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segunda-feira, 6 de junho de 2011

O ex-deputado e ex-presidente da Assembleia Legislativa do Pará, Domingos Juvenil, já está no prédio do Ministério Público, onde depõe sobre as fraudes na Casa Legislativa durante sua gestão. A expectativa é que o depoimento dure pelo menos duas horas. É a primeira vez que o peemedebista vai prestar esclarecimentos sobre o caso. O primeiro depoimento dele chegou a ser marcado para o dia 30 de maio, mas foi transferido para a manhã desta segunda-feira (6) para que houvesse tempo do promotor Arnaldo Azevedo analisar documentos apreendidos em empresas suspeitas de participar de fraudes nas licitações.

Juvenil chegou ao prédio do MPE às 9h da manhã. Ele estava acompanhado do advogado Valério Nascimento. O ex-deputado chegou em veículo peliculado e entrou rapidamente pelo estacionamento, direto para a sala do promotor de Direitos Constitucionais, Arnaldo Azevedo, para o depoimento, sem falar com a imprensa.

Investigações - Relatos de outros envolvidos do escândalo complicam ainda mais a vida do ex-deputado. Mônica Pinto, por exemplo, considerada testemunha chave do caso, afirma que obedecia a ordens do peemedebista ao incluir funcionários fantasmas da folha de pagamento da Alepa, incluir gratificações ou majorar salários através de atos secretos. As primeiras estimativas mostram que o esquema sangrava cerca de R$ 1 milhão por mês dos cofres da Assembleia.

Também foram identificadas, durante a gestão do peemedebista, irregularidades na contratação de estagiários, em contratados para a aquisição de materiais de construção e realização de serviços, excesso de obras no prédio da Alepa e pagamento de salário ao piloto do avião do ex-deputado Jader Barbalho. O surgimento do nome de Barbalho reforça ainda mais a tese de que o ex-presidente da Assembleia tinha conhecimento de todas as falcatruas, uma vez que ele é considerado homem de confiança do cacique peemedebista, que está sem mandato por ter caído na lei do Ficha Suja. Com todas essas denúncias pesando contra Domingos Juvenil, o Ministério Público já adiantou ao jornal O LIBERAL que ele será uma das doze pessoas que serão denunciadas à Justiça pelo órgão.

Fraudes - Segundo o Ministério Público, durante a gestão de Domingos Juvenil (de 2007 a 2010), os cofres públicos do Estado tiveram um rombo que variava entre R$ 800 e R$ 1 milhão por mês. Doze pessoas, entre servidores e deputados, estão sendo investigados pela Justiça.

Desde o início de março, após a realização dos mandados de prisão na casa de ex-deputados da Alepa e do início das investigações, já foram ouvidos políticos, servidores e funcionários 'fantasmas'.
(Fonte: Portal ORM)

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