Para o coordenador de Planejamento do Detran-PA, Carlos Valente, estas estimativas não representam nada de bom a não ser melhor arrecadação ao Estado com impostos por tantos veículos nas ruas. Na prática, os números são reflexo de um péssimo sistema de transporte público, do qual a população quer fugir comprando um veículo particular. Se medidas não forem tomadas para melhorar o setor ou adequar a infraestrutura do trânsito à frota nas ruas, um colapso é iminente. Na visão dele, o tão odiado rodízio de veículos está cada vez mais viável.
Na frota atual, as motocicletas mostram a preferência dos condutores do Estado, pois são 366.388 unidades contra 344.687 carros de passeio. Há também 89.116 motonetas, 66.641 caminhonetes e 39.950 caminhões. A frota de Belém é a maior, com 289.974 veículos. Em seguida vêm os municípios de Ananindeua (70.337), Marabá (56.919), Santarém (52.011) e Castanhal (38.359). (No Amazônia)
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