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quinta-feira, 2 de janeiro de 2020
Vale a pena ler: Caminho seguro
Editorial da Folha de SP
Causa consternação descobrir, em pesquisa Datafolha, que quase três quartos (72%) dos brasileiros aptos a votar têm medo de sair às ruas depois do anoitecer. Entre as mulheres, sentem-se ameaçadas 79% das ouvidas.
No primeiro semestre de 2019, houve 22% menos vítimas de homicídios do que no período correspondente de 2018. Não deixa de ser preocupante constatar índices tão elevados de percepção de insegurança mesmo quando as estatísticas apontam uma redução sustentada da criminalidade, o que acontece desde o final de 2017.
Assim como a evolução do número de delitos, a sensação de insegurança se condiciona por um grande número de fatores, como tantos fenômenos sociais que não se deixam reduzir a causas únicas. A própria população parece intuir que a criminalidade não aumenta nem diminui em consequência de uma só medida governamental.
O maniqueísmo imperante no debate nacional, no que respeita à segurança pública, costuma opor investimento social, numa antípoda, ao fortalecimento do aparelho de segurança, na outra. Em especial com a eleição do presidente Jair Bolsonaro, ganhou tração na sociedade a ideia de que só a repressão policial pode conter a violência.
O Datafolha mostra que essa visão fica distante de ser majoritária. É verdade que 41% opinam ser mais eficaz destinar recursos ao setor de segurança, como prover mais treinamento e melhores equipamentos aos policiais.
Contingente considerável, mas significativamente inferior aos 57% que priorizam os investimentos sociais para diminuir o desemprego ou melhorar a educação.
Outra maneira de interpretar a pesquisa apontaria que a própria divisão entre entrevistados, não muito desequilibrada, reflete o caráter multifatorial da criminalidade. Parece quase impossível alcançar um consenso quando se trata de assinalar sua causa principal e, por consequência, eleger a política certeira que pudesse dar cabo dela.
A razão é simples: não existe bala de prata, nessa matéria como em tantas outras. Aliás, uma das dificuldades para enfrentar a questão de modo eficiente está na própria disjuntiva —ou investimento social, ou investimento na repressão.
O governante dotado de bom senso sabe que não pode prescindir da seguridade e do ensino público de qualidade, o que independe de consequências futuras na redução da violência urbana.
No curto e no médio prazo, os delitos não diminuirão sem um trabalho de investigação e inteligência policial, acompanhado do patrulhamento ostensivo com objetivo de dissuadir e não de aterrorizar.
Editorial da Folha de SP
Causa consternação descobrir, em pesquisa Datafolha, que quase três quartos (72%) dos brasileiros aptos a votar têm medo de sair às ruas depois do anoitecer. Entre as mulheres, sentem-se ameaçadas 79% das ouvidas.
No primeiro semestre de 2019, houve 22% menos vítimas de homicídios do que no período correspondente de 2018. Não deixa de ser preocupante constatar índices tão elevados de percepção de insegurança mesmo quando as estatísticas apontam uma redução sustentada da criminalidade, o que acontece desde o final de 2017.
Assim como a evolução do número de delitos, a sensação de insegurança se condiciona por um grande número de fatores, como tantos fenômenos sociais que não se deixam reduzir a causas únicas. A própria população parece intuir que a criminalidade não aumenta nem diminui em consequência de uma só medida governamental.
O maniqueísmo imperante no debate nacional, no que respeita à segurança pública, costuma opor investimento social, numa antípoda, ao fortalecimento do aparelho de segurança, na outra. Em especial com a eleição do presidente Jair Bolsonaro, ganhou tração na sociedade a ideia de que só a repressão policial pode conter a violência.
O Datafolha mostra que essa visão fica distante de ser majoritária. É verdade que 41% opinam ser mais eficaz destinar recursos ao setor de segurança, como prover mais treinamento e melhores equipamentos aos policiais.
Contingente considerável, mas significativamente inferior aos 57% que priorizam os investimentos sociais para diminuir o desemprego ou melhorar a educação.
Outra maneira de interpretar a pesquisa apontaria que a própria divisão entre entrevistados, não muito desequilibrada, reflete o caráter multifatorial da criminalidade. Parece quase impossível alcançar um consenso quando se trata de assinalar sua causa principal e, por consequência, eleger a política certeira que pudesse dar cabo dela.
A razão é simples: não existe bala de prata, nessa matéria como em tantas outras. Aliás, uma das dificuldades para enfrentar a questão de modo eficiente está na própria disjuntiva —ou investimento social, ou investimento na repressão.
O governante dotado de bom senso sabe que não pode prescindir da seguridade e do ensino público de qualidade, o que independe de consequências futuras na redução da violência urbana.
No curto e no médio prazo, os delitos não diminuirão sem um trabalho de investigação e inteligência policial, acompanhado do patrulhamento ostensivo com objetivo de dissuadir e não de aterrorizar.
Bares/botecos preferidos
Toda cidade tem seus bares/botecos tradicionais, muitos com décadas de existência e que costumam ter freguesia cativa. Para muitas pessoas, frequentar um mesmo lugar durante anos, ser conhecido e conhecer o dono, chamar o garçom pelo nome, são prazeres valiosos. Eu pergunto: amigo(a), qual o seu bar/boteco preferido? E garçom? Lembra de algum especial? Eu, não esqueço do atendimento eficiente e cordial que eu recebia do Ligeireza, no Bar Mascote, e Itamar nas festas do Centro Recreativo, em Santarém.
Toda cidade tem seus bares/botecos tradicionais, muitos com décadas de existência e que costumam ter freguesia cativa. Para muitas pessoas, frequentar um mesmo lugar durante anos, ser conhecido e conhecer o dono, chamar o garçom pelo nome, são prazeres valiosos. Eu pergunto: amigo(a), qual o seu bar/boteco preferido? E garçom? Lembra de algum especial? Eu, não esqueço do atendimento eficiente e cordial que eu recebia do Ligeireza, no Bar Mascote, e Itamar nas festas do Centro Recreativo, em Santarém.
Era só o que faltava para me desagradar ontem, primeiro dia do ano novo. Um abestado, querendo intrometer-se no que faço constar no meu blog e nesta página, mandou-me e-mail perguntando: "Ercio, qual o critério que usas para postar nomes e fotos de pessoas na tua Galeria de Amigos?"
Eu respondi assim: "Quem escolhe, quem elege as minhas amizades, sou eu, exclusivamente, com base nos meus sentimentos de benquerença, respeito e admiração por cada um deles e delas, amigos e amigas. Copiou? Daí o motivo de ficares de fora".
Eu respondi assim: "Quem escolhe, quem elege as minhas amizades, sou eu, exclusivamente, com base nos meus sentimentos de benquerença, respeito e admiração por cada um deles e delas, amigos e amigas. Copiou? Daí o motivo de ficares de fora".
quarta-feira, 1 de janeiro de 2020
Tim-tim
José Wilson Malheiros da Fonseca está trocando de idade hoje.
Zé, almejo que Deus te proporcione muitos anos de vida para que eu possa continuar desfrutando com prazer imenso da tua amizade sincera e carinhosa. Parabéns, meu amigão! Parabéns, santareno de amor e paixão!
Atualização às 10h11
Cometi um equívoco devido a uma anotação incorreta na minha agenda de eventos sociais. O aniversário do Zé Wilson não é hoje, e sim, dia 23 de maio. De qualquer maneira, fica valendo o meu desejo de tê-lo como amigo por longos anos.
Zé, almejo que Deus te proporcione muitos anos de vida para que eu possa continuar desfrutando com prazer imenso da tua amizade sincera e carinhosa. Parabéns, meu amigão! Parabéns, santareno de amor e paixão!
Atualização às 10h11
Cometi um equívoco devido a uma anotação incorreta na minha agenda de eventos sociais. O aniversário do Zé Wilson não é hoje, e sim, dia 23 de maio. De qualquer maneira, fica valendo o meu desejo de tê-lo como amigo por longos anos.
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