Um dia após a Câmara aprovar a continuidade do impeachment da presidente Dilma Rousseff, o senador Fernando Collor (PTC-AL), que sofreu um processo de afastamento da Presidência da República em 1992, quando ocupava o cargo, disse estar desconfortável em ter que participar do processo, falou na necessidade de "serenidade" e aproveitou os 50 minutos em que ocupou a tribuna do plenário do Senado ainda para apresentar sugestões à administração do país.
"Sinto-me nessa contingência, tenham certeza, com profunda apreensão e pesar. Apreensão pela imensa preocupação com a estabilidade do país. E pesar, pela possibilidade de ter que participar do julgamento de um governo, cujos principais atores e partido protagonizaram exatamente meu impeachment. Não é nada confortável para mim rememorar e menos ainda reviver, mesmo que em outra trincheira, momentos como este".
Aliado de Dilma, o senador deixou claro que não iria declarar um posicionamento em relação ao processo. "Considero imprudente de minha parte antecipar, neste momento, uma posição frente ao processo de impeachment em curso. Qualquer que seja minha palavra, celeumas podem ser criadas, e essa não é minha intenção. Desejo tão somente, no plano institucional e no exercício do mandato de senador, colaborar para que o Brasil encontre soluções para sair de todas as crises por que passa".
"Sinto-me nessa contingência, tenham certeza, com profunda apreensão e pesar. Apreensão pela imensa preocupação com a estabilidade do país. E pesar, pela possibilidade de ter que participar do julgamento de um governo, cujos principais atores e partido protagonizaram exatamente meu impeachment. Não é nada confortável para mim rememorar e menos ainda reviver, mesmo que em outra trincheira, momentos como este".
Aliado de Dilma, o senador deixou claro que não iria declarar um posicionamento em relação ao processo. "Considero imprudente de minha parte antecipar, neste momento, uma posição frente ao processo de impeachment em curso. Qualquer que seja minha palavra, celeumas podem ser criadas, e essa não é minha intenção. Desejo tão somente, no plano institucional e no exercício do mandato de senador, colaborar para que o Brasil encontre soluções para sair de todas as crises por que passa".
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