Neste país tão grande, não são poucos os brasileiros que vivem longe. Longe da atenção e dos cuidados de quem organiza e distribui os recursos da saúde. É assim nas pequenas cidades da Ilha do Marajó.
As carências são tantas que coisas básicas ganham status de luxo. Uma mulher que está na maca acaba de dar a luz com a mesma roupa que vestia ao chegar. A vida em condições assim parece ter a força dos milagres.
E é bom que não precise de berço aquecido, incubadora, equipamentos que fazem a diferença entre a vida e a morte em um lugar isolado como Cachoeira do Arari. Semanas atrás trigêmeos nasceram e morreram lá.
“Fizeram o parto e os bebês duraram algumas horas porque não tínhamos onde colocar os bebês. Foi chamado o resgate antes pra ver se levava a mãe, mas não conseguimos. Um caso que o município nunca vai esquecer”, conta diretora do hospital Ângela Barbosa.
As carências são tantas que coisas básicas ganham status de luxo. Uma mulher que está na maca acaba de dar a luz com a mesma roupa que vestia ao chegar. A vida em condições assim parece ter a força dos milagres.
E é bom que não precise de berço aquecido, incubadora, equipamentos que fazem a diferença entre a vida e a morte em um lugar isolado como Cachoeira do Arari. Semanas atrás trigêmeos nasceram e morreram lá.
“Fizeram o parto e os bebês duraram algumas horas porque não tínhamos onde colocar os bebês. Foi chamado o resgate antes pra ver se levava a mãe, mas não conseguimos. Um caso que o município nunca vai esquecer”, conta diretora do hospital Ângela Barbosa.
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