Uma das preocupações de Freixo é evitar o vínculo com o governo Dilma Rousseff, ao qual o PSOL fez oposição, mas criticou seu afastamento. O objetivo agora é evitar a nacionalização da campanha.
"O debate é municipal. A nacionalização do debate já ocorreu. O PMDB foi derrotado. Essa derrota tem relações com o debate nacional e também com o local. Agora é hora de aprofundar as diferenças de concepção de cidade, debate sobre programa", disse Freixo.
O discurso contra o governo Michel Temer feito pelo candidato do PSOL logo após o anúncio do resultado no primeiro turno pegou mal entre os candidatos derrotados que cogitavam dar algum apoio, ainda que discreto, a Freixo.
Lula esteve no Rio para defender a candidatura de Jandira Feghali (PC do B). Marina tinha como candidato Alessandro Molon (Rede). Os dois somaram menos de 5% dos votos válidos.
O PSDB já decidiu que não vai apoiar Freixo, mas ainda não declarou apoio ao senador Marcelo Crivella (PRB).
E em Belém?
Pergunta de um leitor deste blog: "Será que o Edmilson Rodrigues, também do PSOL, vai admitir, vai encarar o apoio do PT, do Helder e Jader Barbalho (PMDB) em sua campanha no segundo turno contra Zenaldo?
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