo Alckmin (6,4%).

No Diário do Poder - Claudio Humberto
Levantamento do Paraná Pesquisas mostra que Joaquim Barbosa, ministro aposentado do Supremo, é o favorito de 24,4% dos brasileiros, em caso de eleição indireta para presidente, seguido de Cármen Lúcia (13,2%) e FHC (11,9%). Mas 90,6% preferem eleições diretas mesmo.

De José Simão - Folha de SP

E o ministério do Temer? Parece motel: alta rotatividade. Parece clube de futebol: quando você decorou o time, já mudou tudo. Ele troca tanto que o ministro tem que perguntar: "Eu sou ministro de que mesmo?". "Tanto faz, o que importa é o foro!". E o Frankstemer não tem ministros, tem sinistros! O Sinistério! 
E o ministério do Temer virou o Abrigo dos Investigados!
Ministério do Temer é como Matte Leão. Já vem queimado!

Benefícios para poucos

Editorial - Folha de SP
Com frequência, avalia-se o papel do governo na distribuição da renda pelas dimensões do gasto em programas sociais. O impacto do setor público na desigualdade do país é, entretanto, mais amplo.

A tributação, por exemplo, será danosa aos pobres quando incidir de forma mais acentuada sobre o consumo de bens e serviços, em vez de concentrar-se em lucros, salários e ganhos financeiros. É o caso do sistema brasileiro.

Subsídios e desonerações de impostos obtidos por alguns setores, não raro de forma pouco transparente, são outros fatores de transferência de riqueza aos estratos mais abonados da sociedade.

Sem contrapartidas claras e mensuráveis, tais dispêndios se convertem em privilégios injustificáveis. Também nesse quesito, o país deixa muito a desejar.

Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), no ano passado foram concedidos R$ 107 bilhões em subsídios de diversas modalidades ao setor privado.

Os maiores volumes decorrem de empréstimos do BNDES com juros abaixo das taxas de mercado. A diferença é coberta pelo Tesouro Nacional —ou seja, pelo contribuinte. Apenas em 2016, o custo foi de R$ 29 bilhões, alta de R$ 10 bilhões em relação ao ano anterior.

O caso do Fies (programa voltado ao financiamento do ensino superior) também merece atenção. As transferências do Tesouro ao fundo somaram R$ 19 bilhões no ano passado, sendo mais da metade na forma de subvenção.

Bandeira do governo Dilma Rousseff (PT), o Fies chegou a financiar 700 mil estudantes entre 2013 e 2014. Com inadimplência próxima a 50% e rombos crescentes, passou por cortes drásticos nos últimos dois anos.

Segundo análise do TCU, o programa distribuiu bolsas de forma pouco criteriosa, contemplando alunos que poderiam arcar com as mensalidades, e favoreceu em demasia as empresas do setor.

Outros levantamentos do tribunal constataram que os principais programas de estímulo à indústria não trouxeram vantagens relevantes para a coletividade.

A Lei de Informática custou R$ 25 bilhões, entre 2006 e 2014, na forma de descontos no Imposto sobre Produtos Industrializados. As empresas beneficiadas deveriam ter investido 5% desse montante em pesquisa, mas apenas metade delas honrou o compromisso.

Como se vê, são falhas ou inexistentes as análises de custo-benefício que deveriam nortear qualquer política pública. Sem controle adequado, interesses particulares continuam a desfrutar de acesso relativamente fácil ao Orçamento.

Acabar com tal permissividade é passo essencial para superar nossa intolerável desigualdade.

Joesley Batista conta como a JBS se tornou, em menos de 4 anos, a maior produtora de carne bovina do mundo.

Do blog "Direto da Fonte" (Sonia Racy) - Estadão
Esta foi a primeira entrevista que Joesley Batista deu na vida. Foi em agosto de 2008, quando o grupo JBS faturava US$ 20 bilhões (hoje são US$ 170 bi) e já obtinha 80% de sua receita no exterior. 
Na linha ‘Vale a Pena Ler de Novo’, aqui vai a reprodução:
 
Ao me receber na sede da JBS – no antigo edifício do frigorífico Bordon –, Joesley Batista, presidente global da empresa, se mostra algo desconfortável. Pudera, não gosta de sair na imprensa, defende que o grupo tenha imagem institucional e procura ser totalmente no profile. “Foto? Nem pensar. Não queremos a família como a cara da empresa. Ela hoje tem presidente executivo (Marcus Pratini de Moraes) e estrutura própria”, justifica.
 
Mesmo assim, aceita contar parte da história do grupo, que se mistura umbilicalmente com a da família. O nome Joesley vem de uma mistura de José, seu pai, com Wesley, seu irmão. Foi o pai José que começou do nada a empresa que hoje fatura algo como US$ 22 bilhões por ano e está espalhada pelo mundo.
 
Espantados? O fato é que os frigoríficos brasileiros começaram um círculo virtuoso da desvalorização cambial para cá. Exportaram muito, construíram muito e aumentaram muito a capacidade instalada e os abates. “Isso era bom para o frigorífico e ruim para o produtor. Hoje está bom para o produtor e ruim para os frigoríficos”, analisa Joesley, lembrando que a bolha estourou.“Infelizmente, vamos reviver uma onda de falências no Brasil”, avisa. As margens de lucro estão diminuindo e as dívidas, aumentando. “Nossa sorte é que hoje o Brasil representa somente 20% da nossa receita. Portanto, estamos preparados para viver pelo menos três anos com margem zero por aqui.” A seguir, trechos da conversa.

Como seu pai, aos 50 anos de idade, resolveu passar para os filhos a empresa que construiu do zero?  
Isso é muito moderno. Mas, acredite, não foi nada programado. Aliás, quando comecei a trabalhar no Grupo, meu pai já não estava mais na empresa. Estava só o Júnior, meu irmão mais velho. Eu tinha sido gerente de uma fábrica pequena em Goiás e gerente-geral de um frigorífico nosso.
As meninas também trabalham na empresa? 
Trabalham sim, os cunhados, não. Minha mãe criou os filhos praticamente sozinha. Meu pai viajava muito. A partir dos meus 16 anos, ele assumiu a responsabilidade pelos filhos homens e minha mãe continuou a cuidar das meninas. Ele nunca foi de levar os filhos para ver boi. Pelo contrário, até bem grandinho eu não sabia diferenciar boi de vaca. Foi só aos 16 anos que começamos a acompanhá-lo. Meu pai sempre foi um homem duro e prático. Nunca adiantava pedir opinião para ele. Achava que tínhamos de resolver tudo sozinhos. E até hoje é assim.
Mais aqui >Entrevista de Joesley Batista

É isto a justiça?

Editorial - Estadão
O juiz federal Sérgio Moro defendeu as delações premiadas, dizendo que, sem elas, “não teria sido possível descobrir os esquemas de corrupção no Brasil”. Segundo o magistrado, “a ideia é usar um criminoso menor para chegar ao maior, para pegar os grandes”. Quanto ao fato de os delatores terem sua pena abrandada ou até ganharem a liberdade, Sérgio Moro afirmou que “é melhor você ter um esquema de corrupção descoberto e algumas pessoas punidas do que ter esse esquema de corrupção oculto para sempre”, ou seja, “é melhor ter alguém condenado do que ninguém condenado”.

Trata-se de uma visão muito peculiar de justiça. Não se pode negar que as delações premiadas foram importantes para puxar o fio da meada que levou o País a conhecer o petrolão, maior esquema de corrupção da história nacional. O problema é que, atualmente, a julgar pelo que chega ao conhecimento do público, as múltiplas acusações feitas pelo Ministério Público contra figurões do mundo político estão baseadas somente, ou principalmente, nas delações, sem que venham acompanhadas de provas materiais suficientes para uma condenação. Quando muito, há provas testemunhais, nem sempre inteiramente dignas de crédito ou confiança.

Criou-se um ambiente em que as delações parecem bastar. Se é assim, o objetivo não é fazer justiça, mas uma certa justiça. Aliás, ensinava o juiz Oliver W. Holmes que juiz não faz justiça, aplica a lei. Há tempos ficou claro que certos membros do Ministério Público têm a pretensão de purgar o mundo político daqueles que consideram nocivos. Para esse fim, basta espalhar por aí, por meio de vazamentos deliberados, que tal ou qual político foi citado nesta ou naquela delação para que o destino do delatado esteja selado, muito antes de qualquer tribunal pronunciar sua sentença.

Foi exatamente o que aconteceu no episódio envolvendo o presidente Michel Temer. Em mais um vazamento de material em poder do Ministério Público, chegou ao conhecimento dos brasileiros uma gravação feita pelo empresário Joesley Batista com Temer na qual o presidente, segundo se informou, teria avalizado a compra do silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha. Quando a íntegra da gravação foi finalmente liberada, dias depois, constatou-se que tal exegese era, no mínimo, controvertida. Mas em todo o episódio prevaleceu a interpretação feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para quem o diálogo é expressão cabal de uma negociata – e isso bastou para Temer ser visto por muitos como imprestável para permanecer no cargo de presidente. Assim é a política, como bem sabem os vazadores.

Enquanto isso, o empresário Joesley Batista, por ter grampeado o presidente da República para flagrá-lo em suposto ato de corrupção e por ter informado ao Ministério Público que deu dinheiro para quase 2 mil políticos com o objetivo de suborná-los, não passará um dia sequer na cadeia nem terá de usar tornozeleira eletrônica. Poderá até morar nos Estados Unidos, para onde já levou a maior parte de seus negócios. Isso, nos termos do escandaloso acordo de delação endossado pelo sr. Janot.

Se é verdade, como diz o juiz Sérgio Moro, que o objetivo dos paladinos do Ministério Público é “pegar os grandes” criminosos, como explicar que alguém que confessa crimes dessa magnitude, como fez Joesley Batista, não será punido? A resposta é muito simples: o objetivo não é pegar os grandes criminosos, mas apenas aqueles que, na visão dos procuradores da República, devem ser alijados da vida nacional – isto é, os políticos. Ainda que nenhuma prova apareça para corroborar as acusações, o estrago já estará feito. E, no entanto, há muitos políticos honestos neste país.

Assim, as delações se tornaram instrumentos eminentemente políticos. Na patética articulação em curso para encontrar um “substituto” para Temer caso o presidente caia, a primeira qualificação exigida é que o nome do candidato não tenha sido sussurrado por nenhum delator. Só então será considerada sua capacidade de governar o País. Essa é a prova de que a agenda nacional, em meio a uma das mais graves crises da história, foi definitivamente contaminada pelo pressuposto de que o Brasil só será salvo se a classe política for desbaratada, como se fosse uma quadrilha. Isso não costuma dar boa coisa.

A verdade sobre a CASF

Inúmeros dos meus ex-colegas de trabalho do BASA, hoje aposentados, e que são associados da CASF- Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco da Amazônia, enviaram através de e-mails e mensagens via WhatsApp, pedidos para que eu informasse algo sobre os boatos que surgiram nas redes sociais, dando conta de que os hospitais e clinicas conveniadas, estariam recusando atendimentos aos "casfeanos", alegando falta de pagamento por parte da referida instituição, de serviços já prestados. Sem demora, entrei em contato com o presidente, meu amigo Madison Paz de Souza, e dele recebi as devidas explicações (leia, abaixo) sobre a real situação dos Planos de Saúde que são disponibilizados aos associados da CASF. Agradeço a gentileza do Madson e, também, a participação do jornalista Francisco Sidou, valoroso colaborador deste blog, pelo seu empenho para tornar possível esta postagem que, certamente, amenizará a preocupação reinante entre nós, os "velhinhos", que dependemos da assistência da Casf, para cuidar de nossas saúdes.
Leia, aqui >CASF: Atendimento continua normal