No jornal Amazônia
No discurso proferido ontem (8) na tribuna da Câmara dos Deputados sobre o pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de prisão dos caciques peemedebistas Renan Calheiros, José Sarney, Romero Jucá e Eduardo Cunha, o deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA) cobrou que a esse rol seja acrescentado o nome do senador Jader Barbalho (PMDB-PA).
Em seu discurso, Jordy lembrou que o senador paraense está diretamente envolvido nos esquemas de corrupção da cúpula do PMDB que integrou o governo Dilma Rousseff e que agora comanda a República, por meio do presidente interino Michel Temer. Ele lembrou ainda que o nome do líder do clã Barbalho já foi citado nas delações premiadas de quatro personagens de peso na operação Lava Jato: Nestor Cerveró, o empresário Fernando Soares (o Baiano), o ex-senador Delcídio do Amaral e o ex-senador Sérgio Machado.
“São inúmeras acusações. Desde desvios de recursos da Petrobras, passando pelas principais empresas do setor energético, chegando até as propinas em contratos da construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. (...) Então é urgente que, devido às delações e aos fatos relatados nas gravações, que o STF determine imediatamente o afastamento e a prisão de Jader e dos demais denunciados, para que não continuem conspirando, em claras tratativas para atrapalhar as investigações. A sociedade brasileira não admitirá qualquer ingerência para barrar as investigações que tentam limpar o País de notórios corruptos”, protestou.
Jordy destacou cada uma das citações ao nome de Jader Barbalho. Primeiramente, recordou a delação de Nestor Cerveró à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal, onde foi relatado que na casa do senador paraense, em Brasília, foi feito um acerto para o pagamento de uma propina de US$ 6 milhões, oriundo do esquema Petrolão, que saqueou os cofres da Petrobras. Em seguida, Jordy mencionou a delação do ex-senador cearense Sérgio Machado (PMDB), que coloca Barbalho no rateio de uma bolada de R$ R$ 70 milhões.
“Dinheiro que foi amealhado quando Machado era presidente da Transpetro e que teria beneficiado, além de Barbalho, outros integrantes da cúpula do PMDB nacional, como os senadores Renan Calheiros, Romero Jucá e Edison Lobão, além do ex-presidente da República, José Sarney”, explicou.
O deputado recorda que Jader já havia sido denunciado por outros dois nomes emblemáticos nas investigações da Lava Jato: o ex-senador Delcídio do Amaral e pelo empresário Fernando “Baiano” Soares, apontado pela PF como principal operador do PMDB no Petrolão.
“A sociedade brasileira espera que a Lava Jato, bem como outras investigações em curso, levem os corruptos às barras da Justiça, para que respondam e paguem por seus crimes. Este momento pode ser um divisor de águas quanto à corrupção endêmica em nosso País. Uma chance de passar a limpo, de uma vez por todas, a República, afastando da vida política raposas felpudas que até agora se achavam intocáveis pela Justiça. A população agradece”, finalizou Jordy em seu discurso.
Vale a pena ver de novo >Deputados do Pará se xingam de 'ladrão safado', 'vagabundo', 'bandido'
No discurso proferido ontem (8) na tribuna da Câmara dos Deputados sobre o pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de prisão dos caciques peemedebistas Renan Calheiros, José Sarney, Romero Jucá e Eduardo Cunha, o deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA) cobrou que a esse rol seja acrescentado o nome do senador Jader Barbalho (PMDB-PA).
Em seu discurso, Jordy lembrou que o senador paraense está diretamente envolvido nos esquemas de corrupção da cúpula do PMDB que integrou o governo Dilma Rousseff e que agora comanda a República, por meio do presidente interino Michel Temer. Ele lembrou ainda que o nome do líder do clã Barbalho já foi citado nas delações premiadas de quatro personagens de peso na operação Lava Jato: Nestor Cerveró, o empresário Fernando Soares (o Baiano), o ex-senador Delcídio do Amaral e o ex-senador Sérgio Machado.
“São inúmeras acusações. Desde desvios de recursos da Petrobras, passando pelas principais empresas do setor energético, chegando até as propinas em contratos da construção da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. (...) Então é urgente que, devido às delações e aos fatos relatados nas gravações, que o STF determine imediatamente o afastamento e a prisão de Jader e dos demais denunciados, para que não continuem conspirando, em claras tratativas para atrapalhar as investigações. A sociedade brasileira não admitirá qualquer ingerência para barrar as investigações que tentam limpar o País de notórios corruptos”, protestou.
Jordy destacou cada uma das citações ao nome de Jader Barbalho. Primeiramente, recordou a delação de Nestor Cerveró à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal, onde foi relatado que na casa do senador paraense, em Brasília, foi feito um acerto para o pagamento de uma propina de US$ 6 milhões, oriundo do esquema Petrolão, que saqueou os cofres da Petrobras. Em seguida, Jordy mencionou a delação do ex-senador cearense Sérgio Machado (PMDB), que coloca Barbalho no rateio de uma bolada de R$ R$ 70 milhões.
“Dinheiro que foi amealhado quando Machado era presidente da Transpetro e que teria beneficiado, além de Barbalho, outros integrantes da cúpula do PMDB nacional, como os senadores Renan Calheiros, Romero Jucá e Edison Lobão, além do ex-presidente da República, José Sarney”, explicou.
O deputado recorda que Jader já havia sido denunciado por outros dois nomes emblemáticos nas investigações da Lava Jato: o ex-senador Delcídio do Amaral e pelo empresário Fernando “Baiano” Soares, apontado pela PF como principal operador do PMDB no Petrolão.
“A sociedade brasileira espera que a Lava Jato, bem como outras investigações em curso, levem os corruptos às barras da Justiça, para que respondam e paguem por seus crimes. Este momento pode ser um divisor de águas quanto à corrupção endêmica em nosso País. Uma chance de passar a limpo, de uma vez por todas, a República, afastando da vida política raposas felpudas que até agora se achavam intocáveis pela Justiça. A população agradece”, finalizou Jordy em seu discurso.
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