“Sou bem rica, ao ponto de ser dona do meu nariz, de não ter nenhum
empresário comendo toda a minha grana. Os lucros do nosso trabalho são
para serem reinvestidos na carreira. Mas a minha noção de riqueza
artística é bem diferente. Não preciso morar em Alphaville. Sou feliz
morando no Jurunas. Ninguém sabe da minha conta bancária, mas eu vivo
muito bem, proporciono tudo o que a minha família precisa, dou valor a
coisas pequenas e continuo sendo a mesma pessoa que come churrasquinho
de gato na esquina; que bota piscina de plástico no meio da rua e pula
com os amigos; que faz pagode na rua de casa e que vai na esquina
comprar pão”.
“Tenho muito medo de criar um padrão de vida, torná-lo absurdamente alto
e não conseguir me manter. Gosto da vida que tenho porque sei que vou
ser feliz para sempre. Mesmo que esteja viajando, sei que sempre terei a
minha casinha. Não sou de ostentar. Muito luxo me incomoda. Sou feliz
por tudo o que conquistei e tenho certeza de que vou conquistar ainda
mais para poder dividir com quem está do meu lado.”
Mais aqui >Rainha do tecnobrega
A gente torce muito para que ela prossiga com essas idéias. Gente bonita e feliz é assim.
ResponderExcluirO resto é apocalipse ou colapso...