Começa nesta quinta-feira (8) a greve de motoristas e cobradores de ônibus de Belém, Ananindeua e Marituba. Os rodoviários decidiram ontem à noite, em assembleia geral na sede do clube Monte Líbano, rejeitar a proposta negociada pelos sindicatos com as empresas na Superintendência Regional do Trabalho (STR) e iniciar greve por tempo indeterminado a zero hora de hoje. Desse modo, cerca de 11 mil rodoviários dos três municípios que trabalham em 1.900 ônibus deixam de prestar serviço a um milhão de usuários nos três municípios. A assembleia dos rodoviários foi tensa, com discussões acaloradas. Após a reunião, os rodoviários chegaram a interditar a pista da avenida Almirante Barroso e do BRT rumo a Ananindeua, mas pouco tempo depois liberaram as vias. O Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT8) determinou ontem a circulação de 80% da frota urbana da Grande Belém durante a greve.
Os dirigentes sindicais informaram ontem à noite que ainda não tinham sido comunicados oficialmente da decisão judicial. A proposta defendida pelos sindicalistas na assembleia geral, e que acabou rejeitada pela categoria, envolvia 7% de reajuste salarial (com cerca de 1,5% de ganho real), elevando o salário atual de motorista de R$ 1.348,93 para R$ 1.443,35 e de cobrador de R$ 739,45 para R$ 791,21; auxílio-clínica de Belém de R$ 180 mil para R$ 210 mil (16,67% de aumento); auxílio-clínica de Ananindeua passando de R$ 56 mil para R$ 66 mil (17,89%); e tíquete-alimentação pulando de R$ 385,00 para R$ 425,00 (R$ 40,00 de aumento, o equivalente a 10,38% de reajuste). Os rodoviários pretendem negociar uma nova jornada de trabalho, ao invés da manutenção das atuais sete horas e 20 minutos com uma hora de intervalo.
Os dirigentes sindicais informaram ontem à noite que ainda não tinham sido comunicados oficialmente da decisão judicial. A proposta defendida pelos sindicalistas na assembleia geral, e que acabou rejeitada pela categoria, envolvia 7% de reajuste salarial (com cerca de 1,5% de ganho real), elevando o salário atual de motorista de R$ 1.348,93 para R$ 1.443,35 e de cobrador de R$ 739,45 para R$ 791,21; auxílio-clínica de Belém de R$ 180 mil para R$ 210 mil (16,67% de aumento); auxílio-clínica de Ananindeua passando de R$ 56 mil para R$ 66 mil (17,89%); e tíquete-alimentação pulando de R$ 385,00 para R$ 425,00 (R$ 40,00 de aumento, o equivalente a 10,38% de reajuste). Os rodoviários pretendem negociar uma nova jornada de trabalho, ao invés da manutenção das atuais sete horas e 20 minutos com uma hora de intervalo.
Aumento da tarifa para R$ 2,50
O Conselho Municipal de Transportes, órgão consultivo e deliberativo do transporte público, já foi convocado em publicação no Diário Oficial do Município. Os 18 membros - nove do poder público e nove da sociedade civil organizada, incluindo empresários e rodoviários - receberam duas planilhas de custos para avaliação sobre o valor da passagem: uma do Setransbel e outra da Semob. Na segunda-feira, 12, o conselho se reunirá para dar os pareceres e, então, até a próxima sexta, 16, o prefeito decidirá se a tarifa será reajustada ou não. Os empresários pedem um reajuste de 13,64%, o que aumentaria a passagem de ônibus para R$ 2,50.

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