Um agente da Polícia Federal que atuou na Operação Monte Carlo foi assassinado na segunda-feira (16) com dois tiros na cabeça. Wilton Tapajós Macedo estava no cemitério Campo da Esperança, em Brasília. Foi na Monte Carlo que o empresário Carlinhos Cachoeira foi preso, em fevereiro deste ano.
| Wilton Tapajós em foto postada no seu perfil do Facebook |
Segundo a versão oficial da PF, Tapajós, como era conhecido, visitava o
túmulo dos pais. Porém, como ele estava no local em horário de trabalho,
colegas levantaram a suspeita de que ele estava em missão.
Foram instaurados dois inquéritos para investigar o caso, um da Polícia Civil do Distrito Federal e outro da própria PF. Há várias linhas de investigação. Uma delas é que ele tenha sido vítima
de latrocínio, uma vez que o automóvel com que chegou ao local onde foi
morto, um Gol branco, foi levado.
Tapajós, 56, trabalhava na PF há 24 anos. Atualmente estava lotado no
Núcleo de Inteligência Policial da Superintendência da PF no Distrito
Federal, exatamente a unidade que comandou a Monte Carlo. O agente, no entanto, atuou em diversas investigações de risco. Já havia
atuado no núcleo de combate ao narcotráfico e investigado casos de
pedofilia. Antes, atuou na segurança de pessoas que estão no programa de proteção à testemunha.
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