Fale com este blog

E-mail: ercio.remista@hotmail.com
Celular/watsap: (91) 989174477
Para ler postagens mais antigas, escolha e clique em um dos marcadores relacionados ao lado direito desta página. Exemplo: clique em Santarém e aparecerão todas as postagens referentes à terra querida. Para fazer comentários, eis o modo mais fácil: no rodapé da postagem clique em "comentários". Na caixinha "Comentar como" escolha uma das opções. Escreva o seu comentário e clique em "Postar comentário".

sábado, 2 de setembro de 2017

Estupradores despertam em mim ímpetos de violência, a custo contidos

Líbero de 02 de Set. 2017
Por Drauzio Varella - Folha de SP
Estupradores despertam em mim ímpetos de violência, a custo contidos. Tive o desprazer de entrar em contato com muitos deles nos presídios. No antigo Carandiru, cumpriam pena isolados nas celas do último andar do Pavilhão Cinco, única maneira de mantê-los a salvo do furor assassino da massa carcerária.

Ao menor descuido da segurança interna, entretanto, eram trucidados com requintes de crueldade. As imagens dos corpos mutilados trazidos à enfermaria para o atestado de óbito até hoje me perseguem.

Para livrá-los da sanha dos companheiros de prisão, a Secretaria da Administração Penitenciária foi obrigada a confiná-los num único presídio, no interior do Estado.

Nas áreas das cidades em que a Justiça caiu nas mãos dos tribunais do crime organizado, o estuprador em liberdade não goza da mesma benevolência. 

No Diário do Poder - Claudio Humberto

Conversa mole
A pelegada ligada aos bancários espalha que o governo vai privatizar o Banco do Brasil. E chama de “desmonte” a reestruturação destinada a reduzir custos e privilégios e a melhorar a eficiência do BB. Tudo lorota.
O declínio de Lula
As aparições de Lula diante de reduzidas plateias no Nordeste, e ser recebido em Campina Grande (PB) aos gritos de “Lula, ladrão, seu lugar é na prisão”, mostram que o reinado do petista parece no fim.

Vale a pena ler: A encrenca da Renca

Por Jose Mauricio de Barcellos, ex Consultor Jurídico da CPRM e advogado.
Inicialmente, não encontro razões para defender este Governo que aí está porque, tal como os anteriores, o considero basicamente corrupto e incompetente. Inobstante, diferentemente do tempo da “presidanta”, reconheço que, aqui ou acolá, às vezes, surge uma medida adequada.

Assim, há que se prestigiar logo a iniciativa quando correta, pois para se colocar contra algo que representa o “fazer acontecer” neste País - como adiante se verá - sempre aparecem para a mídia vendedora de qualquer notícia as opiniões medíocres dos neófitos e cantantes de carteirinha normalmente adeptos da esquerda imbecil, além dos pseudosdefensores das minorias ou dos fundamentalistas da estagnação ecológica.

É de se esperar. Em uma sociedade em que modelo de passarela e artista de televisão são ídolos e jogador de futebol é herói, facilmente proliferam os palpites infelizes do leigo ou do despreparado. A esses se acrescentem os arroubos histéricos de um senador com voz melosa e cara de “menino amarelo”, além da pavonice de gente do “Mistério Público” apoiada pela decisão de um magistrado semideus e pronto: tudo continuará estagnado. Como um dia disse a canção da antiga roqueira: “tem sempre um aiatolá pra atolar”.

É o que ocorre com o caso referente à extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (RENCA). O que vem a ser isso?

Dias atrás o Governo editou um Decreto que aboliu a Reserva Nacional do Cobre e Associados (RENCA). Instituída em 1984, pelo então Presidente João Baptista de Oliveira Figueiredo, essa Reserva bloqueia uma área de 46.450 Km² (maior que a Dinamarca ou a Suíça), está localizada nas divisas dos estados do Pará e Amapá, e preserva tal área para que a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais-CPRM (estatal da estrutura do Ministério de Minas e Energia–MME) seja a única a pesquisar minério no interior dela.

Isto é fato, e no que me diz respeito, sou testemunha ocular do mesmo, pois estava na nesta ocasião na CPRM, onde cumpri uma carreira de quase quatro décadas.

A RENCA foi instituída em virtude da estratégia política adotada à época, pelo extinto Conselho de Segurança Nacional-CSN, para a região do Baixo Amazonas cujas ações passaram a ser administradas pelo GEBAM-Grupo Executivo do Baixo Amazonas, liderado pelo ultranacionalista Almte. Gama e Silva.

A grande preocupação dos militares naqueles tempos era com a ocupação por parte de estrangeiros de vastas áreas na região, da qual poderiam decorrer futuras pretensões de domínio das respectivas terras, o que era insuportável e conflitante com os interesses nacionais.

A rigor, a criação da RENCA foi o instrumento utilizado pelos militares para justificar a presença permanente do Estado naquelas glebas, encravando uma “estaca patriótica” no coração dos interesses alienígenas. Os depósitos de cobre conhecidos eram efetivamente o que menos importava. Tudo era “Questão de Segurança Nacional”.

É importante esclarecer, de imediato, que nunca ficou vedada a exploração mineral na área, cabendo à CPRM pesquisar e cubar a jazida para, posteriormente, negociá-la com a iniciativa privada. É igualmente relevante enfatizar que a RENCA é uma “reserva mineral”, que jamais atingiu quaisquer “reservas indígenas” ou “reservas ambientais”.

Cai, assim, por terra, a gritaria inconsequente dos que mesmo não entendendo nada de mineração, de pesquisa mineral ou de Amazônia, não se acanham de deitar falação contra a “entrega de nossas riquezas às potencias estrangeiras”. Dizia Roberto Campos que “A burrice, no Brasil, tem um passado glorioso e um futuro promissor”. Por conta disso é que há muito se grita neste País que “A Amazônia é Nossa” ou “Fora Com Os Imperialistas Estrangeiros”. Sem dúvida que é ou que o capital sempre há que ser posto em rígido regime, mas isto não justifica que os minérios que lá se encontram, deva continuar enterrados como cadáveres geológicos, isto é, riquezas imensas inaproveitáveis de uma nação pobre.

Os “especialistas da idiotice” não sabem, mas os trabalhos de prospecção mineral na região amazônica demandam vultosas quantias de recursos financeiros e os índices de sucesso são sempre baixos. As dificuldades operacionais para se realizarem as pesquisas em regiões de florestas tropicais requerem o uso intensivo de helicópteros, pequenas aeronaves, montagem de acampamentos, um detalhado planejamento operacional, sempre dependentes das chuvas quase diárias.

Posto que tudo quanto fica ao encargo do Governo neste País é mal gerenciado e não dá certo, para a pesquisa na área da RENCA foram destinados à CPRM parcos e insuficientes recursos, com os quais, contudo, graças a excelência de seu corpo técnico, ainda se identificaram a existência de depósitos de ouro e, secundariamente, titânio, fosfato, cromita, cobre/prata, níquel/platina, tântalo, ferro e manganês. Porém investimento efetivo e significativo não ocorreu.

Desde a sua criação a RENCA tem sido motivo de críticas permanentes para a comunidade geológica nacional, numa rara unanimidade no setor, que a identifica como uma excrescência burocrática desvinculada de qualquer fundamento técnico, científico ou de desenvolvimento.

A mineração em todas suas formas (inclusive o garimpo) tem que ser normatizada e duramente fiscalizada com competência pelo Estado, mas quem tem que investir nela é a iniciativa privada, venha de onde vier o capital. Se no passado o entendimento contrário já se dizia ultrapassado agora, então, é inaceitável, pelo que não se justifica a manutenção deste boqueio.

Quando notei, entretanto, a campanha contra a decisão que extinguiu a RENCA, promovida pela imprensa oportunista, ornada com fotos da nata dos políticos hipócritas e de suas ridículas faixas de protesto, pensei: a esquerda maldita conseguiu novamente. Não deu outra coisa. Este Governo fraco, tonto e desprestigiado voltou atrás, suspendeu os efeitos do Decreto e agora vamos para as discussões idiotas que não levam a nada, num assembleísmo sem fim com seus encontros e reuniões custeados pelo dinheiro do povo. Triste sorte Brasil!

Relevem os “desambientalistas do atraso”, mas onde houver investimento empresarial sério com atividade sustentável, se maximiza o aproveitamento dos bens minerais e a “desordem garimpeira marginal e predatória” desaparece.

Quem é do ramo bem sabe disso e há muito tempo. O chororô fica apenas por conta da esquerda mal intencionada que sempre vê nesses nichos ou cartórios públicos a chance de se criar ali mais um sem número de estatais para dar emprego para os “militantes da boquinha”. Ô País difícil!
Mais aqui > Governo promove desmanche ambiental por apoio no Congresso

Miguel das Freiras: 60 anos de muito amor

 Em primeiro plano, Noemia, Miguel e Edinaldo. Atrás, familiares.
Seu nome de batismo é Miguel Maciel, mas é chamado e conhecido pelo apelido: Miguel das Freiras. Este meu dileto amigo festejou no dia 20 de agosto, 60 anos (Bodas de Diamante) de união com a sua querida Noemia, em uma bonita festa com a presença de familiares e muitos amigos, entre eles, o casal Edinaldo e América Mota. Miguel reside na Colônia São José, no planalto santareno, bem pertinho do Orfanato São José, onde trabalhou por muitos anos como motorista das freiras que comandavam a referida instituição católica, daí a alcunha "Miguel das freiras". Nos anos 60/70, eu e Edinaldo frequentávamos bastante o bar/restaurante do Miguel, ao lado de sua residência, e lá tomávamos muitas "geladas" após participarmos com os nossos colegas da Rádio Rural, de jogos de futebol-pelada no campinho existente no local, enfrentando o "time da comunidade". Parabéns, Miguel e dona Noemia. Sejam felizes, sempre, é o meu desejo.
Foto: da coluna social da minha amiga Graça Gonçalves, que registrou o evento.


"Galeria de Amigas": ROSALBA MONTEIRO PENA (in memoriam)

Pessoa maravilhosa e muito querida pelos seus ex-colegas e clientes do Banco da Amazônia. Trabalhamos juntos nas agências de Santarém e Belém-Centro. Faleceu, em Santarém, sua terra natal, em 2007.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Pobre bilionária

Mavis Wanczyk, of Chicopee, Mass., stands by a poster of her winnings during a news conference where she claimed the $758.7 million Powerball prize at Massachusetts State Lottery headquarters, Thursday, Aug. 24, 2017, in Braintree, Mass. Officials said it is the largest single-ticket Powerball prize in U.S. history. At left is state treasurer Deb Goldberg. 
Por Ruy Castro - Folha de SP
Na semana passada, uma mulher de 53 anos, Mavis Wanczyk, agente de saúde de um hospital em Chicopee, no Estado de Massachusetts, nos EUA, acertou sozinha os seis números de uma loteria e ganhou US$ 758,7 milhões —R$ 2,385 bilhões. É o maior prêmio já pago a uma só pessoa na história do jogo. Mavis poderá receber tudo de uma vez, se quiser, ou em parcelas anuais —cerca de US$ 26 milhões por ano, ou US$ 2,2 milhões por mês, pelos próximos 29 anos.

Muito melhor do que os US$ 2.000 que ganhava mensalmente para encaminhar pessoas ou famílias para os serviços de saúde, o que fez durante 32 anos, desde os seus 21. Quando soube do prêmio, Mavis ligou logo para o hospital, pedindo demissão. Fez bem —imagine o fuzuê que sua presença provocaria nas instalações. Pois é isso que quero dizer. Temo que, por causa do prêmio, a vida de Mavis tenha acabado.

Chicopee é uma cidade de 55 mil almas. Tem 24 km², algo assim como Patos de Minas (MG) ou Jaboatão dos Guararapes (PE). No tão democrata Massachusetts, Chicopee escapou por pouco de eleger Donald Trump. Deve ser difícil para uma pessoa gastar US$ 2,2 milhões por mês em retroses e sianinhas no comércio local.

Por mais pacata a vida em Chicopee, Mavis nunca mais poderá passear a pé por suas ruas. Terá de locomover-se em caravanas de carros blindados, cercada de seguranças que a protejam de sequestros. Divorciada e com dois filhos, deve estar sendo visitada por centenas de amigos e parentes que nunca viu antes. E banqueiros, investidores e irresistíveis caça-dotes já começaram a fazer fila em sua porta.

Mavis deveria mudar-se, quem sabe, para as fabulosas Xangai, Cingapura ou Abu Dhabi. Mas como e para quê, se nunca pôs os pés fora de Chicopee? E nem nesses paraísos estará segura. Eles vivem infestados de brasileiros.

Clonando Pensamento Idosos e velhos

De Jorge José de Jesus Ricardo (Jocardo)
"IDOSA é a pessoa que tem muita idade; VELHA é a pessoa que perdeu a jovialidade. A idade causa degeneração das células; a velhice causa degeneração do espírito. Por isso, nem todo idoso é velho e há velho que nem chegou a ser idoso.

O idoso se renova a cada dia que começa, o velho se acaba a cada noite que termina, pois, enquanto o idoso tem seus olhos postos no horizonte, de onde o sol desponta e a esperança se ilumina, o velho tem sua miopia voltada para os tempos que passaram. O idoso tem planos, o velho tem saudades.

O idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e prenhe de esperança. Para ele, o tempo passa rápido e a velhice nunca chega. O velho cochila no vazio de sua vidinha e suas horas se arrastam, destituídas de sentido. As rugas do idoso são bonitas porque foram marcadas pelo sorriso; as rugas do velho são feias porque foram vincadas pela amargura.

Em suma, o idoso e o velho são duas pessoas que até podem ter no cartório, a mesma idade cronológica, mas o que têm são idades diferentes no coração".

Frescuras...

Agora, nos anúncios de cursos, seminários, palestras, etc., não é mais mencionado "Preço da inscrição", mas sim, "Preço do investimento". Chique, não? Espera-se que a qualidade do que é oferecido seja satisfatória.

Triste fim

O Yamada Plaza, é um dos poucos supermercados do grupo empresarial Y. Yamada, que ainda está funcionando em Belém, mas, como os outros, recebe pouquíssimos fregueses. A foto foi tirada ontem (31/08) às 10h, e mostra o triste estado de decadência em que se encontra. Apenas um Caixa aberto e as gôndolas quase todas vazias, sem reposição de estoque de produtos.  

"Galeria de Amigos": PAULO FERNANDO DE OLIVEIRA (in memoriam)

Durante 35 anos, vindo de Recife(PE), viveu em Santarém, onde foi empresário e ex-presidente da Associação Comercial, Rotary Clube e APAE. Morreu ontem (31/08) em Manaus, aos 80 anos de idade. 
É difícil suportarmos a dor da despedida de um amigo, principalmente quando a partida é para nunca mais voltar. É um momento de tristeza e nossos corações se preparam para viver uma grande saudade. Descanse em paz, amigão!