Servidores da Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PA) devem iniciar greve por tempo indeterminado a partir da noite de hoje, quando as entidades de cada uma dessas categorias realizarão uma assembleia geral conjunta na sede da Alepa (Assembleia Legislativa do Estado do Pará), às 17 horas, com participação dos profissionais de educação, já em greve. A informação foi dada, ontem à noite, pelo presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Polícia Civil do Pará (Sindpol-PA), Rubens Teixeira.
Rubens destacou que após o baleamento do sargento da Polícia Militar Antônio Hélio Borges e da morte da esposa dele, Feliciana Mota, ontem, os dirigentes do Sindpol, das associações de policiais militares, o Sindetran, Sintsep e o Sintepp decidiram fazer uma assembleia geral na sede do Sintepp (dos profissionais da educação no Estado).
"A assembleia começou às 19 horas e terminou às 21 horas. Nós decidimos fazer uma assembleia geral nesta quinta-feira, às 17 horas, na frente da Assembleia Legislativa, quando iremos comunicar às categorias a decisão das entidades de iniciar uma greve geral por tempo indeterminado a partir desse momento. Eu penso que por volta das 19 horas já deveremos estar em greve", afirmou Rubens Teixeira.
Os policiais civis reivindicam maior segurança à categoria, envolvendo treinamento para esses profissionais; estrutura física para desempenho de função, como alojamentos femininos e masculinos nas unidades policiais, porque hoje os mesmo banheiros são utilizados tanto por homens quanto mulheres; incorporação do abono de R$ 540,00 e adoção de gratificação inominada para os policiais que não têm nível superior até que ele obtenha essa formação acadêmica.
O presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar, Francisco Xavier, destacou que na assembleia de hoje a categoria decidirá se entra em greve geral. Xavier afirmou que as reivindicações dos policiais militares abrangem: kit segurança (colete, algemas e armamento); adoção de 30% de risco de vida - hoje o policial recebe 70%; pagamento de gratificação de 70% sobre o soldo referente à dedicação em tempo integral; gratificação por interiorização e efetivação de promoções.
Mais aqui > Ladrão mata esposa de PM
Rubens destacou que após o baleamento do sargento da Polícia Militar Antônio Hélio Borges e da morte da esposa dele, Feliciana Mota, ontem, os dirigentes do Sindpol, das associações de policiais militares, o Sindetran, Sintsep e o Sintepp decidiram fazer uma assembleia geral na sede do Sintepp (dos profissionais da educação no Estado).
"A assembleia começou às 19 horas e terminou às 21 horas. Nós decidimos fazer uma assembleia geral nesta quinta-feira, às 17 horas, na frente da Assembleia Legislativa, quando iremos comunicar às categorias a decisão das entidades de iniciar uma greve geral por tempo indeterminado a partir desse momento. Eu penso que por volta das 19 horas já deveremos estar em greve", afirmou Rubens Teixeira.
Os policiais civis reivindicam maior segurança à categoria, envolvendo treinamento para esses profissionais; estrutura física para desempenho de função, como alojamentos femininos e masculinos nas unidades policiais, porque hoje os mesmo banheiros são utilizados tanto por homens quanto mulheres; incorporação do abono de R$ 540,00 e adoção de gratificação inominada para os policiais que não têm nível superior até que ele obtenha essa formação acadêmica.
O presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar, Francisco Xavier, destacou que na assembleia de hoje a categoria decidirá se entra em greve geral. Xavier afirmou que as reivindicações dos policiais militares abrangem: kit segurança (colete, algemas e armamento); adoção de 30% de risco de vida - hoje o policial recebe 70%; pagamento de gratificação de 70% sobre o soldo referente à dedicação em tempo integral; gratificação por interiorização e efetivação de promoções.
Mais aqui > Ladrão mata esposa de PM
Nenhum comentário:
Postar um comentário