Villa disse que ‘continuará combatendo o ‘projeto criminoso de poder’, sábia definição do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, em um dos votos do processo do mensalão.”
Os advogados do ex-presidente entraram ontem (15) com queixa-crime contra ele por conta de afirmações proferidas por ele na edição de 20 de julho do Jornal da Cultura 2ª edição, onde é parte do elenco fixo de comentaristas. A ação é referente a apenas um dos recorrentes comentários caluniosos que o professor da Universidade do Estadual Paulista (Unesp) repete contra o ex-presidente no jornal noturno da TV pública do governo do Estado de São Paulo.
No comentário, Villa disse que o ex-presidente “mente, mente”, que é culpado de “tráfico de influência internacional, sim”, além de “réu oculto do mensalão”, “chefe do petrolão”, “chefe da quadrilha” e teria organizado “todo o esquema de corrupção”.
Leia a nota de Villa sobre a ação:
“Lula quer me intimidar. Vai perder seu tempo. Não darei um passo atrás. Continuarei combatendo o “projeto criminoso de poder”, sábia definição do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, em um dos votos do processo do mensalão.
Tenho por princípio defender os valores republicanos. Vou continuar nesta luta. Nada vai me calar. Vivemos uma quadra histórica decisiva para o Brasil. A hora não é dos fracos. Não tenho medo. Confio na Justiça do meu país.”
“Lula quer me intimidar. Vai perder seu tempo. Não darei um passo atrás. Continuarei combatendo o “projeto criminoso de poder”, sábia definição do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, em um dos votos do processo do mensalão.
Tenho por princípio defender os valores republicanos. Vou continuar nesta luta. Nada vai me calar. Vivemos uma quadra histórica decisiva para o Brasil. A hora não é dos fracos. Não tenho medo. Confio na Justiça do meu país.”
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