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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Novo shopping vai abrir hoje em Belém

Será inaugurado hoje (27), ao meio-dia, o Shopping Bosque Grão-Pará, o primeiro shopping sustentável de Belém. Com investimento de R$ 328 milhões, o empreendimento está localizado no cruzamento da avenida Centenário com a avenida Paulo Frota, no bairro de Val-de-Cães.

A projeção é de 198 lojas satélites em seu mix completo, com dez lojas âncoras, cinco mega stores, estacionamento com duas mil vagas e uma praça de alimentação com mais de 30 operações projetadas, com uma vista para o Parque Ambiental, e seis salas de cinema (stadium).

O Bosque Grão-Pará é um empreendimento da Calila Investimentos, por meio de sua empresa Jereissati Centros Comerciais(JCC), com apoio do Banco da Amazônia.

Com certificação LEED, que é um selo verde voltado a edificações que seguem os padrões internacionais de sustentabilidade, o shopping foi construído em um terreno de 125.000 m², que conta com 72.000 m² de área construída e destaca espaços verdes.

O mix de lojas conta com marcas internacionais como Zara, referência em roupas masculinas, femininas e infantis; e a loja de decoração Tock&Stok. Ambas instalam suas primeiras unidades no Estado.

Enquanto Costa e Youssef sorriem, o povo sofre

Jornal do Brasil
O povo brasileiro assistiu, humilhado, ao sorriso de dois criminosos, que estão proporcionando desemprego, inflação e crise política - que pode se transformar numa crise institucional.

É inadmissível que dois criminosos - um reincidente e outro como próprio batedor de carteira de rico, que assaltou o povo brasileiro, criando problemas internacionais para o Brasil - ainda tenham emoção para sorrir.

É triste que o povo brasileiro seja obrigado a ver esses dois exterminadores de famílias ainda terem tempo de rir.

Para a reflexão: com certeza o povo brasileiro - desempregado, sem poder viver com dignidade - responderá ao sorriso desses dois criminosos com sua emoção. De raiva.
 Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa sorriem durante acareação na CPI da Petrobras

Vale a pena ler: Um cenário mesquinho

Editorial - Estadão
A tendência definida pela maioria dos ministros do Superior Tribunal Eleitoral (TSE) de dar prosseguimento ao recurso impetrado pelo PSDB, que contesta a legitimidade dos mandatos de Dilma Rousseff e de Michel Temer, devido a ilicitudes que teriam sido cometidas na campanha eleitoral do ano passado, é mais um elemento a agravar a crise política em que o governo do PT jogou o País. Tanto quanto a eventual rejeição, pelo Tribunal de Contas da União (TCU), no julgamento das contas do governo relativas a 2014, uma decisão do TSE desfavorável à presidente da República resultaria na possibilidade de abertura, no Congresso Nacional, do processo de impeachment de Dilma Rousseff.

Votaram pelo prosseguimento da ação no TSE – que havia sido arquivada pela ministra-relatora Maria Thereza sob o argumento de que se baseava em “ilações” e “acusações genéricas” – os ministros Gilmar Mendes, João Otávio de Noronha, Luiz Fux e Henrique Neves, definindo maioria num colégio de 7 juízes. Mas a ministra Luciana Lóssio pediu vista e a votação foi suspensa. Se ao final se decidir pelo prosseguimento da ação, será aberta a fase da produção de provas e de manifestação da defesa.

Fatos como essa votação no TSE, bem como aqueles resultantes da atabalhoada tentativa do governo de neutralizar politicamente a hipótese do impeachment e retomar o controle da situação, tumultuam a crise política e não facilitam o encaminhamento de alguma solução para o impasse. A raiz da crise está na incompetência administrativa e na lassidão moral do governo que resultaram na perda de credibilidade e de apoio popular e político de Dilma Rousseff. O impeachment pode resolver uma parte do problema, com o afastamento dos governantes, para os quais os brasileiros deram as costas.

Mas sair desta crise, o que significa recuperar a estabilidade política e econômica, exige muito mais do que conchavos para a composição de um novo quadro de governantes. É necessário que as lideranças políticas e as forças vivas da Nação estabeleçam um consenso democrático mínimo em torno de um projeto de reconstrução nacional. E isso envolve uma ampla reforma constitucional que não só devolva flexibilidade ao orçamento, como livre o sistema político da paralisia representada pelo excesso de partidos. É quase uma utopia, principalmente considerando que a execução desse projeto teria de ser articulada por um governo de coalizão imune, na medida do humanamente possível, aos vícios da política cartorial vigente, e integrado por quadros competentes e idôneos, que certamente existem, embora marginalizados pelo atual sistema partidário.

Enquanto isso, Dilma Rousseff continua dando sua preciosa colaboração para o agravamento da crise. Ultimamente Lula andou insistindo em que o remédio para que sua criatura recupere a popularidade perdida é sair da concha, ir às ruas e deitar falação. Deve estar arrependido. Dilma tem falado pelos cotovelos. Mas não consegue dizer coisa com coisa. Desdiz hoje o que afirmou ontem e provavelmente voltará a repetir amanhã. Quando consegue se fazer entender, briga com os fatos. Insiste em tentativas bisonhas de incutir otimismo, não se dando conta de que não tem mais credibilidade para prometer o que quer que seja. Não é à toa que a assessoria de Dilma confine seus discursos a plateias cuidadosamente selecionadas: beneficiários dos programas sociais do governo e militantes de entidades e organizações sociais controladas pelo PT e seus aliados.

Um governo assim, incapaz de se fortalecer politicamente, não tem condições de propor e coordenar uma saída para a crise. Só consegue ganhar tempo – e cada vez menos. Por esses e outros motivos, o governo e seus “aliados” no Congresso Nacional têm atuado erraticamente, na base do cada um por si e do salve-se quem puder. Nesse quadro mesquinho a que foi reduzida a política nacional, resta a Dilma, a Lula e à tigrada do PT observar com apreensão o que acontece no TCU, no TSE e no STF, sem falar no Ministério Público e na Polícia Federal.

Copa do Brasil: Jogos de ontem

A torcida correspondeu, mas o time do Paysandu Sport Club não repetiu a atuação de quinta-feira passada, no Maracanã, e acabou derrotado pelo Fluminense por 2 a 1 no Mangueirão, dando adeus à Copa do Brasil.

O Tricolor carioca venceu o segundo confronto das oitavas de final e agora aguarda o sorteio para saber quem será o seu adversário na próxima fase. Já o Papão precisa mudar de foco imediatamente, pois no sábado (29) recebe o Bragantino (SP) pela 21ª rodada da Série B do Brasileiro. Cícero e Marcos Júnior marcaram para o time de Xerém. Yago Pikachu, de pênalti, descontou para os donos da casa.

>Assista aos gols da vitória do Fluminense no Mangueirão
>Santos vence em Itaquera e elimina o Corinthians
>Vasco empata em 1 a 1 com o Flamengo e se classifica 
>Palmeiras segue no torneio após derrotar o Cruzeiro outra vez 
>São Paulo bate o Ceará por 3 a 0 e está nas quartas de final

Governo tem engatilhada volta da CPMF

Descartada no início do ano, a proposta de volta da CPMF, também conhecida como “imposto do cheque”, ganha força no governo para fechar as contas em 2016. Segundo antecipou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, o envio de uma proposta de emenda constitucional ao Congresso Nacional faz parte do conjunto de medidas de aumento de tributos em discussão na elaboração da proposta do Orçamento da União do ano que vem.
Senadores comemoraram, em 2007, o fim da CPMF
Apesar do clima desfavorável no Congresso e na sociedade para um novo aumento da carga tributária, a avaliação é de que a volta do tributo - extinto em 2007, durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva - é indispensável para tirar as contas públicas de um quadro deficitário em 2016, ano em que a economia brasileira continuará em ritmo lento, segundo todas as previsões.

Plenário do Senado aprova recondução de Janot

Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, passa por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), no Senado Federal
Um acordo entre o governo e a cúpula do PMDB, maior bancada no Senado, garantiu ontem, 26, a recondução ao cargo do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, após uma sabatina longa, mas tranquila. Após mais de dez horas de questionamentos, Janot foi aprovado por 26 votos a 1 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e depois, no plenário, recebeu aval de 59 senadores para prosseguir na chefia do Ministério Público Federal e no comando da Operação Lava Jato – 12 parlamentares votaram contra e 1 se absteve.

O atual mandato de Janot se encerra no dia 17. Ele foi o mais votado pela categoria para encabeçar a lista tríplice encaminhada à presidente Dilma Rousseff, que indicou seu nome ao Senado. Agora, ficará mais dois anos à frente do Ministério Público.

Três peemedebistas, entre eles o presidente da Casa, Renan Calheiros, são investigados na Lava Jato. Renan monitorou a sabatina de seu gabinete e enviou emissários para acompanhar a sessão. Para focar as atenções da Casa, cancelou a sessão de votação do plenário, o que garantiu a transmissão da sabatina pela TV oficial durante todo o dia.

Um acordo fechado entre o governo e a cúpula do PMDB do Senado, permitiu Janot passar no plenário.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Para acalmar base aliada, governo libera R$ 500 milhões em emendas.

Um dia após a saída do vice-presidente Michel Temer da articulação política e do anúncio de que serão cortados 10 dos 39 ministérios, o governo anunciou ontem a (25) a liberação imediata de R$ 500 milhões em emendas parlamentares – recursos que os deputados e senadores destinam no Orçamento a projetos em seus municípios. Porém, para pagar adiantamento da primeira parcela do décimo terceiro salário dos aposentados, governo alegou que não tinha dinheiro para fazê-lo.

O dinheiro é referente a “restos a pagar” de 2014, ou seja, emendas previstas no Orçamento do ano passado que não foram pagas. A liberação foi informada aos deputados da Comissão Mista de Orçamento (CMO) pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha, que atualmente ajuda na articulação política do governo. A intenção com os pagamentos é acalmar a base aliada no Congresso em meio à crise política e econômica.

Atenção, noveleiros(as): Saibam qual será o final dos personagens de 'Babilônia'

 
 Alice e Evandro se casam
Faltando dois dias para ‘Babilônia’ chegar ao fim, Ricardo Linhares, que divide a autoria da novela com Gilberto Braga e João Ximenes Braga, revela com exclusividade à coluna novidades sobre a trama das 21h da Globo.

Evandro (Cassio Gabus) e Alice (Sophie Charlotte) se casam e há uma passagem de tempo de alguns meses. Depois, mostramos que Alice está tentando engravidar, sem sucesso. Até que, no último capítulo, ela fica grávida e anuncia a novidade a Evandro, que fica muito emocionado. É uma cena bonita para o casal, em que Alice faz planos de ser uma mãe melhor do que Inês, e Evandro promete tentar ser um pai melhor e mais presente do que foi para Guto.

Maria José (Laila Garin) descobre a traição do marido, Aderbal (Marcos Palmeira), com Inês (Adriana Esteves) e também fica sabendo que ele é um pilantra corrupto. Escorraça-o de casa e pede a separação. Ela contrata o escritório de Teresa para tratar do divórcio. Maria José tem um final feliz, trabalhando como professora de piano, diz que ainda não está pronta para se envolver com outro homem, e prefere curtir a sua nova vida, livre e independente.

Guto (Bruno Gissoni) termina a novela sozinho e rejeitado pelos amigos e familiares. Ele chega bêbado ao casamento de Evandro (Cassio Gabus). Destrata Alice (Sophie Charlotte), chamando-a de Maitê, dizendo que a garota de programa está dando um golpe no coroa otário. Ele ainda ofende outros convidados, como Helô (Carla Salle), Teresa (Fernanda Montenegro) e Estela (Nathalia Thimberg), Ivan (Marcello Melo Jr.) e Sérgio (Claudio Lins), Laís ( Luísa Arraes) e Rafael (Chay Suede). No auge da briga, Laís revela a todos que Guto tentou abusar sexualmente dela. É um escândalo. Guto replica que Laís é que foi oferecida. Rafael bate em Guto. Evandro expulsa o filho de casa e compra as ações de Guto da Souza Rangel e sua parte no apartamento. Rompe com o filho. Guto fica com a boate, onde lava o dinheiro de corrupção da nova governadora, Consuelo (Arlete Salles).

Banda Calypso acabará em dezembro, anuncia Joelma

A cantora Joelma anunciou ontem (25), durante a gravação do Programa da Sabrina, da Record, que a Banda Calypso vai acabar em dezembro, confirmou sua assessoria de imprensa. O fim do grupo já era especulado pelos fãs desde a semana passada, quando Joelma e o guitarrista Cledivan Almeida Farias, o Chimbinha, anunciaram que iriam se separar. Durante conversa com Sabrina Sato, que será exibida no próximo sábado, ela confirmou que vai continuar ao lado do ex-marido apenas para cumprir a agenda previamente marcada pela banda.

De acordo com a assessoria de imprensa do grupo, a cantora vai seguir em carreira solo no mesmo segmento que a consagrou na banda Calypso, o tecnobrega. Chimbinha ainda não tem planos para sua carreira após dezembro, mas deve continuar no ramo musical. Atualmente o Calypso está divulgando um CD e um DVD comemorativos dos 15 anos da banda, formada em 1999.

Juntos, Joelma e Chimbinha lançaram 21 CDS e sete DVDs, vendendo mais de 15 milhões de discos durante a carreira. Os dois são pais de Yasmin e Yago, e Joelma ainda tem uma outra filha, Nathália, de um relacionamento anterior.

Nesta semana, Chimbinha divulgou um comunicado em que pede perdão a Joelma e aos filhos, refuta os rumores sobre uma possível traição e garante que o culpado da crise no casamento é o excesso de trabalho. No texto, ele também deixa claro que não quer se separar da mulher. "Não posso e não quero perder a minha família. Não quero viver longe de Joelma, a única mulher que amo verdadeiramente nessa vida. Deus vai me ajudar. Deus vai nos ajudar, e juntos - eu, Joelma e nossos filhos - voltaremos a viver novos e eternos dias felizes."

Copa do Brasil

Seis jogos definem hoje (26) os 6 times classificados para as quartas de final da Copa do Brasil. Às 19h30: Ceará x São Paulo, Paysandu x Fluminense e Figueirense x Atlético-MG. Às 22h: Corinthians x Santos, Vasco x Flamengo e Cruzeiro x Palmeiras.

Fluminense sem medo do 'bicho-papão'
No jornal "O Dia" - RJ
O técnico do Fluminense, Enderson Moreira, não é do tipo que lamenta desfalques. Sem Diego Cavalieri, Ronaldinho e Fred no decisivo confronto com o Paysandu, nesta quarta-feira, às 19h30, no Mangueirão, ele crê na vantagem criada pela suada vitória (2 a 1) no Maracanã. E aposta na entrega do Fluminense em busca, ao menos, do empate para avançar às quartas de final da Copa do Brasil.

Além dos astros, a equipe tem mais sete baixas. Pelo Brasileiro, o desempenho fora do Rio não é dos mais animadores: três vitórias, um empate e seis derrotas. Se depender de Lucas Gomes, esse retrospecto mudará a partir desta quarta. Natural de Bragança, no Pará, e torcedor do Remo na infância, o atacante comemora a oportunidade de jogar em "casa". Ele será uma das novidades da desfalcada equipe.