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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

'Mais vivo do que nunca', Aécio sai das urnas líder da oposição

O candidato derrotado à Presidência da República, Aécio Neves (PSDB), discursa acompanhado de sua mulher e líderes partidários, em Minas
  Aécio Neves (PSDB), discursa acompanhado de sua mulher e líderes partidários, em Minas 
Com mais de 51 milhões de votos na eleição de ontem (26), algo que não havia sido obtido por nenhum candidato que enfrentou o PT desde 2002, Aécio Neves (PSDB) retornará ao Senado como principal líder da oposição no país. Em um breve discurso, por volta das 21h20 deste domingo, o tucano deu sinais de que entendeu o recado que as urnas lhe transmitiram: "Saio desta eleição mais vivo do que nunca, mais sonhador do que nunca, e deixo esta campanha com o sentimento de que cumprimos nosso papel".

O tucano disse que telefonou para Dilma e desejou sucesso no novo governo. "Ressaltei que a maior de todas as prioridades é unir o Brasil, num processo honrado que dignifique a todos os brasileiros", afirmou.

Nos últimos meses, Aécio conseguiu atrair apoios cruciais, como o da ex-senadora Marina Silva e do seu PSB, uniu seu partido e conseguiu uma votação acachapante justamente no Estado em que os tucanos imaginavam que ele teria dificuldade, dada a rivalidade das alas internas da sigla – o eleitorado de São Paulo deu 15,2 milhões de votos a Aécio.

Com 54 deputados federais eleitoes, o partido terá alinhado a ele no Congresso Nacional DEM, PSB, PPS, PV, PSC e SD, que, em 2015, junto com o PSDB, formarão bancada de 155 deputados federais.

No Senado, a oposição terá 24 das 81 cadeiras e contará com nomes de peso, além do próprio Aécio, como os ex-governadores José Serra (PSDB-SP), Antonio Anastasia (PSDB-MG) e Tasso Jereissati (PSDB-CE), e os hoje deputados Romário (PSB-RJ) e Ronaldo Caiado (DEM-GO). “Vamos atuar com firmeza e combatendo tudo o que combatemos nessa campanha para que se afaste o fantasma da corrupção, dos desmandos, da desorganização que são típicos do governo petista", disse José Serra.

Helder Barbalho estava confiante

Ontem (26), as 12h57, Helder Barbalho, candidato do PMDB ao governo do Pará, não enfrentou fila e votou na zona eleitoral 72, sessão 246, que fica no colégio Dom Alberto Gaudêncio Ramos, na rua Amazonas, no Paar, em Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém.

Barbalho estava acompanhado de sua esposa, Daniela Barbalho, e seus dois filhos, Helder Barbalho Filho e Thor Barbalho. Além do senador eleito Paulo Rocha (PT) e de candidatos que disputaram o primeiro turno e firmaram coligação com o PMDB nestas eleições, como Elton Braga (PRTB) e José Carlos Lima (PV), além do deputado federal reeleito José Priante (PMDB) e do vereador Alfredo Rocha (PT).

Logo após a votação, o candidato informou que iria acompanhar a apuração da sua casa e mostrou estar confiante na sua vitória. “A expectativa é de termos uma grande vitória. Agradecendo a Deus pela oportunidade, privilégio, cada momento democrático dessa campanha, na certeza que fizemos uma campanha de propostas em favor do enfrentamento dos desafios no Pará. Pedimos que Deus nos ilumine que acima de tudo possamos fazer um governo de transformação e que efetivamente possa representar para nossa gente a conquista que o povo e as mudanças que fazem a escolha deste dia”, disse Helder Barbalho.

PSDB e PSB perdem governos estaduais, e PCdoB e Pros aparecem

O resultado das urnas para os governos dos estados nestas eleições fez surgir uma nova divisão de forças entre os partidos políticos. No pleito de 2010, o PSDB havia sido a legenda que mais elegera governadores, com um total de oito. Neste ano, porém, os tucanos perderam espaço e quem levou a melhor foi o PMDB, com a eleição de sete novos chefes para os Executivos estaduais.

Nos dois turnos, o PMDB elegeu Jackson Barreto, em Sergipe; Renan Filho, em Alagoas; José Ivo Sartori, no Rio Grande do Sul; Paulo Hartung, no Espírito Santo; e Marcelo Miranda, no Tocantins. E reelegeu Luiz Fernando Pezão, no Rio de Janeiro; e Confúcio Moura, em Rondônia — sete ao todo.

O PSDB aparece na segunda posição no novo mapa da divisão dos estados. Serão cinco os governadores tucanos: Reinaldo Azambuja, eleito em Mato Grosso do Sul; Marconi Perillo, em Goiás e Simão Jatene, no Pará; além de Beto Richa e Geraldo Alckmin, reeleitos para os governos do Paraná e de São Paulo — cinco ao todo.

O PT, por sua vez, manteve o número de governadores eleitos — cinco no total. Foram eleitos Fernando Pimentel, em Minas Gerais; Rui Costa, na Bahia; Camilo Santana, no Ceará; e Wellington Dias, no Piauí. E reelegeu Tião Viana, no Acre.

O PSB também perdeu espaço em relação ao pleito de 2010, quando havia conseguido seis estados. A partir de 2015, o partido comandará Pernambuco, com Paulo Câmara; Distrito Federal, com Rodrigo Rollemberg; e Paraíba, com Ricardo Coutinho, este último reeleito.

A mais recente divisão dos governos estaduais tem partidos diferentes. É o caso do PDT, que em 2010 não elegeu nenhum governador, mas nessas eleições conseguiu emplacar Pedro Taques, em Mato Grosso; e Waldez Góes, no Amapá.

O PSD foi outro que conseguiu marcar presença ao eleger Raimundo Colombo, em Santa Catarina; e Robson Faria, no Rio Grande do Sul.

Com um governador eleito cada um, PC do B e o Pros também conseguiram entrar. O primeiro elegeu Flávio Dino, no Maranhão, e o segundo emplacou José Melo, no Amazonas.

domingo, 26 de outubro de 2014

Hoje (26) é dia decisivo para o futuro do Brasil e do nosso querido Pará. 
Bom voto, e consciente, leitores(as) deste blog.

Pesquisas apontam Helder e Jatene vencedores

 Pesquisa Doxa - Jatene 53,7% e Helder 46,3%
Em pesquisa do Instituto Doxa, registrado no TRE-PA sob o número PA-00048/2014 e divulgada ontem (25), Jatene tem a preferência de 53,7% do eleitorado, contra 46,3% de Helder Barbalho (PMDB), em relação aos votos válidos. 

Pesquisa IVeiga - Helder 56,2% e Jatene 43,7%
Levando em conta apenas os votos válidos -descartando os brancos e nulos - Helder aparece com quase 13 pontos percentuais à frente do adversário. Segundo o IVeiga, Helder tem 56,2% das intenções de votos contra 43,7% de Jatene. Os votos válidos é que são considerados pelo Tribunal Regional Eleitoral para definir o real percentual de votos de cada candidato após a totalização.

Dilma e Aecio: Ibope: 53% a 47%. Vox: 53,4% a 46,5%. Folha: 52% a 48%

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A presidente Dilma Rousseff se mantém à frente nas pesquisas Datafolha e Ibope que acabam de ser divulgadas. No Ibope, ela tem 53%, contra 47% de Aécio, ou seja, uma vantagem de seis pontos, acima da margem de erro, que é de dois pontos.

No Datafolha, Dilma marcou 52% contra 48% de Aécio, o que configura empate técnico no limite da margem de erro. Por esse mesmo critério, os dois candidatos poderiam estar com 50% ou Dilma com 54% e Aécio com 46%.

Na pesquisa Vox Populi, Dilma tem 53,4% contra 46,5% de Aécio Neves.

Empate

Pesquisa CNT/MDA indica que o tucano Aécio Neves tem 45,3% das intenções de voto, enquanto a presidente Dilma Rousseff registrou 44,7%; Como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, os dois encontram-se tecnicamente empatados; na sondagem anterior, Dilma tinha 45,5% das intenções de votos, enquanto o candidato do PSDB, aparecia com 44,5%; emoção até os últimos instantes da corrida presidencial.

sábado, 25 de outubro de 2014

Jatene e Helder estão empatados, aponta Ibope

Pesquisa Ibope divulgada neste sábado (25) aponta os seguintes percentuais de votos válidos na corrida para o governo do Pará:
- Helder Barbalho (PMDB): 50%
- Simão Jatene (PSDB):     50%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Liberal.

No levantamento anterior, divulgada no dia 18 de outubro, Helder aparecia com 52%, e Simão Jatene, 48%.

Segundo o Ibope, os candidatos estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro, de três pontos.

Votos totais
 
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:
- Helder Barbalho (PMDB): 47%
- Simão Jatene (PSDB): 47%
- Branco/nulo: 4%
- Não sabe/não respondeu: 2%

O Ibope ouviu 812 eleitores em 42 municípios do estado de 21 a 23 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de três pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Pará sob registro nº PA-00054/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral sob protocolo no BR-01182/2014.

1º turno
No primeiro turno, Helder teve 49,88% dos votos válidos e Jatene, 48,48% (veja os números completos da apuração).

Capa da 'Veja' inspira avalanche de piadas nas redes sociais

A reportagem de capa da última edição de ‘Veja’ virou motivo de chacota nas redes sociais. Criticada por boa parte dos internautas simpatizantes de Dilma Rousseff como tentativa frustrada de influenciar a eleição presidencial, a revista semanal da Editora Abril inspirou a criação de várias capas falsas e bem-humoradas, que ironizam a última “denúncia” da publicação.

Nas paródias, aparecem os mais diferentes personagens. Em uma das mais comentadas, o título é “PT financiou maçã envenenada da Branca de Neve”, sobre a imagem do personagem infantil tendo na mão uma maçã com uma estrela símbolo do partido governista. (O Dia)

Sede da Abril é atacada após polêmica da Veja

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A sede da Editora Abril, responsável pela publicação da revista Veja, foi atacada na noite de ontem (24/10). 

Fotos que circulam nas redes sociais mostram a portaria do prédio com pichações e pedaços da publicação, que traz matéria contra a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. (Brasil 247)

Dom Orani prega a misericórdia

Cerca de 3 mil católicos lotaram a Basílica Santuário de Nazaré, ontem à noite, para um reencontro com o cardeal arcebispo metropolitano do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta. O sacerdote exortou os cristãos a darem testemunho do amor e da misericórdia de Deus, que têm como exemplo as trajetórias de Jesus Cristo e Maria, Mãe da Misericórdia. Na homilia da primeira missa que celebrou como um dos cardeais do Brasil, e junto com membros do clero da Arquidiocese de Belém, dom Orani enfatizou que nesses tempos de final da quadra nazarena os cristãos devem atentar para o fato de que o Círio de Nazaré externa a misericórdia divina: uma pequena imagem é conduzida por milhões de pessoas. Ele disse, ainda, que, neste tempo de eleições, opiniões divergentes não devem sobrepujar que “somos todos irmãos enquanto Igreja, em Deus”.

Da missa participaram o arcebispo metropolitano de Belém, dom Alberto Taveira; os bispos auxiliares dom Teodoro Tavares Mendes e Irineu Roman; o arcebispo emérito de Belém, dom Vicente Zico, e o reitor da Basílica Santuário, padre José Ramos. Dom Orani lembrou que no 3º Congresso Apostólico Mundial da Misericórdia, realizado de 15 a 19 de agosto passado em Bogotá, na Colômbia, houve vários testemunhos da misericórdia de Deus. “Devemos dar o nosso testemunho como cristãos da misericórdia de Deus diante de rancores, dores que nos colocam uns contra os outros”, salientou o cardeal. Dom Orani ressaltou que dom Alberto Taveira lembra sempre do posicionamento do papa Francisco, enfatizando a misericórdia como prática indispensável à convivência harmoniosa dos seres humanos no mundo, em particular norteando a Igreja “que deve ir ao encontro dos mais machucados”.

O cardeal ressaltou sua preocupação com os conflitos no Oriente Médio, e reforçou que a partir da Igreja os cristãos podem ter atitude de misericórdia visando a convivência na diversidade. Destacou que, nas famílias, o desafio dos pais diante das novas mentalidades deve ser encarado tendo como parâmetro o exemplo dado por Jesus Cristo e Maria, Mãe da Misericórdia. Ao final da pregação, o cardeal foi muito aplaudido pelos fiéis.

Aos 64 anos de idade, 40 dos quais de sacerdócio a serem completados em dezembro, dom Orani Tempesta comentou, após a missa, que a experiência da vida religiosa no Rio de Janeiro tem sido enriquecedora pelo contato com o povo carioca, que enfrenta muitas dificuldades mas mantém o sonho de uma vida melhor e se mostra fiel à Igreja Católica. “É sempre uma grande alegria voltar a encontrar o povo de Belém, dividir o que aprendi. E aprendi muito aqui, em Belém, e a recepção é sempre muito carinhosa”, afirmou.  (Amazônia)