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domingo, 2 de fevereiro de 2020
Sempre costumo demonstrar aqui ou onde quer que eu esteja, o meu intenso amor e a minha paixão pelo meu Clube do Remo. E reconheço, com respeito, que o nosso principal rival é o Paysandu Sport Clube, que hoje (2) completa 106 anos de fundação. Desejo que o referido clube e seus torcedores tenham ainda muita vida pela frente, mas sem muito sucesso nos confrontos contra o meu amado Leão Azul. Parabéns galera alviceleste!
sábado, 1 de fevereiro de 2020
Consultório Sentimental
Leitora que se identifica como "Santarena confusa" narra o seu drama conjugal através de e-mail e pede a sua opinião, amigo(a):
"O meu marido sai e volta a hora que quer, frequenta qualquer ambiente, mesmo aqueles considerados ´suspeitos`, conversa com seus amigos e com suas amigas em barzinhos, principalmente no Mascote e no Mascotinho, enfim, se julga plenamente livre para fazer o que, como, quando e onde quiser. Mas, quando eu, raramente faço isso, é briga certa, ele fica emburrado por um longo tempo. Fica furioso quando eu digo - não escondo nada - que alguém pediu o número do meu telefone, que me convidou para jantar e até arriscou beijar-me em uma balada que compareci sozinha porque ele, o ´maridão`, recusou-se a me acompanhar por que já tinha assumido compromisso com os amigos para ir a outro lugar naquele dia e horário. Para ele, e com base no código de honra masculino isto é traição. Será que é mesmo? Não posso ser livre também?
"O meu marido sai e volta a hora que quer, frequenta qualquer ambiente, mesmo aqueles considerados ´suspeitos`, conversa com seus amigos e com suas amigas em barzinhos, principalmente no Mascote e no Mascotinho, enfim, se julga plenamente livre para fazer o que, como, quando e onde quiser. Mas, quando eu, raramente faço isso, é briga certa, ele fica emburrado por um longo tempo. Fica furioso quando eu digo - não escondo nada - que alguém pediu o número do meu telefone, que me convidou para jantar e até arriscou beijar-me em uma balada que compareci sozinha porque ele, o ´maridão`, recusou-se a me acompanhar por que já tinha assumido compromisso com os amigos para ir a outro lugar naquele dia e horário. Para ele, e com base no código de honra masculino isto é traição. Será que é mesmo? Não posso ser livre também?
Leitorado
De Cícero G.Silva, bairro Prainha/Santarém:
"Eu considero injusto alguém dizer que os ilustres atuais vereadores da nossa Câmara não fizeram alguma coisa em favor de Santarém e do seu povo. Fizeram, sim! Todos eles apresentaram dezenas de projetos e pedidos que foram intensamente discutidos e aprovados, concedendo títulos de Honra ao Mérito a eleitores seus e financiadores de suas campanhas eleitorais. Merecem todos eles serem reeleitos".
De Cícero G.Silva, bairro Prainha/Santarém:
"Eu considero injusto alguém dizer que os ilustres atuais vereadores da nossa Câmara não fizeram alguma coisa em favor de Santarém e do seu povo. Fizeram, sim! Todos eles apresentaram dezenas de projetos e pedidos que foram intensamente discutidos e aprovados, concedendo títulos de Honra ao Mérito a eleitores seus e financiadores de suas campanhas eleitorais. Merecem todos eles serem reeleitos".
Leitorado
De Silvestre Negrão, bairro Jurunas/Belém:
"Acabei de ler em um jornal de Belém, a notícia da morte do conhecido radialista Chico Chagas. Muitas homenagens, muitas notas de pesar com louvações à sua carreira, foram escritas, faladas e vistas nos meios de comunicação. Mas, Chico morreu num leito de um Pronto Socorro Municipal que não oferece tantos recursos em termos de tratamento de doenças graves como era o seu caso. A pergunta que não quer calar é está: por que só depois de morto o citado radialista é homenageado, elogiado, considerado um profissional dos bons? Por que não o ajudaram para que fosse tratado em um bom hospital? É sempre assim, só depois que morre se lembram de dizer te amo, te adoro...
Descansa em paz, Chico!
Só pra lembrar: com o radialista Thompson Mota, também foi assim, morreu por falta de boa assistência médica hospitalar nos seus últimos dias de vida e depois da sua morte, as homenagens foram muitas".
De Silvestre Negrão, bairro Jurunas/Belém:
"Acabei de ler em um jornal de Belém, a notícia da morte do conhecido radialista Chico Chagas. Muitas homenagens, muitas notas de pesar com louvações à sua carreira, foram escritas, faladas e vistas nos meios de comunicação. Mas, Chico morreu num leito de um Pronto Socorro Municipal que não oferece tantos recursos em termos de tratamento de doenças graves como era o seu caso. A pergunta que não quer calar é está: por que só depois de morto o citado radialista é homenageado, elogiado, considerado um profissional dos bons? Por que não o ajudaram para que fosse tratado em um bom hospital? É sempre assim, só depois que morre se lembram de dizer te amo, te adoro...
Descansa em paz, Chico!
Só pra lembrar: com o radialista Thompson Mota, também foi assim, morreu por falta de boa assistência médica hospitalar nos seus últimos dias de vida e depois da sua morte, as homenagens foram muitas".
Saiu de cartaz, deixou de ser atração
Pelo menos até aos anos 90, eram disputadíssimos os concursos para a escolha da Miss Santarém e cuja vencedora disputava o cobiçado título de Miss Pará. Era um evento que arregimentava grande público no local onde era realizado. Na foto, por exemplo, são mostradas as concorrentes em uma passarela armada no Estádio Elinaldo Barbosa e apresentadas pelo radialista Edinaldo Mota.
Pelo menos até aos anos 90, eram disputadíssimos os concursos para a escolha da Miss Santarém e cuja vencedora disputava o cobiçado título de Miss Pará. Era um evento que arregimentava grande público no local onde era realizado. Na foto, por exemplo, são mostradas as concorrentes em uma passarela armada no Estádio Elinaldo Barbosa e apresentadas pelo radialista Edinaldo Mota.
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