O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado
do Pará (MPE) iniciaram processo judicial contra a Rede Celpa S.A, a
Rede Energia S.A, a União e a Agência Nacional de Energia Elétrica
(Aneel) para que sejam obrigados a garantir todos os investimentos
necessários para a prestação do serviço de distribuição de energia
elétrica no Pará. O MPF quer ainda que os entes processados sejam
responsabilizados pelas despesas da Celpa que possam atrasar por causa
da recuperação judicial da concessionária, para evitar qualquer
interrupção no fornecimento.
Segundo o MPF, depois da recuperação judicial pedida em 2012, a Celpa
se tornou 'a pior concessionária de energia do Brasil'. O pedido de
recuperação vem sendo marcado por reclamações de credores que não
estariam sendo pagos corretamente. São fornecedores independentes de
energia, terceirizadas e funcionários que, sem receber, podem
interromper o fornecimento de eletricidade em regiões do estado que não
fazem parte do sistema interligado, por exemplo.
Ainda de acordo com o MPF, várias denúncias relatando interrupções
inexplicáveis no fornecimento, oscilações com picos de energia
repentinos, envio de contas de energia elétrica para endereços errados
nas comunidades rurais, falta de manutenção da rede de distribuição e
cobranças absurdas ou abusivas já foram feitas.
O procurador da República, Bruno Valente, pediu à Justiça Federal que
a União e a Aneel, assumam a responsabilidade como credora por débitos
de despesas correntes da Celpa. Além de pedir que a Aneel apresente, no
prazo de 30 dias, um estudo apontando quais investimentos são
necessários para que a prestação dos serviços de distribuição de energia
elétrica no Pará atenda as metas mínimas de qualidade estabelecidas. O
caso será julgado por um juiz da Vara Federal em Belém. (Portal ORM)
Aleluia!!!Finalmente enxergaram isso, que porcaria, que ladroagem ;e essa celpa e nós estamos refens desta empresa maldita,que cobra a maior tarifa de energia do brasil, roubando o povo com o consentimento das autoridaes do governo e judiciarias,
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