"Para cargos burocráticos, pode-se usar cotas. Eu não aceito para juiz, tem que colocar os mais capazes", disse. "Existe muito proselitismo no sentido de igualar. Eu acho um horror", acrescentou Eliana.
Nas últimas eleições, a magistrada se candidatou ao Senado na Bahia, Estado com a maior população negra do Brasil, mas não foi eleita.
Reportagem da Folha de S. Paulo publicada nesta quinta-feira 11 aponta que, na opinião dos juízes, a cota para negros na magistratura não terá efeito prático, uma vez que é comum sobrar vagas nos concursos públicos.
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou na última terça-feira 9 a reserva de 20% das vagas em concursos do setor Judiciário para negros e pardos autodeclarados. A nova regra vale para cargos de servidores de todos os tribunais e para todos os concursos da magistratura.
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