O Papa Francisco contou ontem (6) que carrega no peito uma cruz que, há anos, 'roubou' do rosário de um sacerdote argentino que foi confessor de João Paulo II. O Pontífice falou sobre o episódio durante um encontro com membros do clero de Roma, em um discurso cujo tema era a misericórdia.
"Em Buenos Aires, havia um confessor famoso. Quase todo o clero se confessava com ele. Em uma visita de João Paulo II à Argentina, ele foi o confessor do Papa", disse Francisco. "Era um ancião, muito ancião. Sempre havia fila de pessoas para se confessar com ele".
"Naquela época, eu era vigário-geral e vivia na cúria. A cada manhã, eu checava se havia chegado algum fax para a cúria. Um certo dia, de Páscoa, recebi um fax de que o confessor tinha morrido e que o funeral seria tal dia", relembrou o Papa.
Francisco contou que foi até a igreja onde o corpo estava sendo velado e reparou que não havia flores. Portanto, saiu pelas ruas de Buenos Aires para comprar flores para o confessor.
Quando estava arrumando as flores no cadáver, notou o rosário que estava nas mãos do confessor. "Olhei para o rosário e, de imediato, me veio o sentimento de ladrão que todos temos dentro de nós. Enquanto acomodava as flores, peguei a cruz do rosário. Com um pouco de força, arranquei a cruz, olhei o defunto e falei: 'Dê-me metade de tua misericórdia'".
Francisco contou que carrega a cruz nos bolsos de suas camisas. "Mas as roupas de Papa não têm bolsos, certo? Por isso, tenho um bolsinho pequeno de tela sempre comigo, para carregar a cruz". "Quando me vem um pensamento ruim contra alguma pessoa, levo minha mão à essa cruz e sinto sua graça", disse o Papa.
"Em Buenos Aires, havia um confessor famoso. Quase todo o clero se confessava com ele. Em uma visita de João Paulo II à Argentina, ele foi o confessor do Papa", disse Francisco. "Era um ancião, muito ancião. Sempre havia fila de pessoas para se confessar com ele".
"Naquela época, eu era vigário-geral e vivia na cúria. A cada manhã, eu checava se havia chegado algum fax para a cúria. Um certo dia, de Páscoa, recebi um fax de que o confessor tinha morrido e que o funeral seria tal dia", relembrou o Papa.
Francisco contou que foi até a igreja onde o corpo estava sendo velado e reparou que não havia flores. Portanto, saiu pelas ruas de Buenos Aires para comprar flores para o confessor.
Quando estava arrumando as flores no cadáver, notou o rosário que estava nas mãos do confessor. "Olhei para o rosário e, de imediato, me veio o sentimento de ladrão que todos temos dentro de nós. Enquanto acomodava as flores, peguei a cruz do rosário. Com um pouco de força, arranquei a cruz, olhei o defunto e falei: 'Dê-me metade de tua misericórdia'".
Francisco contou que carrega a cruz nos bolsos de suas camisas. "Mas as roupas de Papa não têm bolsos, certo? Por isso, tenho um bolsinho pequeno de tela sempre comigo, para carregar a cruz". "Quando me vem um pensamento ruim contra alguma pessoa, levo minha mão à essa cruz e sinto sua graça", disse o Papa.
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Aqui, quem conta é o post:
Em maio de 1991, em Santarém, no Cemitério Nossa Senhora dos Mártires, houve necessidade de ser feita a abertura do mausoléu onde estavam sepultados meu pai Vidal e a minha irmã Edith, para que pudesse ser colocado o caixão com o corpo da minha mãe Raimunda (Dona Didó). Os coveiros que executaram o trabalho, encontraram o crucifixo de metal que estava em cima do caixão e um outro, de tamanho menor, do rosário que os familiares haviam colocado entre os dedos das mãos do meu pai por ocasião de sua morte ocorrida em 1998. Essa reliquias (foto abaixo) estão em meu poder e, o crucifixo do rosário, coloquei em um cordão que uso no meu pescoço. Com ele, me sinto seguro, protegido.

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