"Se a trombeta tocar e somente dois crentes aqui subirem ao céu, tenho certeza que sou o primeiro". Com essas palavras o deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) iniciou sua pregação ontem à noite, em Belém, durante a Conferência da Bênção, que marcou os 18 anos da congregação evangélica Vale da Bênção, no Centro de Convenções Centenário Assembleia de Deus, na rodovia Augusto Montenegro. Cerca de 15 mil pessoas acompanharam a celebração. Do lado de fora, um grupo de manifestantes fez um protesto pacífico pedindo a saída de Feliciano da presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Não houve incidentes. Logo mais, às 10 horas, haverá um novo protesto, na praça da República, em frente ao Teatro da Paz.
"Queremos respeito à dignidade humana e à cidadania, que são princípios da Constituição Brasileira. O discurso de Marco Feliciano considera que algumas pessoas são melhores do que outras, e isso fere os direitos das minorias", disse o psicólogo Douglas da Silva, um dos organizadores do protesto. A mobilização foi feita através da internet. Com pequenos cartazes com a frase "Fora Feliciano", o grupo ficou posicionado, em silêncio, em frente à entrada do Vale da Bênção, sob os olhares apreensivos dos evangélicos que chegavam para o culto. Alguns manifestantes estavam usando mordaças.
Para tentar contrapor o protesto, alguns pastores colocaram uma faixa de apoio a Feliciano no portão de entrada, pedindo assinaturas em favor de sua permanência na Comissão de Direitos Humanos. Enquanto isso, dentro da congregação, Marco Feliciano acompanhava os cânticos de abertura num púlpito cercado por sete seguranças.
"Queremos respeito à dignidade humana e à cidadania, que são princípios da Constituição Brasileira. O discurso de Marco Feliciano considera que algumas pessoas são melhores do que outras, e isso fere os direitos das minorias", disse o psicólogo Douglas da Silva, um dos organizadores do protesto. A mobilização foi feita através da internet. Com pequenos cartazes com a frase "Fora Feliciano", o grupo ficou posicionado, em silêncio, em frente à entrada do Vale da Bênção, sob os olhares apreensivos dos evangélicos que chegavam para o culto. Alguns manifestantes estavam usando mordaças.
Para tentar contrapor o protesto, alguns pastores colocaram uma faixa de apoio a Feliciano no portão de entrada, pedindo assinaturas em favor de sua permanência na Comissão de Direitos Humanos. Enquanto isso, dentro da congregação, Marco Feliciano acompanhava os cânticos de abertura num púlpito cercado por sete seguranças.
Antes da programação em Belém, Marco Feliciano esteve em Igarapé-Miri, para o aniversário da igreja evangélica local

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