O poeta maranhense Ferreira Gullar voltou a apontar suas baterias contra o ex-presidente Lula no artigo (leia aqui > "Retrato falado") publicado ontem (11).
Segundo ele, o ex-presidente deveria ter sido julgado, condenado e pelo chamado "mensalão". "Alguém acredita que Lula desconhecia o uso do dinheiro público para a compra de deputados que apoiavam o seu governo? Quer dizer que o chefe da Casa Civil, que despachava com ele todos os dias, armou tudo sem nada lhe contar; o Genoino, presidente do PT, também nada, e Delúbio, que estava todos os domingos fazendo churrasco na Granja do Torto, também guardou segredo", afirma.
Gullar também questiona a afirmação de Lula de que o julgamento foi 20% técnico e 80% político. "Hoje Lula diz que o julgamento foi político, mas quem, de fato, tentou politizá-lo foi ele, que, como revelou o ministro Gilmar Mendes, do STF, armou um encontro para convencê-lo a votar contra a condenação dos mensaleiros. Como o ministro não topou, tentou dobrá-lo, ameaçando revelar um deslize que ele teria cometido, e que não houve. Isso é chantagem, não?", questiona Gullar. (Brasil 247)
Segundo ele, o ex-presidente deveria ter sido julgado, condenado e pelo chamado "mensalão". "Alguém acredita que Lula desconhecia o uso do dinheiro público para a compra de deputados que apoiavam o seu governo? Quer dizer que o chefe da Casa Civil, que despachava com ele todos os dias, armou tudo sem nada lhe contar; o Genoino, presidente do PT, também nada, e Delúbio, que estava todos os domingos fazendo churrasco na Granja do Torto, também guardou segredo", afirma.
Gullar também questiona a afirmação de Lula de que o julgamento foi 20% técnico e 80% político. "Hoje Lula diz que o julgamento foi político, mas quem, de fato, tentou politizá-lo foi ele, que, como revelou o ministro Gilmar Mendes, do STF, armou um encontro para convencê-lo a votar contra a condenação dos mensaleiros. Como o ministro não topou, tentou dobrá-lo, ameaçando revelar um deslize que ele teria cometido, e que não houve. Isso é chantagem, não?", questiona Gullar. (Brasil 247)

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