Vem pra rua Ainda muito reclusa em seu gabinete,
Dilma Rousseff deve sair do Palácio do Planalto para liderar uma
campanha em defesa da legalidade de seu mandato. Pesquisas mostram que a
petista precisa ir mais às ruas para, de um lado, fazer o embate
político e, de outro, mostrar que há governo funcionando por meio de
inaugurações e entrega de obras. As sondagens sinalizam que a população
reage positivamente quando Dilma faz intervenções públicas.
Desabamento A Lava Jato atinge o seu ápice com a delação de Marcelo Odebrecht. “Não restará pedra sobre pedra”, diz um general da operação.
Tudo como antes Apesar de sugerir que o impeachment,
sem base, cheira a golpe, Renan Calheiros continua fazendo, nos
bastidores, a mesma avaliação dos últimos dias: “Não tem mais jeito”.
Típico dele Quem acompanha os passos do presidente
do Senado diz que ele fez, faz e fará gestos ambíguos até o fim. Por
puro instinto de sobrevivência, não quer ser confundido nem com o
exército inimigo, nem com as tropas aliadas.
Só na banheira De um grande aliado do vice-presidente
da República: “Michel Temer está igual ao Romário. Ele está jogando
parado. Espera na área para fazer o gol”.
Cheio de causos
Em fevereiro, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) discursava durante a
posse do novo presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo,
Mário Ferraz.
O tucano falava da importância da Justiça Eleitoral, que foi fundamental para acabar com o chamado “voto de cabresto”, a partir da década de 1930.
— Os coronéis locais entregavam a cédula já preenchida para o eleitor depositar na urna. Um dia, ao receber a cédula, um senhorzinho indagou: “Coronel, posso saber em quem eu vou votar?” — contou Alckmin.
E seguiu o “causo”:
— O coronel respondeu: “Isso, não! O voto é secreto.”
O tucano falava da importância da Justiça Eleitoral, que foi fundamental para acabar com o chamado “voto de cabresto”, a partir da década de 1930.
— Os coronéis locais entregavam a cédula já preenchida para o eleitor depositar na urna. Um dia, ao receber a cédula, um senhorzinho indagou: “Coronel, posso saber em quem eu vou votar?” — contou Alckmin.
E seguiu o “causo”:
— O coronel respondeu: “Isso, não! O voto é secreto.”
TIROTEIO
"Ao nomear o ex-presidente Lula para ministro, Dilma confirma a máxima policial: todo criminoso volta ao local do crime".
Do Deputado Paulinho da Força (SD-SP), sobre a decisão de Dilma
Rousseff de nomear Lula, alvo da Lava Jato, como chefe da Casa
Civil.
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