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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Modelo gaúcha é presa na China por trabalhar ilegalmente

Amanda Griza, gaúcha, está entre as 60 garotas que foram presas na China, acusadas de trabalho ilegal. A maioria das modelos são do Estados Unidos e Europa.
Amanda trabalha desde os 11 anos como modelo (Facebook/Reprodução)
Amanda trabalha desde os 11 anos como modelo
Para exercer a profissão de modelo no país é necessário um visto de trabalho, que pode levar até dois meses para sair. As agências aconselham os modelos a pedirem o visto de turista, pois têm menos exigências, mas isso é ilegal na China.

A brasileira, 19 anos, morava com os pais em Camboriú, Santa Catarina antes de seguir para o continente asiático. Dois dias antes da prisão, Griza fez o último contato com amigos no Brasil pelo Facebook: “Desculpem, mas não uso Facebook na China porque dá preguiça. Então se quiserem falar comigo, só pelo Whatsapp. Tchau, Brasil”.

Uma falsa seleção de modelos foi realizada pela polícia de Pequim e durante ela, a prisão das garotas. A gaúcha está sob custódia e deve ser deportada nos próximos dias. Outros modelos foram presos em casa, após a agência chinesa M3 repassar o endereço residencial deles. A namorada de Griza, Marcela Hayashi, também é modelo.

O Itamaraty tem conhecimento sobre o caso. A embaixada do Brasil em Pequim está em contato com a brasileira, familiares da modelo, autoridades chinesas e presta assitência desde que ficou sabendo da prisão. Amanda foi detida no dia 8 de maio. 

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