Durante uma entrevista concedida ao Jornal Liberal 1ª Edição, ontem (15), o diretor geral da Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Sesma), Roberto Nunes, falou sobre como a Secretaria pretende melhorar o atendimento médico oferecido à população, além de regularizar a situação das unidades de saúde e pronto socorros municipais.
Segundo Nunes, o decreto emergencial decretado pelo prefeito para compras emergenciais vai permitir que remédios e esquipamentos cheguem mais rápido aos postos de saúde. Ele afirmou, ainda, que há um planejamento a longo prazo de investimentos na saúde, que serão feitos fora do estado emergencial em que se encontra a capital paraense. "Nós estamos, no momento, suprindo as unidades de emergência, os prontos socorros e o Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência], que são a linha de frente da área crítica de atendimento. O desabastecimento foi como um todo, os contratos antigos venceram em 31 de dezembro e não foram prorrogados", explica.
O secretário municipal de saúde informou que serão realizados novos concursos públicos para contratar profissionais de saúde. "A previsão não é só de contratar médicos, mas também enfermeiros, agentes comunitários e auxiliares de enfermagem. Para uma reestruturação de toda área de atendimento ao cliente", afirma.
Situação de Emergência
O prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, declarou no último dia 12 de janeiro que a saúde pública de Belém está em situação de emergência. Por conta disso, a prefeitura está autorizada, em caráter emergencial, a dispensar licitação para contratar produtos e serviços para a rede de pronto socorros e unidades de atenção básica da capital.
Na Unidade de Saúde da Terra Firme, um dos locais que será beneficiado com a medida emergencial, a situação é crítica: não há médicos, a farmácia está sem medicamentos, e as filas para atendimento são grandes. A unidade oferece atendimento em quatro especialidades: ginecologia, odontologia, pediatria e clínica geral. Cerca de 800 pessoas vão diariamente ao local em busca de atendimento. (Fonte: G1Pa)
Segundo Nunes, o decreto emergencial decretado pelo prefeito para compras emergenciais vai permitir que remédios e esquipamentos cheguem mais rápido aos postos de saúde. Ele afirmou, ainda, que há um planejamento a longo prazo de investimentos na saúde, que serão feitos fora do estado emergencial em que se encontra a capital paraense. "Nós estamos, no momento, suprindo as unidades de emergência, os prontos socorros e o Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência], que são a linha de frente da área crítica de atendimento. O desabastecimento foi como um todo, os contratos antigos venceram em 31 de dezembro e não foram prorrogados", explica.
O secretário municipal de saúde informou que serão realizados novos concursos públicos para contratar profissionais de saúde. "A previsão não é só de contratar médicos, mas também enfermeiros, agentes comunitários e auxiliares de enfermagem. Para uma reestruturação de toda área de atendimento ao cliente", afirma.
Situação de Emergência
O prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, declarou no último dia 12 de janeiro que a saúde pública de Belém está em situação de emergência. Por conta disso, a prefeitura está autorizada, em caráter emergencial, a dispensar licitação para contratar produtos e serviços para a rede de pronto socorros e unidades de atenção básica da capital.
Na Unidade de Saúde da Terra Firme, um dos locais que será beneficiado com a medida emergencial, a situação é crítica: não há médicos, a farmácia está sem medicamentos, e as filas para atendimento são grandes. A unidade oferece atendimento em quatro especialidades: ginecologia, odontologia, pediatria e clínica geral. Cerca de 800 pessoas vão diariamente ao local em busca de atendimento. (Fonte: G1Pa)
Nada de novo disseram os Srs. Roberto Nunes e Zenaldo Coutinho.
ResponderExcluirEu tenho 65 anos de idade, sempre morei em Belám e posso afirmar que nunca foi diferente.