Em vez de uma série de palavras em latim, como o ritual prevê, um simples “boa noite”. A cruz de ouro ficou de lado: a preferência é pela cruz de prata, usada há anos pelo arcebispo de Buenos Aires.
O carro oficial acabou desprezado duas vezes em 24 horas. E que “Deus perdoe” os cardeais que o elegeram, segundo o próprio eleito. O papa Francisco, primeiro jesuíta no cargo, já alterou bruscamente a dinâmica do Vaticano.
O carro oficial do pontífice não saiu da garagem. Logo depois de eleito, o papa preferiu retornar à Casa Santa Marta no mesmo ônibus no qual chegou com seus cardeais, segundo os porta-vozes do Vaticano.
O carro oficial acabou desprezado duas vezes em 24 horas. E que “Deus perdoe” os cardeais que o elegeram, segundo o próprio eleito. O papa Francisco, primeiro jesuíta no cargo, já alterou bruscamente a dinâmica do Vaticano.
O carro oficial do pontífice não saiu da garagem. Logo depois de eleito, o papa preferiu retornar à Casa Santa Marta no mesmo ônibus no qual chegou com seus cardeais, segundo os porta-vozes do Vaticano.
Ontem (14), o argentino de 76 anos escolheu um carro de polícia para ir à Basílica de Santa Maria Maggiore, sua primeira visita como chefe da Igreja Católica.
Na saída, voltou ao local onde se hospedou antes do conclave. Buscou sua bagagem, cumprimentou os funcionários e pagou a conta do próprio bolso. O objetivo: “dar exemplo”, segundo o Vaticano.
E lembrar São Francisco de Assis, que viveu uma vida de pobreza. Dias agitados esperam a Cúria Romana, administração da Igreja Católica e envolvida em denúncias que vão da corrupção ao acobertamento de pedofilia.
A comitiva modesta para ir à basílica no centro de Roma permitiu que fosse visto e cumprimentado por crianças de uma escola da região.
Os seguranças ainda estão se adaptando ao novo estilo, bem mais pastoral do que o do teólogo e antecessor, papa emérito Bento XVI. A prerrogativa de determinar a distância que terá com o povo cabe inteiramente a Bergoglio e ele não deu sinal de que mudará muito por causa do cargo.
“O estilo dele já nos deixa estupefatos”, disse o chefe da assessoria de imprensa vaticana, padre Federico Lombardi, também jesuíta. “Nós temos mais um sentido de servir, de obediência, não de governar dioceses. Que dirá toda a igreja. Não estávamos preparados psicologicamente.”
Em Buenos Aires, ele costumava tomar ônibus e metrô. Passou grande parte da vida trabalhando em favelas. Talvez o cargo de sumo-pontífice o impeça de ser tão informal, mas que o choque de cultura no Vaticano já começou não há dúvida.
Na saída, voltou ao local onde se hospedou antes do conclave. Buscou sua bagagem, cumprimentou os funcionários e pagou a conta do próprio bolso. O objetivo: “dar exemplo”, segundo o Vaticano.
E lembrar São Francisco de Assis, que viveu uma vida de pobreza. Dias agitados esperam a Cúria Romana, administração da Igreja Católica e envolvida em denúncias que vão da corrupção ao acobertamento de pedofilia.
A comitiva modesta para ir à basílica no centro de Roma permitiu que fosse visto e cumprimentado por crianças de uma escola da região.
Os seguranças ainda estão se adaptando ao novo estilo, bem mais pastoral do que o do teólogo e antecessor, papa emérito Bento XVI. A prerrogativa de determinar a distância que terá com o povo cabe inteiramente a Bergoglio e ele não deu sinal de que mudará muito por causa do cargo.
“O estilo dele já nos deixa estupefatos”, disse o chefe da assessoria de imprensa vaticana, padre Federico Lombardi, também jesuíta. “Nós temos mais um sentido de servir, de obediência, não de governar dioceses. Que dirá toda a igreja. Não estávamos preparados psicologicamente.”
Em Buenos Aires, ele costumava tomar ônibus e metrô. Passou grande parte da vida trabalhando em favelas. Talvez o cargo de sumo-pontífice o impeça de ser tão informal, mas que o choque de cultura no Vaticano já começou não há dúvida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário