Em texto publicado nas redes sociais após a decisão do Senado de afastar Dilma Rousseff da Presidência da República, a ex-senadora e líder do partido Rede Sustentabilidade, Marina Silva, questionou a decisão de votar separadamente o afastamento e a inabilidade de Dilma para exercer funções públicos para os próximos oito anos.
"É democrático mudar a Constituição Federal por meio de um destaque e anular o preceito constitucional que instituiu - em seu artigo 52, parágrafo único - expressamente como consequência de uma decisão de impeachment: '(...) perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício da função pública'?", escreveu.
Marina afirmou que "golpe" é desviar recursos públicos para financiar campanhas. Ela acusou Dilma e Michel Temer de praticar fraudes na campanha de 2014 e falou que isso só poderá ser reparado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A líder da Rede defende a cassação da chapa e a convocação de novas eleições.
"Na presente conjuntura, esse golpe aconteceu e só poderá ser reparado e verdadeiramente punido com outro julgamento, que não é o do impeachment da, então agora, ex-presidente Dilma. Trata-se do julgamento do TSE sobre as fraudes da campanha de Dilma e Temer em 2014", escreveu Marina.
"É democrático mudar a Constituição Federal por meio de um destaque e anular o preceito constitucional que instituiu - em seu artigo 52, parágrafo único - expressamente como consequência de uma decisão de impeachment: '(...) perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício da função pública'?", escreveu.
Marina afirmou que "golpe" é desviar recursos públicos para financiar campanhas. Ela acusou Dilma e Michel Temer de praticar fraudes na campanha de 2014 e falou que isso só poderá ser reparado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A líder da Rede defende a cassação da chapa e a convocação de novas eleições.
"Na presente conjuntura, esse golpe aconteceu e só poderá ser reparado e verdadeiramente punido com outro julgamento, que não é o do impeachment da, então agora, ex-presidente Dilma. Trata-se do julgamento do TSE sobre as fraudes da campanha de Dilma e Temer em 2014", escreveu Marina.
De um leitor deste blog:
Essa mulher nunca deixou de ser petista, fã número 1 do Lula. Ela não faz nenhuma referência ao fato dos parlamentares do seu partido terem votado contra o afastamento de Dilma. O senador Randolfe Rodrigues foi quem apresentou o pedido ontem, para o fatiamento, para o voto separado, que livrou a Dilma da perda de seus direitos políticos. Marina é uma enganadora!
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