Com honrarias militares e a presença de autoridades, o ex-ministro e ex-governador do Pará Jarbas Passarinho foi velado e sepultado ontem (5) em Brasília. A missa do velório aconteceu durante a tarde no Oratório do Soldado. Embora Passarinho tenha se aposentado como coronel, o Exército providenciou homenagens que são dirigidas, geralmente, apenas a generais ou militares que se destacaram na vida pública, caso do ex-ministro. Jarbas Passarinho morreu aos 96 anos em decorrência de problemas de saúde devido à idade avançada. O governo do Pará decretou luto oficial por três dias.
Estiveram presentes à missa o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen; os generais Francisco Modesto (chefe do Departamento de Pessoal), César Leme (comandante militar do Planalto) e Riyuzo Ikeda (comandante da 11a Região Militar); o ex-ministro do GSI, Alberto Mendes; e o arcebispo militar Dom Fernando, entre outras autoridades militares. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello esteve no velório.
Em seguida, o sepultamento Passarinho foi marcado honrarias militares. A banda do Exército, do qual o ex-ministro era coronel aposentado, recepcionou o caixão, carregado por militares do Grupo de Artilharia de Campanha. Houve salva de tiros, espécie de homenagem feita apenas a generais, heróis de guerra ou nomes importantes da caserna.
Na saída do velório, o ministro do STF Marco Aurélio Mello disse que Passarinho foi um "varão da República" e um "político exemplar". O ex-ministro é padrinho de uma das filhas de Marco Aurélio. Ele atuou com desprendimento, com pureza de alma — afirmou Marco Aurélio.
O filho Carlos Passarinho recebeu do Exército bandeiras do Brasil, do Pará e do Flamengo. Ele ressaltou a emoção pelas últimas homenagens militares prestadas:
— Creio que tenha sido até mais do que ele imaginava e esperava. Sempre se referia ao Exército com carinho e sobre os valore adquiridos na formação — disse Carlos.
Estiveram presentes à missa o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Sérgio Etchegoyen; os generais Francisco Modesto (chefe do Departamento de Pessoal), César Leme (comandante militar do Planalto) e Riyuzo Ikeda (comandante da 11a Região Militar); o ex-ministro do GSI, Alberto Mendes; e o arcebispo militar Dom Fernando, entre outras autoridades militares. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello esteve no velório.
Em seguida, o sepultamento Passarinho foi marcado honrarias militares. A banda do Exército, do qual o ex-ministro era coronel aposentado, recepcionou o caixão, carregado por militares do Grupo de Artilharia de Campanha. Houve salva de tiros, espécie de homenagem feita apenas a generais, heróis de guerra ou nomes importantes da caserna.
Na saída do velório, o ministro do STF Marco Aurélio Mello disse que Passarinho foi um "varão da República" e um "político exemplar". O ex-ministro é padrinho de uma das filhas de Marco Aurélio. Ele atuou com desprendimento, com pureza de alma — afirmou Marco Aurélio.
O filho Carlos Passarinho recebeu do Exército bandeiras do Brasil, do Pará e do Flamengo. Ele ressaltou a emoção pelas últimas homenagens militares prestadas:
— Creio que tenha sido até mais do que ele imaginava e esperava. Sempre se referia ao Exército com carinho e sobre os valore adquiridos na formação — disse Carlos.



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