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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Leitorado


De Anselmo Lima, bairro Coqueiro/Belém
“Desejo que a vitória do Bolsonaro, domingo, seja por uma diferença bem pequena, 2 ou 3%, porque eu quero que grande quantidade de derrotados(as) sofra, chore, arranque seus cabelos, fique com cara de éguas”.

Bolsonaro é 13. Milhões a mais

Não vai ser de goleada

Por Eliane Cantanhêde, no Estadão
O PT espanca Fernando Henrique Cardoso há quase 20 anos, fez uma campanha canalha contra Marina Silva em 2014 e atacou a candidatura Ciro Gomes em todos os flancos em 2018, mas os petistas estão indignados, ou irados, porque FH, Marina e Ciro têm enorme dificuldade em apoiar Fernando Haddad antes do domingo. Engraçado, não é?

Aliás, se fosse o PSDB, a Rede ou o PDT contra Jair Bolsonaro, o PT iria manifestar apoio a eles? Ou faria como sempre, em cima do muro, vendo o circo (e o País) pegar fogo para depois lucrar ao apagar o incêndio?

Bolsonaro é franco favorito para a Presidência, mas a diferença entre ele e Haddad vem caindo e isso mexe com os nervos das duas campanhas. Bolsonaro ameniza o tom e acena com um governo de coalizão. O PT aumenta a pressão e o constrangimento para que outras forças políticas se manifestem pró-Haddad, contra o “autoritarismo”.

Ciro teve 12% dos votos, mas o tucano Alckmin nem chegou a 5% e Marina despencou do segundo lugar até um raso 1%. FH nem voto tem. Mas, para o PT, um sinal deles a favor de Haddad poderia tirar do muro milhões de eleitores que oscilam entre votar nulo ou em Haddad. Seria um empurrão.

Assediado pela mídia, por telefone, pela internet e ao vivo, Fernando Henrique reclama que “intimidação é inaceitável”. Parece se deliciar com a insistência e com a própria resistência a apoiar automaticamente o PT, que nunca apoiou automaticamente ninguém. Muito pelo contrário.

Marina e o PDT anunciaram um “apoio crítico” a Haddad, enquanto Ciro Gomes viajava com a família para a Europa e seu irmão Cid fazia a papagaiada no evento do PT – “Vocês vão perder! Vocês vão perder!”. Depois, anunciou apoio a Haddad, mas simplesmente ignorou os eventos de campanha do PT no Ceará.

É muito provável que FH, Marina, Ciro e Cid venham a votar em Haddad no domingo, mesmo que não anunciem publicamente o apoio. Mas não pelo PT, nem mesmo pelo próprio Haddad, mas contra Bolsonaro e o que ele representa. Assim como há antipetismo, há um forte antibolsonarismo.

As intenções de voto em Bolsonaro recuam tanto como as de Haddad sobem, mostrando que o sentimento contra Bolsonaro está crescendo, depois do vídeo do deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro dizendo que “bastam um soldado e um cabo para fechar o Supremo” e da acusação dos petistas de que empresários foram pagos por Bolsonaro para disseminar fake news contra Haddad.

Além disso, a diferença entre os dois candidatos diminuiu por causa dos programas do PT com Bolsonaro defendendo a tortura e um torturador, contra direitos das empregadas domésticas e ao lado do presidente Temer e do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, um dos presos mais famosos da Lava Jato. Como pano de fundo, a massificação da ideia de que, eleito, Bolsonaro será uma ameaça à democracia, às minorias e aos pobres.

De outro lado, Haddad também andou fazendo besteiras. A principal delas foi usar uma sabatina para acusar o vice de Bolsonaro, general Hamilton Mourão, de ter sido torturador na ditadura militar. O general tinha 16 anos na época e a declaração de Haddad não foi apenas irresponsável como voltou como bumerangue na testa dele. Na reta final, o fundamental é não errar.

Compras no Ver-o-Peso


Como faço há vários anos às quintas-feiras, ontem, bem cedinho, fui ao Ver-o-Peso comprar peixes. Tambaqui, tucunaré, pirapitanga e pirarucu vindos do Baixo Amazonas, conforme o anúncio dos vendedores, estavam com bons preços, ao contrário do camarão regional, vendido por 40 reais o quilo. Aproveitei pra levar pra casa o jambú (50 centavos cada maço parrudo), couve, cheiro-verde, tudo baratinho. Frutas de todos os tipos se encontra facilmente. Enfim, vale a pena dar uma chegada, semanalmente, ao Veroca. Ah! Não deixe de dar uma parada na venda de mingau da Socorro, o melhor da feira, com vários sabores: milho, buriti, açaí, banana, etc.

A sua opinião é importante


Assistiu ao debate entre Hélder Barbalho e Márcio Miranda, ontem, na TV Liberal? Caso positivo, pergunta-se: o que achou dos assuntos abordados, das propostas apresentadas e do desempenho dos dois candidatos? O debate contribuiu para você manter ou mudar o seu voto do primeiro turno?

Grata lembrança

Eu e Juarez Araújo, amizade que rola desde os tempos da nossa juventude e permanece firme até hoje.

Se eleito Bolsonaro deverá recriar o Ministério do Interior


Jair Bolsonaro, pretende recriar o antigo Ministério do Interior, com o objetivo de coordenar as iniciativas de desenvolvimento. O Ministério do Interior fazia obras contra as secas, cuidava de índios, habitação popular, saneamento, zona franca de Manaus, enfrentava calamidade pública e chefiava autarquias fortes (Sudene, Sudeco, Sudesul, Sudam etc). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Bolsonaro não dá pistas de quem seria o ministro do Interior em seu eventual governo, mas o escolhido será politicamente muito forte.

Sempre fortes, ministros do Interior chegaram a presidente da República, como os marechais Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.

Ao ser extinto, em 1990, o Ministério do Interior era tão forte que tinha dois bancos de fomento (Basa e BNB) e um de habitação, o BNH.

O ex-governador sergipano João Alves Filho foi o último ministro do Interior, no governo José Sarney. A pasta foi extinta em 1990.

Bolsonaro sugere fechar escolas do MST: 'fábrica de guerrilheiros'

No Estadão:
Jair Bolsonaro, disse em entrevista exibida na noite desta quinta-feira, 25, na TV Aparecida, que é necessário o fechamento de escolas em assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A declaração se deu após Bolsonaro explanar a ideia de propor educação a distância para crianças em áreas rurais.

"Queremos por um ponto final nas escolinhas do MST. A bandeira que eles hasteiam não é a verde e amarela, é a vermelha com uma foice e um martelo. Lá eles não aprendem o Hino Nacional, eles aprendem a Internacional Socialista. Eles estão formando uma fábrica de guerrilheiros no Brasil", afirmou.

O candidato criticou mais uma vez os esquerdistas. "São malandros que nunca trabalharam na vida, sempre viveram às custas dos outros. Isso tem de acabar no Brasil e vai acabar na forma da lei, se eu for presidente da República", afirmou.

Bolsonaro acusou ainda o PT de ser corrupto e que o partido vai ser afastado do poder com notícias verdadeiras. "Não precisa de fake news para derrotar o PT, é só dizer a verdade", disse.

O capitão da reserva disse ainda que lamenta "casos de violência isolados". "Eu tenho dito para a minha militância... Começou uma discussão sobre política numa mesa, vai embora, vai para outro lugar", disse.

Em relação à reforma da Previdência, o candidato revelou que a equipe econômica que o assessora já tem um rascunho. "Se eu for eleito, a gente apresenta no ano que vem", afirmou. O político não deu detalhes sobre as mudanças que pretende apresentar, mas sinalizou que as regras podem ser distintas para cada grupo social. "Não pode colocar todo mundo no mesmo saco. Eu acho, por exemplo, que tem de mexer na idade, mas não de 60 para 65 como quer (o presidente Michel) Temer. Nós vamos cortar privilégios", disse.

Bolsonaro voltou a defender também que membros das Forças Armadas e de segurança pública se mantenham com critérios distintos, a não ser que eles tenham direito a greve, entre outros. "Eu já disse isso à minha equipe econômica. Eu topo (uma reforma da Previdência), mas vamos dar todos os direitos a eles, inclusive de greve. Tem de fazer que eles, ao longo de sua vida laborativa, tenham os mesmos direitos que um trabalhador comum", disse.

O candidato também negou o rótulo de xenófobo, acusando a esquerda de querer o associar a ele. O presidenciável citou que tentam impor nele tal marca porque propõe que "a entrada de venezuelanos seja regularizada".

Especificamente sobre a crise da Venezuela, o candidato do PSL afirmou que o governo tem de procurar a ONU para criar "campos de refugiados". Também houve críticas à Lei de Migração brasileira. "Nós somos um País que não pode ser de fronteiras abertas", afirmou

Ricardo Lewandowski liberou milhares de traficantes presas

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu conceder prisão domiciliar a todas as presas por tráfico de drogas, inclusive as condenadas em 2ª instância, que estiverem grávidas ou tenham filhos de até 12 anos. Segundo o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), há 14.750 presas que se enquadram nessas condicionantes.

A decisão teve como base ação envolvendo uma mulher condenada em segunda instância por tráfico de drogas e outras nove presas pelo mesmo motivo, mas o ministro decidiu estender o benefício a todas as traficantes do sistema prisional.

Projeto prevê que vítima de violência doméstica seja notificada pessoalmente de saída de agressor da prisão.

Lewandowski usou o entendimento da Segunda Turma do STF, que assegurou a possibilidade de prisão domiciliar a presas provisórias que preenchessem os requisitos. Segundo o ministro, o Supremo permitiu a prisão após condenação em 2ª instância, mas não versou sobre a provisoriedade dessas prisões.

Lewandowski ainda afirmou que a prática do tráfico de drogas não encontra “amparo legal” para negar às mães o benefício da prisão domiciliar. “A concepção de que a mãe trafica põe sua prole em risco e, por este motivo, não é digna da prisão domiciliar, não encontra amparo legal e é dissonante do ideal encampado quando da concessão do habeas corpus coletivo”, disse.

Lewandowski avança sobre as condições dessas mães de criarem os filhos afirmando que “não há razões para suspeitar que a mãe que trafica é indiferente ou irresponsável para a guarda dos filhos”, disse

Clube do Remo: Ostracismo, sumiço

 
 
 
Ex-presidentes, viveram momentos de fama, alguns até foram carregados nos ombros da galera azulina, eram vistos diariamente na mídia (jornal, rádio, televisão e redes sociais). Hoje, pouco ou nada se fala sobre eles e, quando isto acontece, é para criticá-los, como é o caso do Zeca Pirão, considerado o “coveiro do Baenão”.
Neste time de abandonados e esquecidos estão: Carlos Levy, Pedro Minowa, Sérgio Cabeça e outros. Todos eles certamente sentem falta da fama e dos holofotes.