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sexta-feira, 26 de maio de 2017

Armação ilimitada

Por Evandro Show, funcionário aposentado do Basa, residente em Itaituba.
A recente delação do grupo JBS, cercada de atos e fatos nebulosos, aponta para uma montagem draconiana, elaborada para, simplesmente : 1 ) - derrubar o presidente Temer; 2 ) - Convocar eleições diretas; 3 ) - Eleger Lula; 4) - Acabar com a Lava Jato, e, 5 ) - Instalar a República Bolivariana Brasileira.

E a rede Globo, com sua máquina mortífera (sua audiência de 80% nos lares brasileiros),. foi convocada para incendiar o celeiro republicano, com sucessivos bombardeios contra Temer e Aécio.
Resta claro, como a luz do sol, que essa delação foi devidamente planificada. É crucial agora, para Lula, a antecipação das eleições gerais, antes de sua condenação em segunda instância. O tempo urge, vale tudo agora, até delação programada, gravação editada, flagrante preparado e forjado ( casca de banana ), PT, PSOL, PC do B, CUT nas ruas, gritando " FORA, TEMER ", Globo insistindo na veiculação da mesma matéria, assumindo o quase " VOLTA, LULA " !.

O momento é crucial para os bandidos que saquearam o Brasil. A bala de prata tem que ser agora, sob pena de a Lava Jato, com seus tentáculos, abarcar a todos, com severas punições. Com suas tramóias, ou Lula vence essa parada agora, ou será condenado à pena máxima na cadeia. Quem viver, verá !
EM TEMPO : Nos governos Lula e Dilma (2003 a 31/08/2016), quem comandou o Brasil ? Odebrecht e JBS...

Santarena participa do Ironman Brasil

Márcia e sua mãe, Maria, que também participa de competições esportivas
Marcia Magalhães, santarena, filha da minha ex-colega do Basa, Maria Martins da Silva, participará no próximo domingo (28), em Florianópolis, do Iroman Brasil 2017, uma prova de triathlon com as distâncias: 3,8 km de natação, 180,2 de ciclismo e 42,2 km de corrida.
Triathlon é uma modalidade esportiva completa, com os atletas participando de 3 provas sequenciais e ininterruptas.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Hoje (25) é o Dia das Costureiras

Nos anos 70 e 80, as mulheres elegantes de Santarém, de todas as idades, vestiam roupas confeccionadas pelas costureiras (hoje são chamadas de estilistas) mais famosas da cidade, entre elas as saudosas senhoras Jasiva Cunha e Miriam Fona (in memoriam). Ambas, em suas próprias residências e com a ajuda de familiares, trabalhavam diuturnamente para poder dar conta de tantas encomendas de variados e belíssimos trajes femininos para serem usados em eventos especiais e chiques, como aniversários, casamentos e, principalmente, nas festas realizadas no Centro Recreativo.
Dia da Costureira Imagem 4
 

Acordo açodado

Editorial - Folha de SP
A mais fulminante sequência de denúncias de que se tem notícia, no extenso rol de revelações da Lava Jato, trouxe consigo um efeito colateral preocupante e, em boa medida, imprevisto pelos tantos que se entusiasmaram com o andamento das investigações.

Os termos em que se deu o acordo de delação premiada com os donos da JBS, conhecidos nos últimos dias, direcionaram ao Ministério Público parte das indignações que suscitam as atitudes dos suspeitos de corrupção.

Com efeito, é de estranhar que tenha resultado tão vantajosa, para os irmãos Joesley e Wesley Batista, sua disposição de colaborar com as autoridades. 
Mais aqui >Acordo açodado

O custo de romper o círculo da corrupção

Por Rodrigo Janot, procurador-geral da República
A realidade sempre sai em desvantagem quando é confrontada pela ilusão. A afirmação é perfeitamente compreendida por todos aqueles que, diante de um dilema, foram compelidos a tomar decisões graves, que exigiram ponderações e escolhas difíceis. São os "hard cases", dos quais não há saída perfeita.

Pela natureza da nossa instituição, talhada para a persecução penal, é evidente que, se fosse possível, jamais celebraríamos acordos de colaboração com nenhum criminoso.

No campo plasmável da vontade, desejamos o rigor máximo para todos os que transgridem os limites da lei penal, sem concessões. Mas, desafortunadamente, o caminho tradicional para aplicação da lei penal tem-se mostrado ineficaz e instrumento de impunidade. 

Não é política, é caso de polícia

 
Editorial - Estadão
Mais uma vez, a oposição dita de esquerda evidencia o seu parco respeito pela democracia e pela ordem pública. Nos últimos dias, transformaram Brasília num campo de batalha, dentro e fora do Congresso. Ontem, hordas de manifestantes impuseram o caos na capital do País, fazendo necessário que o presidente Michel Temer, a pedido do presidente da Câmara dos Deputados, convocasse as Forças Armadas para a garantia da lei e da ordem.

Contrários às reformas e ao governo federal, os manifestantes depredaram prédios públicos, atearam fogo ao Ministério da Agricultura e ainda tentaram invadir o Palácio do Planalto. Não vinham debater propostas ou difundir argumentos, lá estavam para vandalizar. Como lembrou o ministro da Defesa, “é inaceitável a baderna”. E os manifestantes fizeram muito mais do que simples baderna. Impuseram o caos em Brasília.

O surpreendente é que esse tipo de vandalismo – basta ver as imagens para se dar conta de que não havia qualquer intenção de manifestação pacífica – é visto, por alguns grupos, como demonstração de força política. Ora, trata-se justamente do oposto. Além de ferir os princípios democráticos – o que por si só já assegura o caráter da ilegitimidade desse tipo de atuação –, atos de vandalismo não têm apoio na população. São pura e simples manifestação de um autoritarismo que tenta impor pela violência suas posições. É por isso que devem receber uma resposta policial condizente. Isso não é política, e sim caso de polícia.
Mais aqui >Não é política, é caso de polícia

Dilma quer voltar à presidência. É muita cara de pau...

A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff apresentou ontem (24) um novo pedido de liminar ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar anular o impeachment que a tirou definitivamente do cargo em agosto de 2016. O processo caiu nas mãos do ministro recém-chegado Alexandre de Moraes, que assumiu os casos do ministro Teori Zavascki, morto em um acidente aéreo em janeiro deste ano.

Teori já havia indeferido a liminar em outubro do ano passado, dizendo que “não havia risco às instituições republicanas, ao estado democrático de direito ou à ordem constitucional”, uma vez que o então vice-presidente Michel Temer havia ocupado o cargo da titular da chapa. Na ocasião, o ministro ainda escreveu que levaria para o plenário do STF apreciar o mérito do caso.

Nesta quarta-feira, o advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo, citou as denúncias da delação de executivos da JBS que levaram Temer a ser alvo de inquérito no STF por crimes de corrupção, obstrução da Justiça e organização criminosa para reforçar o pedido de invalidação do impeachment.

O exército de baderneiros bateu em retirada


Manifestantes depredam o Ministério da Agricultura durante protesto
Por Augusto Nunes - Colunista da Veja
O que houve ontem (24) em Brasília nada tem a ver com manifestação política, coisa rotineira em países democráticos. Foi uma explosão de violência concebida para transformar a capital numa versão brasileira da Caracas embrutecida e desfigurada por Hugo Chávez e seus filhotes liberticidas. Foi uma celebração da insolência arquitetada pelo ajuntamento de bolivarianos que se expressam em português de cortiço.

No Congresso e na Esplanada dos Ministérios, viu-se em ação pelegos apavorados com o fim da vida mansa garantida involuntariamente por trabalhadores sindicalizados, parlamentares corruptos em pânico com a Lava Jato, vândalos sem cérebro movidos a mortadela e tubaína, vadios profissionais atraídos pelos pixulecos oferecidos a incendiários amadores e outras abjeções a serviço da seita que quase destruiu o país.

As afrontas ao Estado de Direito alcançaram dimensões tão desafiadoras que, tratada inicialmente como caso de polícia, a ofensiva selvagem virou um caso para as Forças Armadas, cujas funções constitucionais incluem a garantia da ordem pública. Tropas formadas por baderneiros aparentemente incuráveis têm cura: os ataques criminosos são interrompidos pela aparição de tropas militares.

Neste 24 de maio, o remédio produziu efeitos imediatos. Previsivelmente, os vigaristas disfarçados de guerreiros do povo brasileiro bateram em retirada, ou saíram em desabalada carreira, tão logo toparam com soldados de verdade. Países civilizados confiam às Forças Armadas a preservação da normalidade democrática. Assim deve ser num Brasil resolvido a enterrar a era da canalhice.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

STF condena Maluf por lavagem de dinheiro

Maluf foi prefeito de São Paulo
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) votou ontem, 23, pela condenação do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) a 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão em regime fechado e à perda do mandato na Câmara. Ele é acusado de lavagem de dinheiro devido a movimentações bancárias de US$ 15 milhões entre 1998 e 2006 em contas na ilha de Jersey, paraíso fiscal localizado no Canal da Mancha.

A maioria dos ministros seguiu a indicação Edson Fachin, que considerou a lavagem de dinheiro um crime de “natureza permanente”, o que deve ter reflexo em futuras condenações da Operação Lava Jato, já que muitos dos políticos envolvidos no esquema de corrupção da Petrobrás são também acusados desse crime. Antes desse entendimento, o crime de lavagem prescrevia em dez anos.

Além de Fachin, votaram a favor desse entendimento os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux. O ministro Marco Aurélio Mello considerou inicialmente que o crime imputado a Maluf já havia prescrito, mas, diante da maioria formada na turma, resolveu votar pela condenação, o que fez o resultado, segundo a Corte, ser unânime. O esclarecimento foi feito por assessores do STF, após a conclusão do julgamento.

Durante o julgamento, ministros se manifestaram contra o desvio de dinheiro público. "Dinheiro público que foi desviado é dinheiro que não vai para a educação, não vai para a saúde, é dinheiro que não salva vidas. Punir esse tipo de delinquência é um marco da reestruturação do País. Ninguém deve ser punido para ser exemplo, somente se houver provas, e nesse caso há", disse Barroso.

A decisão do STF, porém, não autoriza a Polícia Federal a prender Maluf imediatamente. O acórdão do julgamento ainda tem de ser publicado no Diário de Justiça Eletrônico em um prazo de até 60 dias. Depois disso, a defesa do ex-prefeito de São Paulo poderá recorrer ao STF. Os advogados poderão argumentar, por exemplo, que o deputado não pode cumprir a pena em regime fechado, já que tem 85 anos. A perda de mandato também vai depender da publicação do acórdão. Somente então a Mesa da Câmara será notificada para que declare a perda da função.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) acusa Maluf de ter desviado de recursos de obras tocadas pelo Consórcio Águas Espraiadas, formado pelas construtoras OAS e Mendes Júnior e responsável por obras viárias em São Paulo. O desvio de recursos públicos de Maluf à frente da Prefeitura de São Paulo teria gerado prejuízo ao erário de cerca de US$ 1 bilhão.

Em conluio com seus parentes, Maluf teria ocultado e dissimulado a origem e natureza de recursos ilícitos por meio de transferência de valores envolvendo contas bancárias de fundos de investimentos.

A ação penal foi aberta em setembro de 2011 contra 11 acusados, entre eles Maluf e familiares. Somente o processo contra Maluf continua no Supremo, enquanto parentes passaram a responder na Justiça comum. Todos negam envolvimento no esquema.

Defesa. O advogado de Maluf, Antônio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, disse que vai recorrer ao plenário. No entendimento dele, o ministro Marco Aurélio votou contra a condenação, ou seja, o resultado do julgamento não foi unânime, o que possibilita a defesa usar os chamados embargos infringentes. "É impossível alguém votar pela prescrição e depois condenar. Ele (Marco Aurélio) condenou ao votar pela dosimetria, mas, tecnicamente, é que houve voto de prescrição, então nós temos direito aos embargos e levar isso ao pleno", argumentou.
Do post
Desde pequenininho leio, ouço e vejo notícias sobre a prisão de Paulo Maluf, porém, isto nunca foi concretizado. Será que desta vez é pra valer? Dê sua opinião, leitor(a).

Sem rumo

Editorial - Estadão
São um insulto aos brasileiros de bem e um escárnio da Justiça os termos da colaboração premiada assinada entre o sr. Joesley Mendonça Batista e a Procuradoria-Geral da República (PGR), já que acintosa e escandalosamente benéficos ao delator. Depois de ter praticado graves e inúmeros crimes, o sr. Joesley recebeu tão somente uma multa de R$ 110 milhões, que, diante do seu patrimônio, é irrisória.

Atônito ficou o País ao saber que o Ministério Público (MP) se comprometeu a não oferecer denúncia contra o sr. Joesley em relação a qualquer dos crimes delatados, em frontal desobediência à lei, que veda esse tipo de benefício aos que são líderes de uma organização criminosa (Lei 12.850/2013, art. 4.º, § 4.º, I). Não era necessária especial sagacidade à Procuradoria para atinar que o sr. Joesley era, de fato e de direito, o líder da organização criminosa. Nos vídeos gravados pela PGR, a fala do sr. Joesley é explícita a respeito de quem tinha a voz de comando na operação, definindo o que fazer e o que não fazer. 
Mais aqui >Sem rumo