O Planalto está concentrando esforços em torno de cinco
votos de senadores para livrar Dilma do impeachment: os peemedebistas Jader Barbalho
(PA), Eduardo Braga (AM), João Alberto (MA) e o próprio Renan
Calheiros (AL), além do senador Pedro Chaves (PSC-MS), suplente do
senador cassado Delcídio Amaral. Renan não precisará presidir a sessão,
que será comandada pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo e a
expectativa é que se posicione pelo impeachment. Desses todos, há quem
aposte que Eduardo Braga já teria se decidido pelo impedimento. E mais:
Helder Barbalho, filho de Jader, é ministro da Integração Nacional.

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