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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Frota chega a um milhão no Pará

A frota paraense de veículos deve alcançar um milhão de automóveis até março deste ano. Deste total, 450 mil devem circular na Região Metropolitana de Belém (RMB), entre carros, motos, caminhões e caminhonetes. Até 2015, neste ritmo, a quantidade de veículos pode travar completamente o trânsito na capital. A atual velocidade média do tráfego, entre 40 e 60 quilômetros por hora, seria reduzida pela metade, ficando entre 20 e 40 quilômetros por hora. O número de acidentes, de infrações, índices de poluição e temperatura também vai aumentar. No mesmo ritmo, a quantidade de doenças ligadas ao trânsito também. As estimativas são do Departamento de Estado de Trânsito do Pará (Detran-PA). A frota atual é de 970.127, com um crescimento anual de 15% a 17%. A expectativa é de que, este ano termine com 1.115.646 veículos registrados. Até 2021, a frota deve chegar a 4.513.411 automóveis.

Para o coordenador de Planejamento do Detran-PA, Carlos Valente, estas estimativas não representam nada de bom a não ser melhor arrecadação ao Estado com impostos por tantos veículos nas ruas. Na prática, os números são reflexo de um péssimo sistema de transporte público, do qual a população quer fugir comprando um veículo particular. Se medidas não forem tomadas para melhorar o setor ou adequar a infraestrutura do trânsito à frota nas ruas, um colapso é iminente. Na visão dele, o tão odiado rodízio de veículos está cada vez mais viável.

Na frota atual, as motocicletas mostram a preferência dos condutores do Estado, pois são 366.388 unidades contra 344.687 carros de passeio. Há também 89.116 motonetas, 66.641 caminhonetes e 39.950 caminhões. A frota de Belém é a maior, com 289.974 veículos. Em seguida vêm os municípios de Ananindeua (70.337), Marabá (56.919), Santarém (52.011) e Castanhal (38.359). (No Amazônia)

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