Em 1964, a Marcha da Família antecedeu o golpe militar e o início ditatorial
A Marcha da Família com Deus pela Liberdade consistiu em uma série de eventos ocorridos em março de 1964 em resposta à “ameaça comunista” do comício do presidente João Goulart, naquele mesmo ano. A Marcha antecedeu o golpe militar de 1964, que, poucas semanas depois, iniciou o período da Ditadura no país.
50 anos depois, um grupo organiza, pelas redes sociais, a “Marcha da Família com Deus II – O retorno!”. O evento está agendado para o próximo dia 22, em diversas cidades do país.
Em Belém, a concentração está marcada no 2º Batalhão de Infantaria de Selva, na Av. Almirante Barroso, no bairro do Souza, conforme mostra a > página do evento. Também estão previstas marchas em Santarém, Castanhal, Abaetetuba, Cametá, Bragança, Altamira, Marabá, Tucuruí e Itaituba.
Até a noite desta quarta-feira (12), 3.300 pessoas já haviam confirmado presença no evento pelo Facebook. “Marcharemos em favor da família onde a família possa ter seus direitos preservados exigiremos a criação do Ministério da Família e o seu respeito dentro da sociedade e mostrar nossa rejeição a todos os comunistas e esquerdistas a todas as formas de leis que impõe uma ditadura homossexual em cima de nós, mostrar que rejeitamos a PL 122 e todas as formas grantescas e comunistas contra a família”, diz trecho da descrição do evento. “Vamos estar nas ruas mostrando que somos contra toda imposição comunista e não aceitamos isso, e Direitistas que clamam por Intervenção Militar e Monarquistas serão todos bem vindos pela Defesa da Família com Deus, pela Defesa da Vida, da Liberdade e da Democracia e todos juntos contra o Comunismo”, diz também o texto de convocação do evento.
50 anos depois, um grupo organiza, pelas redes sociais, a “Marcha da Família com Deus II – O retorno!”. O evento está agendado para o próximo dia 22, em diversas cidades do país.
Em Belém, a concentração está marcada no 2º Batalhão de Infantaria de Selva, na Av. Almirante Barroso, no bairro do Souza, conforme mostra a > página do evento. Também estão previstas marchas em Santarém, Castanhal, Abaetetuba, Cametá, Bragança, Altamira, Marabá, Tucuruí e Itaituba.
Até a noite desta quarta-feira (12), 3.300 pessoas já haviam confirmado presença no evento pelo Facebook. “Marcharemos em favor da família onde a família possa ter seus direitos preservados exigiremos a criação do Ministério da Família e o seu respeito dentro da sociedade e mostrar nossa rejeição a todos os comunistas e esquerdistas a todas as formas de leis que impõe uma ditadura homossexual em cima de nós, mostrar que rejeitamos a PL 122 e todas as formas grantescas e comunistas contra a família”, diz trecho da descrição do evento. “Vamos estar nas ruas mostrando que somos contra toda imposição comunista e não aceitamos isso, e Direitistas que clamam por Intervenção Militar e Monarquistas serão todos bem vindos pela Defesa da Família com Deus, pela Defesa da Vida, da Liberdade e da Democracia e todos juntos contra o Comunismo”, diz também o texto de convocação do evento.
"Todos juntos contra o comunismo"....
ResponderExcluirPrecisam mudar esse slogam desatualizado. Então, querem destituir os comunistas? Não encontrarão nenhum, porque não existem mais. No Brasil há muitos políticos oportunistas e bandidos, comunista nunca existiu, salvo as poucas exceções conhecidas - Oscar Niemeyer, Plínio de Arruda Sampaio etc
Os venerandos órfãos do golpe militar se animam, supõe-se, para mais uma refrega. Por que não convidam o J. R. Guzzo - autor do texto divulgado na revista Veja e transcrito nesta página, para abrilhantar tão expressivo e inusitado evento. Como disse o cidadão do comentário anterior, os comunistas não existem. Eles devem ter seguido para a Crimeia ou Ucrânia!
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