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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Ato marca reação a plebiscito para dividir o Pará

Um ato público realizado ontem na praça da República, em Belém, marcou a reação popular à proposta de divisão do Estado do Pará. A ameaça surgiu com a aprovação, do Congresso Nacional, da realização de plebiscito para a criação dos Estados do Tapajós e do Carajás. O Tapajós ficaria com a parcela do território do oeste do Estado e o Carajás com o sul e sudeste. O "Comitê em defesa do Pará" fez barulho no alto de um trio elétrico, convocou parlamentares para apoiar a causa e vendeu camisetas para arrecadar fundos para a campanha em prol da integridade territorial do Pará. Os deputados estaduais Edmilson Rodrigues (PSOL) e Celso Sabino (PR) e o vereador Luiz Pereira marcaram presença no evento.

Para o dirigente da Cooperativa Comunitária do Estado do Pará (Cocepa), Barrieri Ramon, o ato representa uma declaração de amor pelo Pará. "Estamos defendendo o nosso Estado. Queremos melhorias na educação, na saúde e nos demais serviços públicos para todo o Estado. Se está ruim assim, vai ficar ainda pior se separar. Isso só iria beneficiar políticos e grandes empresas, como a Vale", criticou.

O dirigente do Instituto Socioambiental da Amazônia (Isaama), Jorge Pinheiro, explicou que o Comitê em Defesa do Pará é uma organização de iniciativa popular. "Sabemos que a divisão não será boa para o Pará e nem para o Brasil. O País teria que arcar com R$ 2,2 bilhões com a criação dos novos Estados e quem vai pagar essa conta será a população. O Brasil não tem mais condições de sustentar mais políticos para traírem o povo, como vem acontecendo", destacou ele.

"Hoje começamos a nos manifestar na capital e ainda vamos alcançar o interior", afirmou a dirigente do Centro Comunitário do Conjunto Tapajós, Maria das Neves Oliveira. Também participaram da manifestação as Associações de Moradores do Jardim Primavera, do Parque Verde, do Residencial Bom Jesus, do Parque União e do Residencial Tapanã e a Associação dos Feirantes do Bengui. (No Amazônia)

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