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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Grazziotin faz campanha para candidata condenada por tráfico: ‘Jovem talentosa’


Notabilizada como uma das mais aguerridas defensoras de Dilma Rousseff durante o processo de impeachment, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB) agora volta aos holofotes após encampar a candidatura de uma jovem de 21 anos que ficou famosa por gravar vídeo alardeando uma festa regada a drogas e a bebidas alcoólicas em sua casa. Senhorita Andreza, candidata a vereadora de Belém (PA) pelo PCdoB, foi condenada pelo Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) no dia 11 de julho a três anos e quatro meses reclusão, em regime aberto, por causa da gravação. Na filmagem, ela faz um convite para “beber um chopp, cheirar uma coca na manha, sem embaçamento”. Ignorando o episódio, Vanessa Grazziotin gravou um vídeo abraçada com a candidata em que a chama de “jovem talentosa”. E descarrega elogios: “Eu já sabia de você antes de conhecê-la, senhorita Andreza, do sucesso que você faz”. No programa partidário, a senadora ainda diz não ter dúvidas de que Andreza será uma “grande vereadora” e uma “representante da juventude, das mulheres, dos trabalhadores, dos estudantes”.

A participação de Grazziotin provocou imediata reação nas redes sociais. Em sua página no Facebook, a senadora é alvo de ironias: “Não tinha mais ninguém pra você apoiar, né? Um candidato normal, decente, honesto, sem folha corrida na polícia em toda Belém!”, escreveu um seguidor. Em nota, a senadora afirmou que o PCdoB apoia Senhorita Andreza “pela sua força, determinação e porque ela representa a realidade de dificuldades dos jovens das periferias, sem oportunidades e que tentam sobreviver em uma sociedade de preconceitos, em muitos casos, extremamente excludente”. 

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Domingo alegre e feliz

Ontem (25), em um almoço, reunimos a nossa família e alguns parentes e amigos para comemorarmos o aniversário da minha esposa, Albanira. O evento foi do jeito que a aniversariante gosta: simplicidade e muito amor. 
Com os filhos Ercio, Christine, Ellen e Elaine
Com as netas Livia, Maytê, Giovanna, Maya e o neto Igor
Com o esposo Ercio
Com suas irmãs, Ana e Aline
Com os genros Eric e Robson
Com o casal amigo - Ismaelino e Neuma
Com Cristina e Cesar, seus ex-auxiliares no TJE

A apologia de Madame Grazziotin


A senadora Vanessa Grazziotin foi do Amazonas ao Pará para gravar um vídeo de apoio à candidatura de Senhorita Andreza, que quer ser vereadora "sem embaçamento".

Andreza foi presa recentemente em Belém/PA por apologia ao tráfico de drogas.

Lava Jato chega ao núcleo duro do petismo. Soa o alarme no PT: “O alvo é Lula”.

Tá pegando, mano!
Por Reinaldo Azevedo - VEJA
Desde o começo da Operação Lava Jato, fazia-se uma pergunta surda: “Quando chegará a vez de Antonio Palocci?”. Chegou! Se José Dirceu, antigamente, guardava os arcanos das negociações políticas do PT e depois acabou sendo posto de lado e hoje é um pote até aqui de mágoa com Lula e com o PT, Palocci sempre foi o mago dos entendimentos com o alto empresariado. O mensalão chegou a tangenciá-lo, na figura de um irmão, mas a coisa não prosperou.

Palocci sempre foi o mago do entendimento com o “capital”. E nunca escondeu que fez disso também uma profissão. Tornou-se o, como vou chamar?, consultor mais bem-sucedido do Brasil, mas raramente se meteu com miudezas do cotidiano. Nunca mais voltou a ter o poder que concentrou quando ministro da Fazenda do primeiro governo Lula — nem no breve tempo que chefiou a Casa Civil no primeiro mandato de Dilma. Mas uma coisa é certa: a falta de poder nunca significou falta de influência. Inclusive junto a Lula.

Na raiz da prisão temporária — que é de cinco dias, renováveis por mais cinco —, consta, estão as suas relações com a Odebrecht. Vamos ver. Executivos da empreiteira negociam um acordo de delação premiada que, até onde se sabe, ainda está longe de ser concluído. A questão é saber se as informações que orientam a operação já derivam dessas informações ou a ela se chegou independentemente da colaboração.

Os três tesoureiros do PT já foram presos. Os dois ministros da Fazenda de Lula já tiveram prisão provisória decretada: Guido Mantega e agora Palocci. Quem aguarda na fila a hora de ser atraído para o olho do furacão é Luciano Coutinho, ex-presidente do BNDES. O banco foi peça central do, digamos assim, modelo econômico do PT.

Segundo informações que já chegaram à imprensa, executivos da Odebrecht teriam revelado aos procuradores que Guido Mantega e Luciano Coutinho usaram o BNDES para pressionar empresários a fazer doações à campanha de Dilma. Ricardo Pessoa, da UTC, fez afirmação semelhante em depoimento a Sergio Moro.

Note-se: nesse caso, não se trata de dizer que o diretor X ou Y da Petrobras, afinal, devia satisfações a Lula porque este, no fim das contas, era o responsável último pelas nomeações. Ninguém tem dúvida de que Mantega, Palocci e Coutinho, estes sim, obedeciam às ordens de um chefe.

Agora a Lava Jato chega ao núcleo duro do sistema. De todo modo, ao prender aquele que é, até agora, o petista mais graduado quando se somam a importância que teve no governo, a influência que tem no partido e a proximidade com Lula, a Lava Jato também manda um recado: não se intimidou com os protestos que se sucederam à prisão de Guido Mantega. O alarme tocou no PT: os capas-pretas do partido acham que a operação está fechando o cerco a Lula.

Grêmio pode perder mandos de campo após Miss Bumbum invadir gramado

Danny Morais entrou no campo para abraçar o gremista Luan
 Danny Morais entrou no campo para abraçar o gremista Luan
O Grêmio pode perder mandos de campo no Campeonato Brasileiro pela invasão de uma torcedora no gramado ao fim do empate sem gols com o Palmeiras, ontem (25). O caso foi relatado na súmula pelo árbitro Emerson Ferreira. Quem entrou no campo foi a modelo Danny Morais, "Miss Bumbum" de Santa Catarina, que relatou nesta terça-feira em uma rede social ter sofrido ameaças.

A entrada dela em campo foi logo após o apito final do empate sem gols entre as duas equipes. A torcedora escreveu ser gremista fanática e ter invadido o gramado para abraçar o atacante Luan. "Só que na hroa a emoção foi tão grande que abracei os jogadores como fã mesmo. E não porque queria abraçar homens casados ou atrás de pensão, como estão falando por aí, até porque tenho uma carreira pela frente, tenho apenas 21 anos e não pretendo me comprometer em ser mãe antes dos 30", afirmou Morais.

Na súmula do jogo o árbitro citou a invasão e identificou Eridiane Morais incluindo até mesmo o CPF e RG da torcedora. "Informo que após o término da partida uma mulher invadiu o campo de jogo , tentando abraçar alguns jogadores da equipe do Grêmio que naquele momento saiam do campo, a mesma foi contida pelo segurança do estádio", escreveu Ferreira.

Danny contou que já foi ameaçada por gremistas pelo risco de punição ao clube. "Qualquer agressão verbal será direcionada ao meu advogado e meu assessor que está cuidando da minha imagem", afirmou. Segundo o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), a invasão de torcedores ao gramado pode ser sancionada com a perda do mando de campo de um a dez jogos.

A modelo se defendeu ao dizer que não entrou no gramado para se promover. "Aparecer sempre é bom, mas se fosse só por mídia, só por aparecer, iria em qualquer jogo que estivesse jogadores mais famosos. Teria muito mais visibilidade. (...). Não sabia das regras que era tão grave assim", contou. A gremista disse ter realizado um sonho de criança ao entrar no gramado e afirmou ter esperado o apito final para que não interferisse no resultado.

Clonando Pensamento

"Injustiça em qualquer lugar é uma ameaça à justiça em todo lugar."  (Martin Luther King)

Diversidade e desunião

Editorial - Estadão
O PMDB, todo mundo sabe, não é exatamente um partido político orgânico, com uma linha programática claramente definida, mas uma federação de interesses políticos frequentemente conflitantes que só se unem para a conquista ou a manutenção do poder. Pois agora o PMDB é o poder, ele próprio. Deixou de ser coadjuvante. Mas continua sendo a tal federação, na qual cada um fala por si mesmo, e isso não tem ajudado o presidente da República, o peemedebista Michel Temer, a perseguir com tranquilidade e segurança o objetivo de tirar o País da crise a que o lulopetismo o relegou. Agora mais do que nunca poderosos, os ministros de Estado – talvez invejosos da relativa autonomia que por razões óbvias foi conferida à área econômica conduzida pelo ministro Henrique Meirelles – têm-se deixado levar, no mínimo, pela tentação de virar notícia e acabam produzindo nada além de um enorme ruído de comunicação que tem colocado Michel Temer em frequentes saias-justas e disseminado a impressão de que seu governo é uma nau sem rumo.

Só 0,16% dos eleitores doaram a candidatos

Três Maracanãs lotados. Este é o contingente de eleitores que, até a semana final da campanha, decidiu abrir os bolsos para bancar os candidatos de sua preferência, na primeira eleição sem a participação oficial de empresas no financiamento de campanhas. Parece muito: são 229 mil pessoas. Em termos relativos, porém, a multidão vira um grupinho: os doadores são apenas 0,16% do total de eleitores no País.

O número fica ainda menos significativo quando se sabe que os candidatos a prefeito, vice e vereador em 2012 lotariam mais de seis Maracanãs. Sim, há muito mais candidatos que brasileiros dispostos a financiar a atividade política.

Mesmo o total de 229 mil doadores pode ser revisto para baixo se a Justiça Eleitoral confirmar as suspeitas de fraude que atingem 28% dos contribuintes (incluindo políticos que doam a si mesmos). Existe, por exemplo, a suspeita de que números de CPFs de beneficiários do Bolsa Família estejam sendo utilizados para registrar doações de outras pessoas ou empresas. Cerca de 16 mil bolsistas aparecem como supostos financiadores de candidatos, ou 7,5% do total de doadores.

Para Marlon Reis, do Movimento Contra a Corrupção Eleitoral, não chega a ser surpresa a baixa participação dos eleitores no financiamento eleitoral. “Esses níveis tão baixos se devem a aspectos culturais”, afirmou. “Grande parcela do eleitorado ainda tem expectativa de receber vantagens dos candidatos, não de ter de fazer doações para eles.”

Reis afirma ainda que o sistema de financiamento de campanhas no Brasil sempre desprestigiou a participação dos cidadãos. “As empresas que mais tinham contratos com governos sempre foram as grandes provedoras nos processos eleitorais.”

Nos Estados Unidos, as contribuições de indivíduos fazem parte da cultura política. Cerca de 13% dos cidadãos com mais de 18 anos fizeram ao menos uma doação na campanha presidencial de 2012, segundo o Pew Research Center, um instituto de pesquisas de opinião.

Desigualdade. Se a quantidade de eleitores envolvidos no financiamento de campanhas é relativamente pequena, o mesmo não se pode dizer em relação ao volume de dinheiro que eles aportam. Até ontem, a arrecadação das pessoas físicas em todo o Brasil superava R$ 534 milhões.

O volume repassado pelos indivíduos é altamente concentrado: poucos doam muito, e muitos doam pouco. Se o contingente de doadores fosse um país, ele seria um dos mais desiguais do mundo: 1% respondem por quase um quarto das contribuições. Isso faz com que os grandes doadores tenham muita influência.

Diferentemente dos Estados Unidos, onde as contribuições de campanha são pulverizadas, no Brasil há poucos candidatos que conseguem reunir quantidade significativa de financiadores. Apenas dois têm mais de mil doadores: Pedro Paulo (PMDB) e Marcelo Freixo (PSOL), ambos do Rio de Janeiro .

Um em cada cinco concorrentes às prefeituras não arrecadou nem sequer um centavo como doação de pessoas físicas. Apenas 6% receberam dos eleitores contribuições entre R$ 100 mil e 500 mil. Acima disso, só uma pequena elite, formada por 0,9% dos candidatos.

No topo do ranking nacional de doadores estão políticos, seus parentes ou empresários com interesses diretos no resultado da eleição em um ou mais municípios.

Concurseiros, atenção!

Ex-ministro Palocci é preso na 35ª da fase da Operação Lava Jato

A Polícia Federal deflagrou a Operação Omertà, 35ª fase da Lava Jato nesta segunda-feira, 26. O ex-ministro Antonio Palocci foi preso.

A Receita Federal dá apoio à ação. As equipes policiais estão cumprindo 45 ordens judiciais, sendo 27 mandados de busca e apreensão, 3 mandados de prisão temporária e 15 mandados de condução coercitiva.

Aproximadamente 180 policiais federais e auditores fiscais estão cumprindo as determinações judiciais em cidades nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

Nesta fase da operação Lava Jato são investigados indícios de uma relação criminosa entre o ex-ministro da Casa Civil e da Fazenda com o comando da principal empreiteira do país. Segundo a Federal, o investigado principal atuou diretamente como intermediário do grupo político do qual faz parte perante o Grupo Odebrecht.

Há indícios de que o ex-ministro atuou de forma direta a propiciar vantagens econômicas ao grupo empresarial nas mais diversas áreas de contratação com o Poder Público, tendo sido ele próprio e personagens de seu grupo político beneficiados com vultosos valores ilícitos.

Dentre as negociações identificadas foi possível delinear as tratativas entre o Grupo Odebrecht e o ex-ministro para a tentativa de aprovação do projeto de lei de conversão da MP 460/2009 (que resultaria em imensos benefícios fiscais), aumento da linha de crédito junto ao BNDES para país africano com a qual a empresa tinha relações comerciais, além de interferência no procedimento licitatório da Petrobrás para aquisição de 21 navios sonda para exploração da camada pré sal.

Outro núcleo da investigação apura pagamentos efetuados pelo chamado “setor de operações estruturadas” do Grupo Odebrecht para diversos beneficiários que estão sendo alvo de medidas de busca e condução coercitiva.

São apuradas as práticas, dentre outros crimes, de corrupção, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

O nome “Omertà” dado à investigação policial é uma referência a origem italiana do codinome que a construtora usava para fazer referência ao principal investigado da fase (“italiano”), bem como ao voto de silêncio que imperava no Grupo Odebrecht que, ao ser quebrado por integrantes do “setor de operações estruturadas” permitiu o aprofundamento das investigações. Além disso, remete a postura atual do comando da empresa que se mostra relutante em assumir e descrever os crimes praticados.

Nos casos dos investigados para os quais foram expedidos mandados de condução coercitiva, eles estão sendo levados às sedes da Polícia Federal nas respectivas cidades onde foram localizados a fim de prestarem os esclarecimentos necessários. Os investigados serão liberados após serem ouvidos no interesse da apuração em curso.

Os presos serão levados à Polícia Federal em Curitiba onde permanecerão à disposição das autoridades responsáveis pela investigação.

O criminalista José Roberto Batochio, defensor de Palocci, afirma que o ex ministro nunca recebeu vantagens ilícitas. Batochio disse que ainda não tem detalhes sobre os motivos da prisão de Palocci.