Tomou posse na tarde de ontem a nova diretoria da Celpa, na sede da companhia, em Belém, agora sob controle acionário da holding Equatorial Energia S/A. Dos seis diretores instituídos, cinco vieram da Equatorial e apenas um faz parte do antigo quadro gestor da Celpa. Depois de entrar em processo de recuperação judicial no final de fevereiro, no intuito de equilibrar a situação financeira, a empresa foi comprada no dia 15 de setembro, pelo valor simbólico de R$ 1,00 já que estava em processo de recuperação judicial, administrando dívidas a longo prazo. Há pelo menos 15 dias representantes da holding já estavam em Belém para se habituar ao ritmo administrativo da empresa. A Equatorial já controla a Companhia Energética do Maranhão (Cemar).
Na reunião de ontem, na qual ainda houve a formalização da transferência do controle acionário para a Equatorial, não foi permitida a presença da imprensa. Segundo a assessoria de comunicação da Celpa, na próxima semana será marcada uma coletiva de imprensa onde serão expostas todas as informações sobre os novos rumos da companhia. A Equatorial agora detém 65,18% do capital votante, ações do tipo ON (Ordinária Nominativa), que dão direito a voto. A holding também controla 61,37% do capital social - valor em moeda corrente do capital integralizado na companhia.
Segundo um ex-diretor da Celpa, Raul Ferraz, presente à reunião, durante todo o dia de ontem os representantes da Equatorial estiveram na sede da companhia, "conhecendo os processos, para se integrar à gestão e começar a implantar a filosofia da Equatorial", disse Ferraz. Os cinco nomes indicados pela Equatorial são os seguintes: Nonato Castro, presidente; Sérvio Túlio, diretor de Distribuição; Leonardo Lucas, diretor Financeiro; e Renan Bodra, diretor de Gente e Gestão. O único executivo da Celpa é Mauro Chaves, antigo diretor financeiro e administrativo, hoje diretor Institucional.
A empresa estava orçada em R$ 3,7 bilhões, sendo que R$ 1 bilhão servirá de aporte, a ser investido no decorrer de dois anos para manutenção do funcionamento da distribuidora. O aporte inicial é de R$ 350 milhões, podendo chegar a R$ 700 milhões até o final deste ano. A empresa tem uma dívida financeira de R$ 2,1 bilhões, com previsão de quitação para os próximos 20 anos, com cinco anos de carência. Criada em 1962 com o intuito de levar energia ao interior do Estado, hoje a Celpa é responsável pela distribuição de energia elétrica nos 144 municípios paraenses, onde estão divididos os milhões de clientes da concessionária. (Jornal Amazônia)
Na reunião de ontem, na qual ainda houve a formalização da transferência do controle acionário para a Equatorial, não foi permitida a presença da imprensa. Segundo a assessoria de comunicação da Celpa, na próxima semana será marcada uma coletiva de imprensa onde serão expostas todas as informações sobre os novos rumos da companhia. A Equatorial agora detém 65,18% do capital votante, ações do tipo ON (Ordinária Nominativa), que dão direito a voto. A holding também controla 61,37% do capital social - valor em moeda corrente do capital integralizado na companhia.
Segundo um ex-diretor da Celpa, Raul Ferraz, presente à reunião, durante todo o dia de ontem os representantes da Equatorial estiveram na sede da companhia, "conhecendo os processos, para se integrar à gestão e começar a implantar a filosofia da Equatorial", disse Ferraz. Os cinco nomes indicados pela Equatorial são os seguintes: Nonato Castro, presidente; Sérvio Túlio, diretor de Distribuição; Leonardo Lucas, diretor Financeiro; e Renan Bodra, diretor de Gente e Gestão. O único executivo da Celpa é Mauro Chaves, antigo diretor financeiro e administrativo, hoje diretor Institucional.
A empresa estava orçada em R$ 3,7 bilhões, sendo que R$ 1 bilhão servirá de aporte, a ser investido no decorrer de dois anos para manutenção do funcionamento da distribuidora. O aporte inicial é de R$ 350 milhões, podendo chegar a R$ 700 milhões até o final deste ano. A empresa tem uma dívida financeira de R$ 2,1 bilhões, com previsão de quitação para os próximos 20 anos, com cinco anos de carência. Criada em 1962 com o intuito de levar energia ao interior do Estado, hoje a Celpa é responsável pela distribuição de energia elétrica nos 144 municípios paraenses, onde estão divididos os milhões de clientes da concessionária. (Jornal Amazônia)
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