Os remédios estão mais caros 6,31%, conforme determinou a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), formada pelos Ministérios da Saúde, da Fazenda, da Casa Civil e de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. No Pará, distribuidoras, redes de farmácias e drogarias já readequaram os preços. Segundo o Conselho Regional de Farmácia do Pará, o reajuste afetará a população mais pobre, principalmente os que usam remédio para doenças crônicas, como a diabetes. "Um medicamento que já estava sendo comercializado pelo preço do ano passado, o valor pode chegar a até 10% de variação. Por isso, a população deve sempre pesquisar", avalia Deick Qaresma, representante do Conselho.
Baratos - Há maneiras de se comprar remédios baratos e eficientes. "As pessoas precisam identificar suas necessidades e fazer pesquisa de preços. Há os genéricos autorizados pelo Ministério da Saúde e Anvisa, que têm o mesmo efeito que os medicamentos de referência ou éticos. Os similares também servem de alternativas. Em caso de dúvida, basta o consumidor procurar pelo farmacêutico, pois este é o único profissional habilitado a dar informação sobre o produto", orienta Daniel Jackson Costa, presidente do Conselho Regional de Farmácia (CRF) no Pará. O Estado conta hoje com pelo menos 1,8 mil farmácias, das quais 540 oferecem descontos aos clientes interessados em economizar.
Há ainda o Programa Aqui Tem Farmácia Popular, que envolve as redes privadas que atuam com subsídio de 90% nos preços dos medicamentos garantidos pelo governo Federal. "São medicamentos inovadores para diabetes, asma, hipertensão, bronquite, controle de colesterol, enfim, é um elenco de doenças e serve de incentivo do governo Federal para que a população tenha acesso", informou o presidente do CRF no Pará.
Nas redes farmacêuticas no Estado há também o Programa de Benefício de Medicamentos (PBMs), pelos quais laboratórios ou indústrias farmacêuticas subsidiam descontos em até 50%. Para ter acesso, a pessoa precisa se cadastrar no site do laboratório do medicamento.
Há ainda programas de fidelidade das farmácias, com cadastro dos dados pessoais e informe do medicamento que toma com frequência. Os dados são repassados às indústrias e laboratórios farmacêuticos. O benefício de desconto é de até 60%. (Jornal Amazônia)
Baratos - Há maneiras de se comprar remédios baratos e eficientes. "As pessoas precisam identificar suas necessidades e fazer pesquisa de preços. Há os genéricos autorizados pelo Ministério da Saúde e Anvisa, que têm o mesmo efeito que os medicamentos de referência ou éticos. Os similares também servem de alternativas. Em caso de dúvida, basta o consumidor procurar pelo farmacêutico, pois este é o único profissional habilitado a dar informação sobre o produto", orienta Daniel Jackson Costa, presidente do Conselho Regional de Farmácia (CRF) no Pará. O Estado conta hoje com pelo menos 1,8 mil farmácias, das quais 540 oferecem descontos aos clientes interessados em economizar.
Há ainda o Programa Aqui Tem Farmácia Popular, que envolve as redes privadas que atuam com subsídio de 90% nos preços dos medicamentos garantidos pelo governo Federal. "São medicamentos inovadores para diabetes, asma, hipertensão, bronquite, controle de colesterol, enfim, é um elenco de doenças e serve de incentivo do governo Federal para que a população tenha acesso", informou o presidente do CRF no Pará.
Nas redes farmacêuticas no Estado há também o Programa de Benefício de Medicamentos (PBMs), pelos quais laboratórios ou indústrias farmacêuticas subsidiam descontos em até 50%. Para ter acesso, a pessoa precisa se cadastrar no site do laboratório do medicamento.
Há ainda programas de fidelidade das farmácias, com cadastro dos dados pessoais e informe do medicamento que toma com frequência. Os dados são repassados às indústrias e laboratórios farmacêuticos. O benefício de desconto é de até 60%. (Jornal Amazônia)
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