Fale com este blog

E-mail: ercio.remista@hotmail.com
Celular/watsap: (91) 989174477
Para ler postagens mais antigas, escolha e clique em um dos marcadores relacionados ao lado direito desta página. Exemplo: clique em Santarém e aparecerão todas as postagens referentes à terra querida. Para fazer comentários, eis o modo mais fácil: no rodapé da postagem clique em "comentários". Na caixinha "Comentar como" escolha uma das opções. Escreva o seu comentário e clique em "Postar comentário".

sábado, 2 de setembro de 2023

 LEITORADO

De Flávio Cordeiro, reside em Belém:
"Está notícia causou indignação à brava torcida do Clube do Remo, que após a vergonhosa participação do time na Série C, esperava que desapareçam da vidal do Leão Azul, figuras manjadas que já causaram muitos problemas. Mas não foi isto que aconteceu, porque Eduardo Ramos foi convidado pelo pré-candidato à presidente, Marco Antônio Pina, para fazer parte do futebol azulino em caso de vitória na eleição e o ex-jogador aceitou o convite. Não tem jeito, vai continuar o soifrimento dos azulinos de amor e paixão, como eu. Tô pra fazer o que minha família pede tanto: troca de time!"

SANTARÉM DA SAUDADE 

Nos anos 60/70 era tudo muito simples, mas os desfiles de 7 de setembro e do Dia da Raça (dia 5) eram muito bem organizados pelas escolas, pelos clubes esportivos, pelos poderes públicos, pelas igrejas, pelas famílias, enfim, pelo povo santareno que sempre prestigiava bastante todos os eventos em homenagem à Pátria. Os desfiles começavam na Praça de São Sebastião e percorriam as ruas Adriano Pimentel e João Pessoa até chegar à Praça da Matriz, onde era armado o palanque destinado às autoridades. Depois, acontecia a dispersão dos desfilantes lá pra banda da Praça Rodrigues dos Santos. Posteriormente, mas não lembro a partir de quando, os desfiles da Semana da Pátria passaram a ser realizados na avenida Barão do Rio Branco.


GENTE QUERIDA

Manoel Maria Barbosa sos Santos, também  chamado de Mamá ou Manė, nasceu em Belém, mas na sua infância e juventude viveu em Santarém. Atualmente reside em Santos/SP. Brilhou no futebol brasileiro como ídolo do Santos, jogando ao lado de Pelé,  seu grande amigo. Fez sucesso também no São Raimundo de Santarém, Tuna Luso e Paysandu, de Belém. Seu pai, David Natanael atuou em Santarém como árbitro e técnico de futebol. Simplicidade e amor por  Santarém e seu povo, são as suas marcas de afetividade como cidadão probo e de muitos amigos.

 *** EB SOCIAL ***

Um dos aniversariantes de hoje (2), é José Olivar Azevedo,  brilhante advogado, mestre querido e respeitado. Parabéns, meu prezado amigão.

EVANGELHO DESTE SÁBADO 

Segundo Mateus:

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos esta parábola: ”Um homem ia viajar para o estrangeiro. Chamou seus empregados e lhes entregou seus bens. A um deu cinco talentos, a outro deu dois e ao terceiro, um; a cada qual de acordo com a sua capacidade. Em seguida viajou. O empregado que havia recebido cinco talentos saiu logo, trabalhou com eles, e lucrou outros cinco. Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois. Mas aquele que havia recebido um só, saiu, cavou um buraco na terra, e escondeu o dinheiro do seu patrão. Depois de muito tempo, o patrão voltou e foi acertar contas com os empregados. O empregado que havia recebido cinco talentos entregou-lhe mais cinco, dizendo: ‘Senhor, tu me entregaste cinco talentos. Aqui estão mais cinco que lucrei’. O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’ Chegou também o que havia recebido dois talentos, e disse: ‘Senhor, tu me entregaste dois talentos. Aqui estão mais dois que lucrei’. O patrão lhe disse: ‘Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!’ Por fim, chegou aquele que havia recebido um talento, e disse: ‘Senhor, sei que és um homem severo, pois colhes onde não plantaste e ceifas onde não semeaste. Por isso fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence’. O patrão lhe respondeu: ‘Servo mau e preguiçoso! Tu sabias que eu colho onde não plantei e que ceifo onde não semeei? Então devias ter depositado meu dinheiro no banco, para que, ao voltar, eu recebesse com juros o que me pertence’. Em seguida, o patrão ordenou: ‘Tirai dele o talento e dai-o àquele que tem dez! Porque a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. Quanto a este servo inútil, jogai-o lá fora, na escuridão. Ali haverá choro e ranger de dentes!”

sexta-feira, 1 de setembro de 2023

 DO PASSADO BELTERRENSE

Um jovem de nome Bianor Rodrigues me enviou mensagem pedindo que eu fale alguma coisa  sobre a cidade de Belterra dos anos 50 e 60, pois está elaborando um trabalho escolar sobre isto. Atendo com prazer, lembrando que, naquelas épocas, as viagens "por terra", no trecho Santarém/Belterra, eram feitas com duração de mais ou menos 5 horas, em caminhões do tipo pau-de-arara, um do Manoel Mota e outro do Manoel Rufino Silva, que trasportavam cargas e passageiros, com muitas paradas à beira da estrada de má qualidade, sem nenhum tiquinho de asfalto. Na época invernosa, a lama e a buraqueira provocavam muito atraso nas viagens, pois os veículos permaneciam por muito tempo atolados e o problema só era solucionado com a ajuda dos próprios passageiros - homens, mulheres e crianças - que empurravam os pesados caminhões.
Devido ao lamaçal, para subirem a Serra do Piquiatuba era preciso colocar nos pneus dos veículos, uma espécie de rede feita com correntes para evitar o atolamento.

Uma das paradas obrigatórias era no bar e lanchonete da dona Mariana, uma simpática cearense, na colônia Morada Nova, onde ela e o marido Mariano, serviam saboroso café quentinho, com pão, broa, tapioquinha e bolo de milho.

Naquela época, podia-se, também, fazer a viagem Belterra/Santarém e vice-versa, "por água", no barco/motor "Deoclécio", de propriedade do Raimundo Figueira, que tinha um estaleiro no bairro da Aldeia, em Santarém. Atualmente, tudo mudou pra melhor, graças a Deus. A estrada que liga Santarém à aprazivel e famosa Terra das Seringueiras, tambem conhecida como Bela Terra, é de excelente qualidade, asfaltada, e o transporte de pessoas e cargas é feito em ônibus confortáveis, além de outros meios alternativos como kombi, vans, etc. A duração é de aproximadamente uma hora.

GENTE QUERIDA, INESQUECÍVEL...

Adilson (Cabeleira). Um pouco antes de sua morte (25.03.2016), conversando com ele, considerado um profundo conhecedor do futebol santareno de todos os tempos, pedi que citasse a formação de um time do América Futebol Clube, que fez muito sucesso na década de 60. Prontamente, ele disse: Dario Tavares, Orlando Cota, Moura, Nascimento e Truíra; Dedé e Cabeleira; Ataualpa, Licurgo, Manoel Moraes e Nelson Alves. E disse mais: nessa época, o São Francisco tinha um timaço: Táro, Batista e Manoel Luiz; Búfalo, Jó e Romano; Aloisio, Mindó, Beleza Preta, Baruca e Vadinho. Na foto, Cabeleira,
eu e Carlos Meschede.

CONTRASTE


A Ilha do Amor, em Alter do Chão,  com praia e sem praia em maio (rio cheio) e outubro (vazante).

TRABALHADORES, ATENÇÃO!

A ministra do planejamento, Simone Tebet, informou ontem que o salário mínimo será reajustado para R$ 1.421 em 2024. Atualmente é 1.320.

 É BOM DEMAIS!

O exercício rememorativo que faço diariamente, procurando, selecionando e revendo fotos em meus arquivos para postar nesta minha página e no meu blog, me faz muito bem. E, repassar, dividir essas lembranças com amigos(as) e leitores(as) é pra mim um imenso prazer.